domingo, julho 08, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
quinta-feira, julho 05, 2007
Estreia hoje - URGÊNCIAS 2007
Peças curtas de Inês Menezes, Joaquim Horta, José Luis Peixoto, José Maria Vieira Mendes, Mickael de Oliveira e Rui Cardoso Martins Interpretação Cláudia Gaiolas, Fernando Luís, Joaquim Horta, Margarida Cardeal, Rita Brütt e Tónan Quito Coordenação artística Filipe Homem Fonseca e Tiago Rodrigues Cenário e desenho de luz Thomas Walgrave Video Bruno Canas Sonoplastia e DJ’s ALX e RIOT Encenação Tiago Rodrigues Co-produção Mundo Perfeito, Produções Fictícias e Teatro Maria Matos
Hoje, dia 5, às 21h30, sobe ao palco do Teatro Maria Matos a 3.ª edição de um projecto ao qual estou ligado desde o início, em 2004, como um dos autores. A relação de trabalho que tenho vindo a desenvolver com o Tiago Rodrigues, quer nas edições anteriores das Urgências quer no Azul a Cores, tem neste espectáculo uma variante, uma vez que o Tiago, encenador deste espectáculo, me convidou a dividir com ele a coordenação artística das Urgências 2007. Pude assim abordar o teatro de um prisma diferente daquele a que estou habituado, e ter o primeiro contacto com textos de autores vindos das mais diversas áreas a quem foi colocada a questão “O que é que tens de urgente para me dizer?”; tive a oportunidade de discutir soluções, contribuir com ideias, ao nível do espectáculo como um todo, uma unidade que se pretende mais coesa do que nas edições anteriores, ao mesmo tempo que confere uma maior individualidade a cada uma das peças de cada um dos seis autores. Pude trabalhar novamente com o Bruno Canas (embora a sensação seja a de que, pelo menos desde o fim de Maio do ano passado, ainda não parámos de trabalhar juntos, não só na montagem a conta-gotas da versão filme de Azul a Cores como no episódio mais recente da Snack TV) e descobrir grandes afinidades musicais com ALX e RIOT (dos Buraka Som Sistema), os dois DJ’s que irão, todas as noites, construir a banda sonora do espectáculo. Reencontrei actores cujo trabalho, de ano para ano, encontro mais razões para admirar, gente como a Margarida Cardeal, a Cláudia Gaiolas, o Tónan Quito, o Joaquim Horta, e o Fernando Luís (ainda ontem, ao rever alguns episódios de Bocage em DVD, voltei a assistir maravilhado à brilhante interpretação que o Fernando Luís faz de António Bersane), e pude trabalhar com actores novos, neste caso uma actriz, Rita Brütt, que conheci durante os workshops dados por mim e pelo Tiago o ano passado no Maria Matos. O ensaio geral acabou há pouco e a vontade de abrir as portas para o público é imensa. Acho que o público que tem vindo a acompanhar as Urgências vai sentir uma grande diferença em relação aos anos anteriores. As Urgências 2007 continuam a seguir a lógica ‘textos escritos hoje, encenados hoje, para subirem ao palco amanhã’, mas têm uma vertente multidisciplinar que - esperamos - oferecem uma experiência mais rica a quem assiste, mais actual, mais de hoje. Porque um espectáculo de teatro anual que se pretende dos dias de hoje tem forçosamente de mudar de ano para ano, não só no conteúdo, mas também na forma e na abordagem. Quem eventualmente não esteja para queimar as pestanas a ler este post extenso e sem parágrafos, veja a microversão ultra-condensada neste meu depoimento para a PFTV:E assistam aqui ao depoimento do Tiago Rodrigues:
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Tópico: Música, Projectos, Teatro, Teatro Maria Matos (Lisboa), Trabalhos, Urgências, Workshops
quarta-feira, julho 04, 2007
Óbitos
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5:23 da tarde
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terça-feira, julho 03, 2007
Hoje - 18h30 - Fnac Chiado - Apresentação da série BOCAGE em DVD
Compareçam!
segunda-feira, julho 02, 2007
A 3.ª edição
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3:46 da tarde
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Porque nem todos suspiram por Paris
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12:17 da tarde
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O que interessa é a beleza interior
Assim que o iPhone saíu nos EUA (na Europa só depois do Verão), a equipa do iFixit fez com o aparelho aquilo que faz com tudo o que é Apple: desmontou-o e deu a conhecer ao mundo os responsáveis pelo fabrico de todos os seus componentes. A descobrir aqui.Entretanto, se quiserem ver alguém a tentar abrir um iPhone com bastante menos perícia, assistam a este video. Parece óbvio que estes rapazes nunca ouviram a expressão "é mais jeito que força", nem tão pouco uma das máximas de P.J. O'Rourke, "Never fight an inanimate object".
