sexta-feira, fevereiro 16, 2007
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Porque ontem foi dia dos namorados (e eu ainda estou imbuído no espírito salazarista)
- folheto via Passarola Quer Voar
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Tópico: Blog
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Pareço uma menina à porrada
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A propósito de alguns comentários e mails que recebi a propósito do HORA H
O primeiro episódio de HEROES nem de longe nem de perto me encheu as medidas (e isto apesar de tratar de um universo que me diz muito, ou talvez por isso), mas deu para perceber que estavam ali as fundações de algo com enorme potencial, o que se veio a confirmar. Para dar outro exemplo, e a nível de comédia, LITTLE BRITAIN (e, volto a referir, com as devidas distâncias - não estou para que venham depois dizer "olha-me este a pôr-se em bicos de pés e a pôr o trabalho dele ao nível dos Little”; embora, devo também dizê-lo, ache o Herman José pelo menos tão bom quanto David Walliams e sem dúvida melhor que Matt Lucas). A primeira vez que vi não bateu. Depois entranhou-se. E hoje em dia ao rever o primeiro episódio de LITTLE BRITAIN dou por mim a rir como não ri quando o vi pela primeira vez. Porque funciona numa lógica de habituação. É nesse sentido que falei em "primeiro tijolo", referindo-me ao primeiro do HORA H. Foi um episódio de primeiro contacto com personagens e com situações.
O que aconteceu não foi muito diferente das primeira reacções que tivemos à HERMAN ENCICLOPÉDIA, garanto, eu também fazia parte da equipa de autores e lembro-me bem. A net apenas veio apressar e exponenciar o velho boca-a-boca, que agora se faz via mail, blogs, iunouanaimine. E acredito que haja um certo desgaste por o Herman ter estado tanto tempo a fazer o HermanSIC, levando a que muita gente já estivesse, à partida, indisponível para gostar do programa.
Se estou a escrever isto não é, de forma alguma, para justificar o HORA H. Não me cabe a mim, nem como autor - muito menos como autor – fazê-lo, nem de forma alguma acho que precise. Quero apenas manifestar a minha opinião acerca do programa, que também a tenho, não só como autor – porque a opinião dos autores não tem forçosamente de ser a da maioria do público -, mas também como telespectador que sou. É nesta lógica que todos nós, equipa do HORA H, trabalhamos: tentar fazer conteúdos que gostássemos de ver na televisão, e esperar com eles conquistar o público. Não é uma lógica arrogante, de escrever para o umbigo; antes pelo contrário – é uma tentativa de cativar a audiência sem ceder a facilitismos, fórmulas com provas dadas, ou conteúdos adaptados.
Em relação ao horário a que o programa passa, e respondendo agora em particular ao comentário que me foi simpaticamente deixado neste post pelo aquehoras (e digo simpaticamente sem ironias): não tive, nem tenho, nem eu nem nenhum dos autores, nenhuma palavra a dizer acerca das horas de exibição do programa. É uma decisão da estação. Mandasse eu nas horas de exibição dos programas que escrevo, e nunca a PARAÍSO FILMES teria andado a saltitar na grelha de programas, de um dia para o outro e de umas horas paras as outras, nem nunca O INIMIGO PÚBLICO teria sido exibido depois da meia-noite, nem nunca BOCAGE teria passado depois das onze e meia da noite. Tanto quanto julgo saber, a decisão das dez e meia já estava tomada antes da exibição do primeiro episódio, e também posso dizer que as audiências não foram assim tão más como isso, antes pelo contrário (e a propósito de audiências, recordo que nem HERMAN ENCICLOPÉDIA, nem PARAÍSO FILMES, por exemplo, tiveram grandes audiências). Aliás, se formos a ver, o primeiro episódio do HORA H passou a um sábado, sim, por causa do referendo, mas já às dez e meia. O horário ou o dia a que passa qualquer programa que escreva preocupa-me apenas em função da regularidade, ou seja, se é para mudar de horário, sejam feitas promoções a avisar da mudança de horário. Em relação à competição com o GATO FEDORENTO, remeto novamente para este post do Markl. Gostei muito (sem ironias) do que o aquehoras escreveu a propósito do conceito de double feature (assistir aos Gatos e depois ao Herman):
“(…) a SIC aposta num programa de humor ao Domingo à noite sim senhor, mas não é para fazer concorrencia aos Gato Fedorento na RTP 1 pá, antes complementa toda uma hilariante programação de comédia pelos dois canais... aliás, até vão jantar juntas, RTP e SIC, um dia destes, para anunciar a nova, bem natural e duradoura amizade...”
