quarta-feira, outubro 31, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
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Break do Sócrates: o MP3
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sexta-feira, outubro 26, 2007
MÁ ONDA: as repetições
(imagem do episódio #2; cliquem para aumentar o tamanho)
MÁ ONDA, a curta-metragem sci-fi que eu e o Bruno Canas estamos a realizar e a produzir, interpretada pelo Eduardo Frazão, a Filipa Marcos e eu próprio, continua a passar em segmentos separados por quinze dias no Boa Noite Alvim. Quem perdeu a segunda parte / segundo episódio, exibida na passada terça-feira, não se esqueça que ainda pode apanhar a repetição no domingo, às 23h00. Entretanto, o site com conteúdos gostosos que estamos a preparar está quase a ir online. Vão passando por aqui e serão os primeiros a saber.
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Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web
Para ouvir em stereo pelos corredores de São Bento
Já está online o meu video d'Os Incorrigíveis, dêem lá um puleco e debitem o vosso comentário, ó faxavor.
Quando fui convidado para ser o Incorrigível desta semana pensei imediatamente em duas coisas:
1) fazer um rap, mas um rap da saudosa era do breakdance;
2) realizar um videoclip onde aparecesse a andar de skate.
Qualquer desculpa é boa para voltar a pegar na minha velha e fiável Powell Peralta Ray Barbee Supreme, com trucks Independent e movida a Rat Bones - ah pois, minhas amigas e meus amigos, como diria o Alx, “eu não sou old school, eu sou pré-old school”. E o rap que eu queria fazer era exactamente esse, o old school do breakdance, dos anos 80, que, como basicamente tudo nos anos 80, era deliciosamente piroso.
Ah:
3) também pensei que tinha uma tarefa de respeito pela frente: afinal, não só os Incorrigíveis residentes são todos eles pesos pesados da galhofa nacional (e digo, lampeiro, que já tive o gosto de escrever textos para um deles e tenho o gosto de continuar a escrever textos para outro), mas também a fasquia das sextas-feiras – dia dedicado a convidados - se elevou bastante com as prestações do José de Pina (meu capanga), do Eduardo Madeira (meu gémeo vitelino), do Miguel Góis (diz que acabou por queimar todos os dvd’s dos Teletubbies) e do Bruno Ferreira (direcção de vozes do Contra, e de quem descobri há pouco tempo o Edição Extra). Arregacei pois manguedo e botei mão na fervura, que a labuta previa-se intensa no pouco tempo disponível.
O que aqui vêem foi feito em tempo recorde: num dia escrevi, gravei e misturei a música – não uma versão final, mas já muito próxima – rapidez só possível porque tenho oportunidade de fazer tudo isto no conforto do lar. E nem é que tenha grande estaminé de som: um Mac e um microfone nas unhas e a música brota que nem chuveiro fresco em noite de Verão de São Martinho.
Mais um dia e, entre guiões do Contra, filmagens do Má Onda, mais um par de três projectos sobre os quais ainda é cedo demais para falar (esta foi a porção teaser do post), consegui escrever o guião do videoclip que imaginava na minha cabeça. E, já que ia realizá-lo eu próprio, tentei planear ao máximo as cenas de maneira a conseguirmos gravar a totalidade do que escrevera no guião em apenas um dia (até haver luz) e montar no máximo de dois (gravámos na terça-feira, restava quarta e ontem).
A celeridade do processo dificilmente seria possível sem a perícia e a dedicação do Frederico Weinholtz, um dos câmaras e responsáveis de video da PFtv que acolheu a minha obstinação em gravar o material de enfiada; partilhou comigo a odisseia de viagens rápidas de táxi pela cidade, de décor em décor, como se não houvesse amanhã (e não havia - a ideia era gravar tudo num só dia, lembram-se?); e não deixou nem sono nem a minha voz imprópria para tímpanos humanos perturbar o seu foco em montar este video com a rapidez que os timings exigiam.
A insuportabilidade do meu ser foi também experienciada pelo Nuno Duarte durante o dia de gravações. Nuno que, de forma inexplicável, me continua a falar apesar do que aconteceu no final desta reportagem sobre Salazar. Se não o conhecesse, diria, ao vê-lo neste video, tratar-se de um chicano trazido de propósito para o efeito. É o homeboy perfeito, e também muito à vontade no papel de agente da autoridade.
Props para a Ana Ribeiro, que transformou água em T-shirts para serem vendidas à porta do Mosteiro dos Jerónimos, e também para o people que descaradamente arranquei das suas secretárias nas PF para fazer aquelas lindas figuras: os polícias Jorge Vaz Nande e António Marques, e as transeuntes Anabela Ventura Martins e a Sofia Oliveira (prometo um cd com o Break do Sócrates para cada um de vocês, ai isso é certinho; ou um cd ou um mp3 que, vai-se a ver, dá no mesmo só que é menos redondo). E, claro está, props para a PFtv e a Sapo.
Quanto ao teor desta minha musiqueta - há muito que tinha vontade de comunicar com o nosso Primeiro através da cultura hip hop, e percebi que um rap sempre era mais dotado de legalidade do que uns graffitis nas paredes de São Bento. Vai daí, trucla - nasceu o Break do Sócrates, uma bela melodia sincopada, em stereo equalizado para a acústica muito específica da Assembleia da República.
E é isto. Porreiro, pá.
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quinta-feira, outubro 25, 2007
Mais re-posts bocagianos

Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 13h48.
Bocage - fotos (02)

Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 15h21.
Bocage - fotos (03)

Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 15h22.
Bocage - fotos (04)

Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 15:48.
Bocage - fotos (05)

Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 15:50.
Bocage - fotos (06)

Preparativos finais para a gravação da cena 27 do episódio 2: uma semana depois do previsto, Bocage comparece finalmente à sua primeira récita no Monte Ménalo. Em primeiro plano (desfocada), está Ângela Sequeira, a assistente de realização do Fernando Vendrell nesta série. A Ângela foi também assistente em «Espelho Mágico» (ainda sem data de estreia em Portugal), naquela foi a primeira produção do meu amigo Miguel Cadilhe de um filme de Manoel de Oliveira. Curiosidade: antes de produzir «Espelho Mágico», o Miguel Cadilhe foi produtor - junto com o grande José Miranda - e realizador da série «Cebola Mol ao Bibo e a Cores», onde também deu a cara em algumas participações especiais que lhe valeram a alcunha de Gamboa.
Publicado originalmente a 7 de Outubro de 2005, 15:54.
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Tópico: Argumento, Bocage, Escrita, Guião, Poesia, Projectos, Trabalhos, TV
Piparotes de galhofedo
Novo espectáculo dos Alcómicos
Miranda e "O Gajo"