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domingo, julho 01, 2007
Antes de falar dos concertos de Type O Negative (no Coliseu) e Metallica (no SBSR), algumas notas acerca do 1.º dia do festival
Há também um tipo de personagem que abunda pelos concertos de qualquer tipo de música, mas que está particularmente presente nos casos em que a sonoridade é mais pesada. Falo daqueles que fazem questão de atrair sobre si a atenção de toda a gente que os rodeia, como se estivessem a competir com os artistas que estão em palco. Querem cantar mais alto, saltar mais alto, mostrar que sabem as letras de todas as músicas (mesmo que em línguas desconhecidas para o resto do mundo) e abanar a cabeça de forma a que os seus cabelos batam na cara de quem está ao lado (doentio, pouco higiénico, e faz cócegas no nariz). Essas pessoas são, em 99% dos casos, extremamente baixas, de tal forma que não conseguem ver o palco, e por isso têm de arranjar alguma coisa com que se entreter (ouvir a música não chega, para tal tinham ficado em casa – e que maravilha para todos isso teria sido, hein?).
Dica: uma das melhores maneiras de “furar” a multidão e encontrar um lugar mais próximo do palco é seguir alguém maior do que nós, e que, tendo o mesmo propósito, deixe atrás de si um trilho que nos permita avançar atrás dele. Mas atenção: corre-se o risco de essa pessoa encontrar de repente um lugar que lhe agrada, a ele e aos seus dois metros de altura, mas que nos deixa apenas com a visão das suas costas e nuca, encurralados, sem espaço para recuar ou avançar.
Agora sim, acerca do festival: o Parque Tejo, ai o Parque Tejo
Não sei quem se terá lembrado que o Parque Tejo é um bom local para realizar um festival destas dimensões. Depois do desaire de 2005, ano em que cá estiveram, por exemplo, Pixies, Lenny Kravitz e Massive Attack, e em que faltou a bebida e a comida, a organização do SBSR parece que conseguiu já o ano passado resolver a questão dos comes e bebes. Este factor não tem relação com o local, mas o mesmo não se poderá dizer da acessibilidade, que este ano bateu no fundo (e refiro-me claro está apenas ao que aconteceu no primeiro dia, uma vez que os restantes ainda não aconteceram e a minha costela de Maya não é, graças aos céus, muito pronunciada). Quando falo em acessibilidade refiro-me a sair dali. Primeiro, a saída do recinto, um pequeno arco que afunilou as mais de 35 mil pessoas que, depois da actuação dos Metallica, se dirigiam para a saída, ao ponto de obrigar à retirada de algumas das protecções circundantes para que todos pudessem sair sem aquela sensação aborrecida de estarem a ter os pulmões comprimidos ao ponto de não conseguirem respirar, sentir os cotovelos vizinhos a empurrar-lhes as costelas para dentro, e ter os pés esmagados de 5 em 5 segundos (experiência deveras agonizante para mim, devido à minha velha e fiel unha encravada que, fã de metal como é, não pôde deixar de comparecer ao concerto). Alguém, no meio da multidão que avançava a uma velocidade de 1,2cm por minuto, disse às tantas: “Fazem festivais há tantos anos e parece que ainda não aprenderam”. Logo depois pareceu-me que a mesma voz se tornou mais aguda enquanto soltava um uivo de dor, mas cedo percebi que agora era eu que gritava, depois de mais uma pisadela na unha companheira.
Depois há a questão de o Parque Tejo estar localizado numa área já pertencente ao concelho de Loures, o que leva a que não possa existir ali uma praça de táxis (isto foi-me dito por um taxista de Lisboa que não me soube responder porque é que os taxistas de Loures também ali não estavam). O que havia era meia dúzia de autocarros da CP, na proporção de um autocarro para cada 10 carrinhas da polícia e para cada 100 agentes, mais coisa menos coisa (mas não acredito estar muito longe dos números exactos). Cada bilhete de autocarro custava 3 euros, e mesmo quem tivesse o passe L123456789 teria de pagá-los. Dava direito a ida e volta, mas isso para quem não tinha ido para ali num desses autocarros fazia tanto sentido como o baixíssimo número de autocarros disponíveis. A frota, declaradamente insuficiente para dar vazão a tanta gente, confinava grandes pazadas de pessoas no mínimo espaço possível - aliás, além do possível, de tal maneira que se os autocarros tivessem escrito “Bom Petisco” na lateral poderiam facilmente confundir-se com latas de sardinha em óleo vegetal (a parte do óleo tem a ver com o compreensível estado dos cabelos do público depois de um dia de concertos).
O que uma situação destas faz ao trânsito é pará-lo, e quase todos aqueles que levaram carro para o local se arrependeram ao perceber as longas horas de engarrafamento que as esperavam, a apenas algumas horas de outros engarrafamentos que teriam eventualmente de suportar na manhã seguinte quando se dirigissem para os seus empregos, alguns com mais tempo de fila que de concerto e de sono. E convenhamos que perder horas de sono por um concerto é uma coisa, outra é perdê-las por causa de engarrafamentos. Dá-me ideia que é piorzito.