Muito bem posto, eu não o diria com mais piada. Mas reafirmo que não faço ideia, nem eu nem nenhum dos autores, da lógica de quem decide a programação. Posso, isso sim, dizer que não vejo razões para que o episódio de sábado tenha de forma alguma influenciado qualquer decisão deste tipo, por parte de seja quem for. E discordo quando dizes “O programa não foi bom e ponto final.” Há opiniões positivas, bastantes, e aí o ponto final vai à vida. Respeito a tua opinião, e a de todos os que não as resumem a sentenças inócuas e gratuitas, mas convenhamos que não é generalizada. Maioritária? Talvez, não sei, mas a intenção é conquistar mais críticas positivas. Que diabos, a intenção é fazer rir. Tenho sempre muita cautela com este tipo de converseta, porque dá sempre ideia que um gajo está, de alguma forma, a tentar defender o seu trabalho. Nada disso. O que se passa é que se para o público dá um gozo do caraças ter logo ali à mão de semear uma chance de passar feedback do que vê, para um autor também é do catanélio receber directamente do público as suas opiniões e poder falar abertamente acerca do seu processo de trabalho, do bom e do mau que esse processo envolve. E como tudo isto é relativamente recente, andamos todos muito entusiasmados a opinar, a responder, envolvidos em discussões salutares que se tornarão cada vez mais usuais, mas talvez não tão “quentes”, no sentido em que por vezes há quem faça disto uma guerra. O que me dá um certo gozo: gosto – já aqui o disse – de conteúdos que não geram unanimidade, mas que despertam paixões antagónicas. Coisa para andar tudo à “porrada”, eu gosto, eu odeio, eu também, vamos fazer um clube.
Posto isto, resta-me agradecer pelo feedback, todo, o bom e o mau (obrigado também ao aquehoras, que apesar de não ter gostado põe a hipótese de que venha a ser um bom programa, e nos desejou bom trabalho; um abraço, meu caro), e esperar que esse feedback continue a vir. Isto assim tem - e apesar de termos de levar com muita cromaria - muito mais piada do que quando se demorava mais tempo a perceber a reacção das pessoas, acreditem.
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terça-feira, fevereiro 13, 2007
Estreia hoje Duas Metades
Até dia 18, às 21h30 (Domingo - 17h00),
no Pequeno Auditório da Culturgest.
Mais informações aqui.
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Tópico: Teatro
Now?
Fui hoje à loja da Vodafone no Vasco da Gama para adquirir um Sharp 903 que substituisse o que tenho actualmente, o 902, e que está mais morto que vivo. Desliga-se constantemente, bloqueia a meio das chamadas, mostra-se relutante em ligar-se de novo. Uma lástima. Mas não uma lástima tão grande como o que aconteceu a seguir na loja da Vodafone.Já tinha o telemóvel novo comigo, e o cartão pronto a fazer o pagamento, quando a moça da loja, enquanto olhava para o monitor à sua frente, começou a dar estalinhos com a língua - tsk! É muito mau sinal quando a pessoa que nos atende começa a fazer tsk!, normalmente significa problemas para quem está a ser atendido. E foi o caso.
Passou-se que o modelo que eu queria levar não estava na base de dados. Tinham o telemóvel para venda - aliás, como aqui disse, eu já o tinha nas mãos - mas, como não constava da base de dados, não podiam facturá-lo. Logo, não podiam vendê-lo. Logo, eu não podia levá-lo.
O now, o agora, o já, que serve de mote à Vodafone, transformou-se num volte daqui a meia hora a ver se o problema está resolvido. A ver. Portanto, era suposto eu esperar meia hora por uma resolução que o mais provável era não acontecer. Claro que, para a Vodafone, isto é uma gota microscópica no oceano de vendas que fazem diariamente, mas a verdade é que, por causa de uma trapalhada na base de dados, deixaram de vender hoje um telemóvel. Entretanto, cá estou eu com um telemóvel moribundo, que recebe chamadas quando lhe apetece, tira fotografias por favor, e bloqueia a seu bel-prazer quando as conversas não lhe agradam.
Tsk!
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Tópico: Música
HOJE - 22h30 - SIC NOTÍCIAS - GALA DO PIOR PORTUGUÊS DE SEMPRE - INCLUI REPORTAGEM SALVO ERRO, SALAZAR É FIXE!
Na segunda parte, momentos antes do anúncio do Pior Português de Sempre, na categoria político/personalidade que mais contribuiu para a ruína do país, será apresentada a minha reportagem, intitulada Salvo erro, Salazar é fixe!, que gravei faz hoje oito dias. Fui para a rua, junto com uma equipa de gravações da Farol de Ideias, tentar perceber o porquê de tantos portugueses sentirem saudades de António de Oliveira Salazar. Por mais preparada que eu levasse a reportagem, nunca esperaria encontrar as reacções que encontrei, o fascínio que os tempos do Estado Novo exercem sobre tanta gente, que preferia tudo como estava, ao ponto de Salazar ser um dos finalistas noutra votação que está a decorrer, a dos Grandes Portugueses. A minha quest, bem mais perigosa do que uma passagem pelo Iraque, levou-me por exemplo à antiga sede da PIDE, em Lisboa, onde depois da primeira entrevista comecei finalmente a perceber o significado de palavras como "o que a gente precisava não era de um Salazar, mas vinte ou trinta".
