quinta-feira, março 29, 2007

Cebola meets Noir

Existe já uma tradição, exponenciada pelo YouTube, de videoclips dos mais diversos temas feitos com imagens de anime mais ou menos conhecidos. Mas este adepto do AMV, o mihuralopes, ousou ir aonde ninguém havia ainda plantado pé, e criou este videoclip com imagens de Noir para "Os Mês Irmões Baterem-me", mais exactamente a versão que tocámos ao vivo na Rádio Comercial, no final de 2000, naquela que foi a primeira aparição dos Cebola Mol em público, emitida na rádio e também em video pelos refegos da internet abaixo. Nunca pensei ver chegar o dia em que Mirielle cantasse, ainda que em playback, um tema nosso. Obrigado ao ND pela descoberta.

quarta-feira, março 28, 2007

Alfredo Costa

"Foi no corrente de 1906 que Raul Pires apresentou no Gelo um rapaz de vinte e oito anos, alto, desengonçado de corpo, de uma fisionomia séria, quase triste, a que ninguém ligou importância. Grandes olhos castanhos, lentos a mover-se, com uma fixidez que parecia de sonâmbulo e era de atenção, um nada de barba loura no queixo, o nariz levemente amolgado sobre a esquerda. É provável que uma tuberculose descurada, traiçoeiramente seguindo caminho, lhe achatasse o tórax, aguçasse os ombros e lhe imprimisse às costas uma quebratura já perceptível. (...) Era um homem de uma só peça, crente até o iluminismo interior, instruído o que basta para reconhecer que a vida se compõe numa tábua mais ou menos certa de problemas, de resultado dependente da vontade. (...) Alfredo Costa foi o homem, atirado para a cidade da aldeia alentejana, e que, dobrando-se sobre si, batido dos baldões, «se encontrou a marchar». Atrás, todo o atavismo da alma popular, opressões, tristeza, fatalismo, mansuetude de cordeiro. Pela frente, o torvelinho do século, luz e sombras, ideias confusas, ideias desordenadas, ideias; a vida com as facetas todas; o homem em todos os planos. (...) Para a improvisação intelectual de Costa, a revolução pregada em 1906-907 devia ser, com suas promessas de resgate, a ideia adequada. E daí até à paixão, o estado de consciência que implica uma aptitude desenganada para todos os extremos, a distância não era pequena.
Por uma vereda longa, mas directa, decalcada segundo tais tópicos, chegou Alfredo Costa ao regicídio. Olhe-se para ele, lá longe, ao despedir da planura alentejana, tão cheia de ascetismo que parece destinada a implantarem-se ali calvários ululantes de supliciados. Que trouxe com ele, envolto no roto sudário mouro, mal passado nas águas cristãs, que não fosse rebeldia latente, noção da própria mesquinhez, fome de humanidade? O transporte da vida para um plano sobrenatural deixa o Alentejano indiferente."

in Um Escritor Confessa-se,
Aquilino Ribeiro.

terça-feira, março 27, 2007

Gnngngngnaaaaaaaaaa

(e vê-se bem sem som)

segunda-feira, março 26, 2007

A baleia branca e os presidiários

Razões para não largar a RTP 1 a partir da meia-noite e passar o dia de amanhã em modo-zombie: às 00h25, dose dupla de PRISON BREAK, com os dois episódios da primeira temporada. Vai ser assim todos os dias da semana, por isso, se não viram ainda, aproveitem agora para depois pegarem na segunda temporada com conhecimento de causa. E vale bem a pena o esforço de ficar acordado até mais tarde, isto para quem não goza do conforto de um gravador de video ou do desconforto de insónias que matam devagarinho mas sempre proporcionam um tempo extra (paradoxal, no entanto fofo).

Depois, às 2h10, e assinalando o Dia Mundial do Teatro (bem que podia ser um bocadinho mais cedo, hein?, assim mais parece a Madrugada Mundial do Teatro), podemos ver os bastidores de MOBY DICK, a adaptação teatral que a Maria João Cruz fez do romance de Herman Melville, com encenação do António Pires e com Miguel Guilherme no papel do capitão Ahab. Vão valer a pena as olheiras amanhã.

Wish list


Cherry (Rose McGowan) de GRINDHOUSE - a action figure!

Via CMDStore, onde também se pode encontrar a action figure de Tarantino no papel de Violador n.º1.

Mais sobre GRINDHOUSE aqui.