O João Miranda, entretanto, saíu dos Alcómicos, supostamente a mando da mãe. Mas continua a fazer estragos sempre que bebe um copo de leite a mais. Hoje às 22h30, junta-se a Ricardo Vilão (também conhecido como "O Gajo") para um show de stand-up no Café Café. Apareçam a horas que o Miranda vai cedo para a cama.
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Tópico: Sketch Comedy, Stand-up Comedy
Me likes
"Heart It Races", primeiro single de Places Like This, novo álbum dos Architecture in Helsinki. Mágico e irresistível, com um video cruzamento de Apocalypto de Mel Gibson e Teatro Negro de Praga. Algum promotor de espectáculos que vá à Austrália buscar este senhores para virem cá tocar, se faz favor. Cate Blanchett, Nicole Kidman, Kylie Minogue (que, aliás, está de volta - bem-vinda, garota!), Rachel Griffiths, Architecture - só coisas boas a vir do outro lado do mundo.
Ouçam mais temas do novo disco no MySpace da banda.
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A Bisnaga de Eddie
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terça-feira, outubro 23, 2007
Lembrete!
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Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web
domingo, outubro 21, 2007
É o último dos Editors um disco engatatão?
Ouvi com alguma atenção o mais recente trabalho dos Editors e devo dizer que não compreendo a má reacção que teve por parte de muita gente cuja opinião prezo. Ou melhor, até compreendo, mas não à luz de uma apreciação estritamente musical. O que se passa é simples: o vocalista anda a fazer-se à descarada às miúdas, e isso enerva as pessoas.É verdade, Tom Smith anda a fazer muitos movimentos esquisitos com os braços (como já aqui havia notado), prática só suportável em dinossauros do pré-emo como Robert Smith, porque ele era - e ainda é - esquisito por inteiro, e por isso aqueles enrolanços não chocavam mais que a visão do todo. As vanguardas de ontem, hoje apreciadoras da sonoridade joydivisionica dos Editors, não admitem aos seus músicos de eleição outra pose que não seja a de profunda depressão, olhos lacrimejantes fitando a biqueira dos sapatos (ah!, o shoegazing dos The Jesus and Mary Chain que, de forma imperdoável, me esqueci de mencionar na playlist dos vanguardas, neste post), apenas lhes permitindo um eventual espasmo aqui e ali durante a actuação. Mais que isso é estar a armar aos cucos, o equivalente indie à sensualidade de pacotilha de um Enrique Iglésias, porno-propoganda-pop explícita que a pitalhada aprecia, mas que fãs de Editors que já ouviam os Joy Division quando o cadáver de Ian Curtis ainda não tinha arrefecido levam um bocado a mal.
Com a sua gestalhada pseudo-sedutora em palco - tão mais despropositada e forçada se pensarmos que, para além de vocalista, também toca guitarra -, fruto de uma qualquer necessidade que talvez insinue no tema "Well Worn Hand", Tom Smith consegue enervar tanto as mulheres como os homens. Estes últimos porque, detectando as claras intenções engatatonas de Smith neste trabalho, sentem-se postos de fora da equação. Mas é preciso que se diga, em abono da verdade, que o álbum propriamente dito sai incólume deste compreensível factor de enervamento, excepção feita ao tema já aqui mencionado. Tom Smith anda armado em engatatão, mas An End Has A Start não o é mais que muitas outras pérolas new wave, das originais às revisitações de hoje. Para além dos dois singles, outras músicas do álbum como "The Weight of The World", "Push Your Head Towards The Air", "Bones", ou "The Racing Rats" são de elevado gabarito, destacando-se as duas primeiras pelo ambiente belo e altamente depressivo que conseguem criar, a terceira pela elevada capacidade de contágio (é extremamente orelhuda), e a última pela eficaz riffalhada.
"When Anger Shows" é a minha aposta para próximo single e video; não na versão de 5m45s em que se apresenta no disco, mas num radio edit pensado para o éter. É provável que perca, uma vez que An End Has a Start está repleto de temas que valem por si só, merecedores dessa honra. E é, no conjunto, um óptimo álbum que escorrega como queijo derretido em tosta quente quando escutado de seguida. Ainda não o comparei com The Back Room (2005) porque ainda não tive vontade de ouvir mais nada dos Editors desde que comecei a ouvir este último trabalho. Esse mérito o disco tem: dá vontade de escutar uma e outra vez, coisa que, infelizmente, não me aconteceu com o mais recente de Interpol. Para ouvir bem alto, de maneira a sublimar o efeito de angústia confortável que normalmente se procura neste tipo de sonoridades. Aquela tristeza épica, que os Editors sabem tão bem traduzir para música.
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Tópico: Música
quinta-feira, outubro 18, 2007
quarta-feira, outubro 17, 2007
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segunda-feira, outubro 15, 2007
Com muita força, foi só pena eu falhar
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Tópico: Contra Informação, Escrita, Projectos, Sketch Comedy, Trabalhos, TV
domingo, outubro 14, 2007
Interpol, Editors, vanguardas, góticos, harajuku
Sei que pode parecer estranho falar em à-vontade no que se refere a Turn On The Bright Lights, tendo este álbum a crueza própria de um primeiro registo; mas é exactamente essa crueza, que tão bem se adapta a todos os temas, que faz deste álbum o meu possível favorito. Isso e o facto de ter perdido o cd e não o escutar há séculos, o que contribui ainda mais para o carácter mítico que lhe atribuo. Antics é sublime. E deste Our Love To Admire ficam-me "Pioneer to the Falls" e "The Heinrich Maneuver". O resto: muitos fillers e poucos killers.Voltando a Editors: é ouvir para ver se está à altura do album de estreia, The Back Room. As duas que ouvi, "Smokers Outside The Hospital Doors" e o tema que dá nome ao disco, "An End Has A Start", gostei. Joy Division meets New Order (passe alguma redundância) num video muito 80's, quase Robert Palmerístico, não fossem os enrolanços de braços que caracterizam o vocalista, Tom Smith, acentuando-lhe o ar (sub)urbano-depressivo (é de Birmingham) que faz as maravilhas e provoca suspiros em grande parte das garotas vanguardas.
...passando por umas linhas simplistas e assim meio de raspão acerca do percurso do gótico em Portugal...
Para quem é jovem demais para recordar, vanguardas era o nome dado nos anos 80 a quem só usava preto, botas, de preferência Doc Martens, e ouvia quase que exclusivamente pós-punk, tendo como ídolos máximos Joy Division (Ian Curtis era o Kurt Cobain da altura, o atormentado que acabaria por se suicidar aos 23 anos), New Order, The Cure e U2 da fase pré-Achtung Baby (Boy, October, War, The Unforgetable Fire e Joshua's Tree). Os vanguardas (que patetice de epíteto, hein?) foram, de certa forma, os antepassados dos góticos, e depois do evento The Crow, onde a banda sonora alinhava grupos como My Life
With The Thrill Kill Kult com The Cure, a linha entre olheirentos adeptos de sonoridades depressivas e olheirentos adeptos de sonoridades depressivas e brutais, do noise ao doom-metal, esbateu-se bastante. Juntem-lhe umas pitadas valentes de pop bubblegum com referências herdadas do trabalho de Tim Burton, Roman Dirge e Jhonen Vasquez, e têm essa coisa estranha que é o
emo-rock, só possível depois do punk-rock se ter tornado mainstream com bandas tipo Green Day. Com os alemães Tokyo Hotel, da idade de espermatozóides, a concretizarem a passagem para o harajuku (do ocidente para o oriente, e de volta para cá, reinventado), iniciada por Gwen Stefani numa versão mais light mas nem por isso mais feminina. É que, convenhamos, os putos do TH parecem miúdas....e terminando com o último video dos Editors, ou quase.
Sim, que as balelas já se acumulam, e no fundo só pretendia deixar aqui o video dos rapazes. Mas como a cópia disponível no YouTube está com problemas e não carrega, deixo a actuação dos Editors em Glastonbury, infelizmente incompleta. E reparem lá na mania que o Tom Smith tem de enrolar os braços à volta da cabeça, e um no outro, e à volta das pernas, e dos calcanhares; capaz de dar para ali um nó que já não se desata e depois era um aborrecimento porque já não vinham cá tocar (acho que para o mês que vem). Ora apreciem e digam lá de vossa justiça.
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sexta-feira, outubro 12, 2007
Wish list
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quinta-feira, outubro 11, 2007
Couch potatoing
A série tem a ver com o universo de Heroes, mas não interfere com a continuidade da saga. Cada episódio começa e acaba uma história independente, muito ao jeito de, por exemplo, The Twilight Zone. Cai assim de vez por terra a ideia inicial de que nesta série surgiriam novas personagens que os espectadores escolheriam para ver na 2.ª temporada de Heroes (como tinha assinalado aqui). É possível que a interactividade aconteça, mas com a escolha de personagens a valer para uma 3.ª temporada de Heroes, uma vez que Heroes: Origins só é suposto começar depois do final da 2.º temporada, lá para Abril do ano que vem.

