Greve de argumentistas nos EUA provoca primeira baixa a médio prazo
(podem acompanhar na Variety os últimos desenvolvimentos da greve)
Posted by
FHF
às
8:41 da tarde
3
comentários
Tópico: TV
Posted by
FHF
às
1:55 da tarde
2
comentários
Posted by
FHF
às
7:16 da tarde
3
comentários
Posted by
FHF
às
1:15 da tarde
6
comentários
(imagem do episódio #2; cliquem para aumentar o tamanho)
Posted by
FHF
às
3:12 da tarde
3
comentários
Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web
Posted by
FHF
às
11:38 da manhã
10
comentários






Posted by
FHF
às
8:09 da tarde
0
comentários
Tópico: Argumento, Bocage, Escrita, Guião, Poesia, Projectos, Trabalhos, TV
Novo espectáculo dos Alcómicos

Posted by
FHF
às
3:54 da tarde
0
comentários
Tópico: Sketch Comedy, Stand-up Comedy
Posted by
FHF
às
1:18 da tarde
0
comentários
Posted by
FHF
às
11:16 da manhã
1 comentários
Posted by
FHF
às
7:48 da tarde
4
comentários
Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web
Ouvi com alguma atenção o mais recente trabalho dos Editors e devo dizer que não compreendo a má reacção que teve por parte de muita gente cuja opinião prezo. Ou melhor, até compreendo, mas não à luz de uma apreciação estritamente musical. O que se passa é simples: o vocalista anda a fazer-se à descarada às miúdas, e isso enerva as pessoas.
Com a sua gestalhada pseudo-sedutora em palco - tão mais despropositada e forçada se pensarmos que, para além de vocalista, também toca guitarra -, fruto de uma qualquer necessidade que talvez insinue no tema "Well Worn Hand", Tom Smith consegue enervar tanto as mulheres como os homens. Estes últimos porque, detectando as claras intenções engatatonas de Smith neste trabalho, sentem-se postos de fora da equação. Mas é preciso que se diga, em abono da verdade, que o álbum propriamente dito sai incólume deste compreensível factor de enervamento, excepção feita ao tema já aqui mencionado. Tom Smith anda armado em engatatão, mas An End Has A Start não o é mais que muitas outras pérolas new wave, das originais às revisitações de hoje. Para além dos dois singles, outras músicas do álbum como "The Weight of The World", "Push Your Head Towards The Air", "Bones", ou "The Racing Rats" são de elevado gabarito, destacando-se as duas primeiras pelo ambiente belo e altamente depressivo que conseguem criar, a terceira pela elevada capacidade de contágio (é extremamente orelhuda), e a última pela eficaz riffalhada.
"When Anger Shows" é a minha aposta para próximo single e video; não na versão de 5m45s em que se apresenta no disco, mas num radio edit pensado para o éter. É provável que perca, uma vez que An End Has a Start está repleto de temas que valem por si só, merecedores dessa honra. E é, no conjunto, um óptimo álbum que escorrega como queijo derretido em tosta quente quando escutado de seguida. Ainda não o comparei com The Back Room (2005) porque ainda não tive vontade de ouvir mais nada dos Editors desde que comecei a ouvir este último trabalho. Esse mérito o disco tem: dá vontade de escutar uma e outra vez, coisa que, infelizmente, não me aconteceu com o mais recente de Interpol. Para ouvir bem alto, de maneira a sublimar o efeito de angústia confortável que normalmente se procura neste tipo de sonoridades. Aquela tristeza épica, que os Editors sabem tão bem traduzir para música.
Posted by
FHF
às
5:33 da tarde
1 comentários
Tópico: Música
Posted by
FHF
às
12:45 da manhã
5
comentários
Posted by
FHF
às
12:45 da manhã
2
comentários
Tópico: Contra Informação, Escrita, Projectos, Sketch Comedy, Trabalhos, TV
Sei que pode parecer estranho falar em à-vontade no que se refere a Turn On The Bright Lights, tendo este álbum a crueza própria de um primeiro registo; mas é exactamente essa crueza, que tão bem se adapta a todos os temas, que faz deste álbum o meu possível favorito. Isso e o facto de ter perdido o cd e não o escutar há séculos, o que contribui ainda mais para o carácter mítico que lhe atribuo. Antics é sublime. E deste Our Love To Admire ficam-me "Pioneer to the Falls" e "The Heinrich Maneuver". O resto: muitos fillers e poucos killers.
With The Thrill Kill Kult com The Cure, a linha entre olheirentos adeptos de sonoridades depressivas e olheirentos adeptos de sonoridades depressivas e brutais, do noise ao doom-metal, esbateu-se bastante. Juntem-lhe umas pitadas valentes de pop bubblegum com referências herdadas do trabalho de Tim Burton, Roman Dirge e Jhonen Vasquez, e têm essa coisa estranha que é o
emo-rock, só possível depois do punk-rock se ter tornado mainstream com bandas tipo Green Day. Com os alemães Tokyo Hotel, da idade de espermatozóides, a concretizarem a passagem para o harajuku (do ocidente para o oriente, e de volta para cá, reinventado), iniciada por Gwen Stefani numa versão mais light mas nem por isso mais feminina. É que, convenhamos, os putos do TH parecem miúdas.
Posted by
FHF
às
4:45 da tarde
5
comentários
Posted by
FHF
às
5:32 da tarde
4
comentários

Posted by
FHF
às
3:30 da tarde
3
comentários
Tópico: TV
Posted by
FHF
às
3:11 da tarde
0
comentários
Tópico: Blog
Posted by
FHF
às
7:33 da tarde
3
comentários
Tópico: Web
Posted by
FHF
às
7:31 da tarde
2
comentários
Tópico: Advertising, Video
Posted by
FHF
às
12:41 da manhã
8
comentários
Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web

Posted by
FHF
às
5:27 da tarde
9
comentários
Tópico: Cinema
Posted by
FHF
às
5:15 da tarde
3
comentários
Tópico: Blog