O que eu sei é que amanhã uma grande percentagem de taxistas vai andar de peito inchado

Salazar não desilude e volta a vencer uma votação. 41%. Badabum! E havia dúvidas? Não resisto a publicar aqui novamente o sketch que fiz para o Pior Português: Salvo erro, Salazar é fixe! Após o anúncio da vitória, Odete Santos gritou em estúdio: "A apologia ao fascismo é proibida pela Constituição!". Falou em branqueamento do passado, em tristes sinais dos tempos, mas concluiu dizendo que o mundo não terminou. Claro que não, isso será aquando da morte de Fidel. Por outro lado, Paulo Portas não conseguiu disfarçar a alegria pela vitória de Salazar, e isto apesar de lá ter ido para defender D. João II. Portas até colocou uma gravata de propósito para o evento, coisa que nos últimos tempos tem dispensado. Haja alguma coisa que lhe corra bem. Pois claro que esta vitória resulta de um voto de protesto contra a actual classe política (governantes e oposição), pois claro que é um sinal do país que temos. É um voto que resulta do falhanço que foram estes últimos 32 anos no campo da educação, como disse Leonor Pinhão. Um falhanço que poderá trazer consequências cada vez mais perigosas, porque o passatempo televisivo (como Maria Elisa faz questão de sublinhar a cada minuto) de hoje pode ser o dramático problema social e político de amanhã. E é também um voto que resulta da militância dos nostálgicos do Estado Novo, mesmo os que ainda não eram nascidos (talvez principalmente os que ainda não eram nascidos), que desejavam de tal forma a vitória do professor que até ganharam estomâgo para votar. Alguns. Nas imagens que se seguem, caso não tenham visto ou não se recordem, há mesmo quem diga que não vota, nunca. Talvez hoje, à "boca das urnas", tenha mudado de ideias. Mas já não ganhou os 2o euros que lhe tinha oferecido para estourar em mines de cerveja. Senhores ministros, primeiros-ministros, presidentes da República e líderes da oposição das últimas três décadas, a vitória hoje de Salazar também é vossa.

domingo, março 25, 2007

Pelo menos foi a eleições directas

Não fosse a vitória certa de Salazar nos Grandes Portugueses, e poder-se-ia dizer que D. João II, defendido por Paulo Portas, acabou prejudicado por toda esta peixeirada no CDS-PP.

A propósito da final dos Grandes Portugueses...


...que será exibida hoje às 22h10 na RTP 1, fiquem com este sketch do Contra que fizemos há umas semanas, em que os dois únicos poetas presentes nos dez mais se envolvem num combate que seria até à morte, não se desse o caso de já estarem os dois mortos (o sketch inclui a meio uma paródia que fizemos ao spot publicitário de uma conhecida marca de carros, a ilustrar o resultado do referendo ao aborto). Aposto que o vencedor do concurso será outro falecido, um que também já pusemos a cantar no Contra (vejam aqui).

Stabat Mater

Antonio Tarantino, um pintor que, depois dos cinquenta anos e a seguir ao divórcio, começa a escrever teatro. Stabat Mater, um texto brutal, elíptico, uma mãe que procura o filho. Uma interpretação visceral e genial de Maria João Luís, que lhe valeu já o prémio da Associação de Críticos de Teatro, a que tive o privilégio de assistir ainda o ano passado. Falo de uma das melhores actrizes que temos no nosso país, daquelas de quem facilmente se pode dizer "é excelente em qualquer parte do mundo". Inesquecível a sua interpretação de Maria Cecília Bersane, personagem da série Bocage que eu e o Mário Botequilha escrevemos para ela. Mas em Stabat Mater, Maria João Luís atinge níveis de intensidade, rigor e brilhantismo que não me lembro de ver antes. E que nunca tinha antes visto em teatro. Um texto brilhante, uma actriz genial, numa encenação de Jorge Silva Melo dos Artistas Unidos, num espaço que, não sendo uma sala de teatro, é um dos melhores sítios para fazer e para ver teatro; um espaço perfeito, pelo menos, para esta peça. Que voltou ao Convento das Mónicas, já em 2007, e termina hoje as suas exibições. Ultima oportunidade, a não perder de forma alguma.
Mais informação aqui.

quinta-feira, março 22, 2007

O «Plan 9 From Outer Space» dos filmes de artes marciais

Há que dizê-lo: Godfrey Ho é um génio. Um realizador que, durante 25 anos, trouxe ao mundo dezenas de filmes com a palavra “ninja” no título. Com uma produção que rondava os sete e oito filmes por ano (em 1987 chegou aos 18 filmes, 16 deles – lá está – contendo a palavra “ninja” no cartaz). Todas as combinações possíveis foram pensadas por Mr. Ho para dar nome às suas películas: “Ninja: Silent Assassin”, “The Ninja Showdown”, “Ninja Phantom Heroes”, “Bionic Ninja”, “Death Code: Ninja”, “Cobra vs. Ninja”, “Zombie vs. Ninja” e tudo o mais que possam imaginar – Godfrey Ho chegou lá primeiro.