Nota final: depois de George Takei, o mítico Mr. Sulu, que aparece em Heroes no papel de Kaito Nakamura, pai de Hiro (Masi Oka), temos agora Nichele Nichols, a Uhura de Star Trek. Um regalo.
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Tópico: TV
Para o menino e para a menina: Lessons in Lingerie
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Tópico: Blog
quarta-feira, outubro 10, 2007
YouTube é o novo sexo
Via Portugal Diário.
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Tópico: Web
A quantidade de empresas que precisavam de um Terry Tate por lá
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Tópico: Advertising, Video
Má Onda!
Sem ser a primeira produção da Não Há Rebuçado, produtora minha e do Bruno que deu os primeiros passos nos idos de 2004 quando fizemos o documentário "Para Depois" (que mostrava os bastidores da 1.ª edição das "Urgências"), e cujas instalações por agora se resumem à minha casa e à dele (se o Moby faz discos em casa, porque não fazermos filmes e programas?), é a primeira que estreou em televisão. É verdade, o evento deu-se hoje, dentro do "Boa Noite Alvim", que passará a apresentar quinzenalmente cerca de 4 minutos, num total de seis episódios, pensados para funcionar também neste formato curto e com continuação, mas que, mais tarde, serão todos integrados numa única curta-metragem. A ideia desta antestreia no programa do Alvim veio dos muitos convites que o Capitão me tem vindo a fazer para, e estou a citar, fazer lá qualquer coisa. No início desta 2.ª temporada resolvi aceitar e desafiei o Bruno e o Eduardo para levarmos o nosso "Má Onda" para o programa do Alvim.
Como escrevi há pouco, foi mesmo em cima da hora que recebi a notícia de que o "Má Onda" iria mesmo avançar hoje, pelo que não tive oportunidade de o anunciar aqui no blog em tempo útil. Mas pronto, está a estreia feita, espero que tenham visto e gostado. Alguns problemas de som, que contamos estejam resolvidos no 2.º episódio, e um problema que ainda não percebi qual foi que levou a que, na transmissão, a cor fosse mais esverdeada do que era suposto. Mas enfim: o Hulk também é verde hoje em dia por causa de um erro de impressão no 1.º número, portanto isto até é capaz de ter sido um bom augúrio.
Conto falar mais do "Má Onda" aqui e estamos a preparar um site e um trailer para colocar online. Vou dando notícias. Entretanto, se perderam hoje este 1.º "Má Onda", fiquem atentos às repetições do "Boa Noite Alvim", quarta-feira às 2h00, quinta às 5h00, ou, num horário mais simpático, no domingo às 23h00.
Má Onda!
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Tópico: Cinema, Má Onda (Bad Vibe), Mobile, Projectos, Tech, Trabalhos, TV, Web
segunda-feira, outubro 08, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
São notícias destas que fazem um homem tornar-se religioso

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Tópico: Cinema
Uma nota tardia ainda sobre o caso Andrew Meyer
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Tópico: Blog