Aqueles que, como eu, optaram pela caminhada de quase uma hora até ao CC Vasco da Gama, tiveram a certeza de terem feito a escolha certa quando, já com mais meia hora de espera na praça de táxis, viram os autocarros “Bom Petisco” que tinham saído do Parque Tejo a chegarem finalmente à Gare do Oriente. Caminhar tanto significou dores nas pernas e pés (a unha encravada, raisparta), mas ter viajado num daqueles autocarros teria significado dores no corpo todo, e creio que na alma também. Talvez já tenham visto o spot televisivo do festival, em que uns zombies acabam de aterrar e estão no aeroporto a recolher as bagagens. Pois esqueçam o pormenor do aeroporto: aquele é o aspecto de quem vi sair naquela noite dos autocarros da CP.
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quarta-feira, junho 27, 2007
Grandiosa noite a que se prepara
"Am I good enough for you?"
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3:54 da tarde
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Tópico: Música
terça-feira, junho 26, 2007
O caso Chris Benoit
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Tópico: Blog
Mashpop and punkstep
O álbum de estreia, Your Music Is Killing Me, sai em Agosto.
Video de Hoogerbrugge.
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segunda-feira, junho 25, 2007
Hora H: Ligar é Amealhar
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8:53 da tarde
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"Isto termina fatalmente por um crime ou por uma revolução" *
*Júlio de Vilhena no jornal Popular, Outubro de 1907.
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Tópico: Argumento, Escrita, Guião, Projectos, Regicídio, Trabalhos, TV
domingo, junho 24, 2007
Hoje é dia nacional do cigano
Notas sobre o video aqui.
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8:27 da tarde
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Tópico: Blog, Cebola Mol, Música, Projectos, Samba Roulotte, Trabalhos, Video
sexta-feira, junho 22, 2007
"O fabrico de bombas entre nós não occupa indifferentes"
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Tópico: Argumento, Escrita, Guião, Projectos, Regicídio, Trabalhos, TV
Uma raridade
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quinta-feira, junho 21, 2007
Virgens loucas - apocaliptus mix


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terça-feira, junho 19, 2007
Throw it on me
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6:16 da tarde
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segunda-feira, junho 18, 2007
Hyungkoo Lee
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Tópico: Animação, BD, Escultura, Fotografia
sábado, junho 16, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
Os Beastie Boys não fazem discos pedidos
E tocar era a palavra, porque os Beastie bem que puseram a mão na massa (guitarra, baixo, contrabaixo, teclas e bateria), demonstrando ali à frente de toda a gente que, para além de sharp dressed, também são grandes músicos. Ora, o detalhe é que grande parte dos presentes não parecia disposta a assistir a um concerto dos Beastie Boys, mas sim à ideia que tinham do que um concerto de Beastie Boys deveria ser. Enquanto o trio, muito bem acompanhado pelo DJ Mix Master Mike e o percussionista Alfredo Ortiz, deambulava pelos menos conhecidos temas instrumentais (que não tarda vão começar a soar num concerto na Aula Magna onde o rap não vai ter lugar), houve quem reclamasse. O ambiente geral esfriou, os BB deram pela coisa e admitiram: se não estão para aqui virados, a malta vai já para os hits. E depois de mais uns hits, resolveram sair - como fizeram notar - enquanto a coisa estava no topo, até porque (sic) "amanhã temos um concerto muito importante. "
"Sabotage" fechou um concerto que seria perfeito assim a maior parte do público tivesse entrado na onda do que os Beastie Boys tinham preparado para a noite. Uma excelente hora e meia que me soube a pouco, de há tanto tempo que esperava para ver estes grandes senhores. Mas os bons espectáculos são mesmo assim: deixam-nos com vontade de mais.
Deixo aqui algumas fotos que tirei com o telemóvel (este não tem o monitor partido, mas nem por isso as fotos são melhores). Cliquem nas imagens para vê-las em tamanho maior.




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Tópico: Música
sábado, junho 09, 2007
Raw: há pouco no Pavilhão Atlântico


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Tópico: Blog
quinta-feira, junho 07, 2007
O pioneirismo tem destas coisas
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6:32 da tarde
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Tópico: Projectos, Snack TV, Tech, Trabalhos, Videocast, Web
quarta-feira, junho 06, 2007
sábado, junho 02, 2007
Vai um Snack?
Para que possam alimentar os vossos iPods, Zens e afins, este último Snack TV também já está disponível via
iTunes,
Lusocast
e ZENcast.
Como de costume, para ver o mobisódio no telemóvel basta fazer o download aqui.
E já sabem, também podem aceder ao feed e escolher o agregador que mais vos convém, ou ver os episódios no meu vlog FHF.Blip.tv, e, para maior tamanho e resolução, no meu vlog do Blogger.
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9:34 da manhã
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Tópico: Mobile, Mobisódios, Projectos, Snack TV, Tech, Trabalhos, Video, Videocast, Web