O segredo da abundante produção deste realizador de Hong Kong, capaz de rivalizar com os prolíficos profissionais indianos de Bollywood, é a sua abordagem inovadora à sétima arte. Ho conseguia fazer sete filmes pelo preço de um, filmando cenas em que ninjas executavam lutas e cabriolas e depois repetindo essas cenas em filmes diferentes. Era só preciso rodar mais umas poucas sequências em que o protagonista e o big-bad-boss aparecessem de cara descoberta e, quando chegava a altura da porrada, apareciam vestidos de ninja – cara tapada – e lá entravam as cenas avulsas. A história é cosida com os pés, os diálogos são de um ridículo delicioso, os actores sublimemente péssimos… que diabo – TUDO nos filmes de Ho é tão mau, mas tão mau, que se torna hilariante.

De uma adolescência passada a ver grande parte da obra deste grande senhor (sem na altura me aperceber que os vários Ninja-qualquer-coisa eram na sua grande maioria de Godfrey Ho, às vezes sob um dos seus muitos pseudónimos), aquele que me marcou como um ferro-em-brasa marca um novilho foi (salvo erro, porque nunca mais voltei a vê-lo desde então) “Ninja Force of Assassins”, de 1988. Foi neste filme, se não estou enganado, que encontrei uma das mais reluzentes pérolas do cinema série Z, na forma deste diálogo que guardo até hoje como exemplo máximo do que é falar sem dizer nada, dizendo tudo. Previno que a minha transcrição não fará jus à cena. Há que vê-la para conseguir abarcar a sua magnificiência. De qualquer maneira, aqui vai, de memória:

O Ninja Branco (portanto, o Ninja das Forças do Bem, porque os Maus eram sempre os Ninjas Negros), vestido à civil, provavelmente o actor Mark Tyler naquele que foi o seu primeiro e último papel no cinema, entra no quarto de hospital, onde o seu amigo está imóvel na cama, em péssimo estado depois de ter levado uma sova, enfaixado da cabeça aos pés, só com boca e olho e meio de fora. Ao vê-lo assim, o Ninja Branco fica chocado (e, meu deus, a forma soberba como Mark Tyler faz de chocado).

Ninja Branco:
Quem é que te fez isto?

Amigo (com dificuldade): Ninja…

Ninja Branco: Ninja??!

Amigo: Ninja.

Ninja Branco (levantando o punho como quem promete vingança): Niiinjaaa!

Ora, isto é brilhante em qualquer parte do mundo. E tenho a dolorosa consciência de que, por mais anos que viva, nunca estarei à altura de escrever pepitas de ouro deste calibre, provavelmenre rabiscadas pelo próprio Godfrey Ho num guardanapo de papel enquanto se sentava numa sala de montagem para elaborar mais uma das suas inolvidáveis cenas de luta e piruetas entre ninjas.

Curiosamente, não é por causa de um filme de ninjas que este post aconteceu. Tem a ver com aquela que é, ao que consta, a obra-prima de Godfrey Ho, aquele que é por muitos chamado de o Plan 9 From Outer Space dos filmes de artes marciais. Falo de “Undefeatable”, de 1994, que nunca tive a felicidade de ver, mas que, agora que o conheço, me deixa em pulgas. Passando pelo blog do Nuno Duarte, deparo-me com isto. Não sei se será a prova definitiva do génio de Godfrey Ho, mas é pelo menos uma bela amostra. Nesta sequência de luta fica bem patente outro dos inigualáveis talentos de Ho: os actores que escolhia eram sempre um acontecimento por si só. Reparem bem na superior capacidade de interpretação e no penteado de Don Niam. Assombroso, com tudo o que a palavra tem de assustador. E a colher de café na mousse de chocolate que é a frase final, pela voz da protagonista Cynthia Rothrock, a diva do mundo das artes marciais.

Infelizmente, há cerca de dez anos que Mr. Ho se retirou. Resta-nos o consolo de saber que pequenas migalhitas do seu saber andam a ser passadas às novas gerações, uma vez que hoje em dia Godfrey Ho dá aulas de cinema.

terça-feira, março 20, 2007

Sobre a 3.ª temporada de LOST


As boas notícias são que hoje estreia a 3.ª temporada de LOST na Fox, às 22h15. As más: preparem-se para um amargo de boca. Os seis primeiros episódios, exibidos na ABC no ano passado, definem-se com um "aquilo pouco ou nada desenvolve". Se esperam soluções para os inúmeros mistérios acumulados, desenganem-se. Existem algumas respostas, lá mais para a frente, mas daquele tipo de respostas que não oferece soluções, apenas dá origem a mais perguntas.

A série tem sido alvo de duras críticas, as audiências caíram bastante, e a comunidade de fãs queixa-se de alguma frustração. Para o segundo arranque da 3.ª temporada, já em Fevereiro deste ano, a ABC decidiu mexer na grelha de programas e colocar LOST uma hora mais tarde, o que também não agradou aos espectadores. Dos 9 episódios que vi dos 10 ou 11 que foram exibidos até agora, confesso que só o oitavo me fez titilar. O que é hoje exibido na Fox, o primeiro, tem uns simpáticos minutos de abertura, pela diferença de perspectiva, mas nenhum desenvolvimento narrativo significativo.

Numa entrevista recente à Entertainment Weekly, o co-criador Damon Lindelof foi confrontado com a pergunta que escarafuncha a cabeça de praticamente todos os seguidores da série: existe um plano de como LOST é suposto evoluir, ou a equipa de argumentistas está apenas a acrescentar camadas e mais camadas de mistério, por não haver uma direcção definida? Lindelof garante que nada do que foi apresentado até agora é gratuito, tudo tem uma razão de ser, e tudo terá uma solução.

Segundo o também produtor executivo, quando arrancou a primeira temporada de LOST não havia certezas de quantos episódios a série ia durar, pelo que se apressaram a plantar todas as perguntas o mais cedo possível. A partir do momento em que souberam que tinham mais um temporada pela frente, ficaram com mais tempo para contar a história que, de acordo com Lindelof, sempre quiseram contar. A nova pergunta que se levanta é: e a história é assim tão densa que aguente 100 episódios? (sim, porque 100 é, ao que parece, o número total de episódios que a ABC acordou com os produtores de LOST há umas semanas atrás, o que significa que a série está, ao 10.º episódio da 3.ª tenporada, mais ou menos a meio). Poderemos esperar mais "enchimento de chouriço", ou vamos assistir a avanços da narrativa? Damon Lindelof promete surpresas avassaladoras, e coloca a fasquia muito alta ao dizer que é bom estarmos preparados para o que aí vem. "Aí" leia-se, lá para o 12.º episódio, talvez.

Sou grande fã de LOST (apesar de, tenho de confessar, HEROES ter agora o lugar cimeiro na minha lista de preferências), e, aconteça o que acontecer, considero que a série já alcançou o estatuto de uma das mais revolucionárias da história da televisão. Mas é também exactamente por essa razão que me recuso a acreditar que os nossos amigos da ilha vão evoluir para o simples descalabro. Prefiro acreditar nas palavras de Lindelof e pensar que muitas e gloriosas surpresas nos esperam. E, mais que surpresas, soluções.

Esta 6.ª feira...

...há fotoon Salvo Erro no IP.

(esta imagem é apenas um pormenor)

domingo, março 18, 2007

Perspectiva imobiliária do derrotismo

A vida como uma vista para o rio cada vez mais tapada por um prédio em construção.

quinta-feira, março 15, 2007

quarta-feira, março 14, 2007

O Snack TV mais recente já está disponível nos canais do costume

Para além de estar no You Tube, este último Snack TV já está disponível via
iTunes,
Lusocast
e ZENcast,
para que possam alimentar os vossos iPods e afins.
Também podem aceder ao feed, ou ver os videos no meu vlog ou na Blip.tv.

segunda-feira, março 12, 2007

Salvo Erro SNACK TV com Fernando Alvim


Estive na 5.ª feira passada na Restart para participar como convidado num talk-show escrito, produzido e realizado por alunos (olá JH, olá JVN). O outro convidado era Emídio Rangel, o tema era os new media, e o anfitrião - Fernando Alvim. Não o via há um camadão de tempo, por isso decidi registar o momento em video para a posteridade. Agradecimentos ao Vitor Hugo da Restart por ter feito a câmara de interiores em que eu e o Alvim aparecemos juntos. Aqui fica então, acabadinho de montar, o Snack TV do meu reencontro com o inefável capitão.

domingo, março 11, 2007

Contra: 50 Anos da RTP

Se não viram na semana passada, ou querem rever, não se esqueçam: hoje às 12h30 repete o CONTRA ESPECIAL 50 ANOS DA RTP, em que passámos revista por vários dos momentos altos da História da estação. Da chegada do homem George W. Embuste à lua, passando pelo Verão Azul do governo e da oposição, a Animação de Vasco Granja e os seus desenhos animados de leste que inspiram as crianças Cassete Carvalhas e Dona Odete, o Um Contra Todos com a participação de Bimbo da Costa, o Diz que é Uma Espécie de Governo de Esquerda dos Ministros Fedorentos, até à prestação de José Trocas-Te no Festival da Eurovisão, com uma nova versão de "Playback" de Carlos Paião intitulada "Simplex". Aqui fica um aperitivo.

À Procura do F.I.M.



A peça é para crianças mas a garantia é a de que os graúdos também vão gostar. "À Procura do F.I.M." é da autoria do Nuno Duarte e da Susana Romana, com coordenação da Maria João Cruz, a partir da banda desenhada original do Nuno Artur Silva e do António Jorge Gonçalves. Nas palavras do ND, "tem aventuras, reis e rainhas, combates de capa e espada, robôs iluminados, uma heroína despassarada, revoluções, convoluções e viagens no tempo." A música é do grandioso Gimba, cereja no bolo que é esta produção da Plano 6 em parceria com as PF, e que conta, de forma divertida, a História de Portugal em 60 minutos. A viagem de Bárbara e o seu Fixador de Imagens Momentâneas (F.I.M.) tem estreia marcada para hoje, às 16h00, no Teatro Tivoli.

sábado, março 10, 2007

Hoje - 22h - a estreia online do DEZbeta


Se ainda não o fizeram, registem-se aqui
e assistam à estreia online aqui
às dez da noite.

Mais informação aqui.

All work and no play makes Phil a dull boy


The Shining (1980), de Stanley Kubrick.

Matar um Rei

Há lá coisa melhor para fazer numa 6.ª feira à noite.

Mais sobre a série do Regicídio aqui.

Imagem via Abrupto.

sexta-feira, março 09, 2007

Buscas no Google que vieram dar aqui ao estaminé


O Statcounter oferece um serviço que permite saber por que via alguns leitores chegam a este blog, inclusive quais as buscas feitas no Google em que o Salvo erro aparece listado. Tomei assim conhecimento de que há quem recorra ao Google para encontrar fotos de homens com apenas um testículo, e de que aqui o estaminé aparece mencionado graças a este post. Vai-se a ver e eu até devia agradecer aos senhores da Textamerica, porque, de outra forma, o Salvo erro nunca teria recebido a visita de alguém com interesses tão peculiares. Caro(a) leitor(a) que procuras por este traço fisionómico específico, lamento não teres encontrado aqui o que procuravas, e, se mesmo assim aqui voltares, quero que saibas que te desejo boa sorte na tua quest. Acredita que prefiro pensar que esta busca é apenas fruto de um interesse doentio da tua parte, e não devida a seres tu próprio um homem com apenas um testículo à procura dos seus semelhantes. Experimenta em www.homenscomapenasumtesticulo.com. Um grande bem-haja.

E o julgamento da Fati lá decorre

Fátima Felgueiras arrepende-se de ter voltado do Brasil. É que no Rio de Janeiro sentia-se em casa. Não por causa do bom tempo, das praias, e do samba, mas por causa do elevado índice de criminalidade.

quinta-feira, março 08, 2007

A única banda heavy metal do Iraque


Parte 1 de 5, via VBS.tv.

Modéstia

Há pouco, durante a gala comemorativa dos 50 anos da RTP, Nuno Santos prestou homenagem a Carlos Cruz dizendo "Ele é o melhor de todos nós". Modesto, assistindo ao programa em sua casa, Carlos Cruz terá dito: "O melhor do mundo são as crianças".

quarta-feira, março 07, 2007

When Worlds Collide II

O meu contacto em Belém recusa-se a avançar detalhes acerca do jantar, mas enquanto falava com ele ao telefone consegui ouvir ao fundo a voz de Al Gore dizendo em português fluente: "Não, senhor presidente, infelizmente o aquecimento global não pode ser evitado com a construção de uma mega-marquise de alumínio".