A última foto que tirei com o meu telemóvel antes que este enlouquecesse de vez: aqui estou eu no dia da reportagem, com a equipa que me acompanhou neste périplo pelos nostálgicos de Salazar - o Pedro Silva, o Luís Cabral, e o meu comparsa Nuno Duarte, cuja prestação nesta peça é imperdível.
Na passada sexta-feira foi altura de montar a reportagem e as entrevistas, ao lado do Ricardo Lisboa, mago do AVID que deu à peça um ritmo imparável. Foi engraçado voltar à sala de montagem da SIC, onde já não estava desde que por lá passara para montar as muitas reportagens que escrevi para a Joana Cruz nos tempos d'O Inimigo Público (TV). O resultado são cerca de cinco minutos em que vesti a pele de um repórter de exteriores, e deparei-me com saudosistas do antigamente que de bom grado trocariam um dia de Estado Novo por trinta e tal anos de democracia.
Não percam, hoje à noite, 22h30, na SIC Notícias, a Gala do Pior Português de Sempre.
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Eficaz
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Tópico: Música
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
O SIM ganhou
Fiquei abalado - não estou habituado a votar nos que ganham.
O que sairá mais barato: aborto por carregamento ou por assinatura mensal?
E quem quiser continuar a abortar em Badajoz, terá de pagar roaming?
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2:28 da manhã
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Tópico: Blog
Verificada a enorme taxa de abstenção no referendo, chega-se à conclusão de que houve mais gente a comentar a estreia do HORA H do que a votar
O que me agrada mais nesta resposta em massa é que não é unânime. Sempre preferi obras/produtos/cenas/coisas (o que lhe quiserem chamar) que não gerem unanimidade. Têm espaço para crescer e para conquistar novos públicos. Abstenho-me de invocar exemplos passados para ilustrar o facto, já foram sobejamente referidos. Outro ponto positivo é que, filtradas as opiniões de quem fundamenta o que diz, das inócuas e apenas provocatórias - que as há ao pontapé no meio das mais de duas centenas que, até agora, se acumulam no blog do Markl -, existem algumas pistas acerca do que poderemos melhorar no nosso trabalho. Mas nunca iremos - nem foi nunca essa a nossa intenção - criar algo que agrade a gregos e troianos, tanto mais que, como já referi, a julgar pela amostra de comentadores, o que agrada brutalmente a uns desagrada bastante a outros.
Haverá sempre quem deteste o programa. É muito bom sinal que gere paixões, de um ao outro extremo. Temos 41 episódios pela frente, um trabalho impossível de realizar caso não acreditássemos nele. Sempre foi nossa intenção arriscar e não jogar pelo seguro. Antes das sugestões de quem viu, está aquilo que planeámos fazer, aquilo que andamos a desenvolver há meses, e do que o episódio n.º1 foi apenas o primeiro tijolo. Não vamos começar já a deitar a casa abaixo só porque houve quem detestasse a casa só de olhar para o primeiro e único tijolo. Até porque houve igualmente quem gostasse. Deixem-me dizer-vos que achei um belo primeiro tijolo, e estou-me borrifando para quem possa pensar que eu, como um dos autores, não devia estar a dar a minha opinião sobre o programa. Mas até dou essa de barato e concentrarei aquilo que tenho a dizer na equipa técnica e de actores: parabéns a todos. Como, para além de autor, sou também fã do Herman, daqueles que queria muito que ele voltasse a ter um programa de humor sem entrevistas e tal pelo meio, estou radiante com este regresso.
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sábado, fevereiro 10, 2007
Notícias boas em qualquer dia da semana mas particularmente catitas num sábado
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16:52 - ÚLTIMA HORA - A 20th Century Fox vem dizer "calminha no fagote que o contrato para a sequela de Borat ainda não está assinado". A verdade é que não estou a ver como é que se pode repetir a fórmula original do primeiro filme; já a propósito de Bruno, Sacha Baron Cohen veio dizer qualquer coisa como "eh pá, eu agora sou conhecido cumó catano, as pessoas topam-me com mais facilidade e não embarcam na minha converseta". Disse assim, mais ou menos.
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4:03 da tarde
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Tópico: Cinema
Algumas FAQs a propósito do referendo de amanhã
R: Não, mas a cabeça de César das Neves explodirá, o que é sempre divertido.
P: O aborto é comparável ao enforcamento de Saddam?
R: Não, mas ouvir o bispo de Bragança-Miranda falar é igualmente doloroso.
P: A campanha do 'não' foi a mais disparatada de sempre?
R: Sim, ex-aequo com a do 'sim' para o referendo de há 8 anos atrás, e com a campanha de Carrilho à Câmara de Lisboa em 2005.
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2:36 da tarde
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Tópico: Blog
Nine Inch Nails
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(Update, 14:52) Acabo de perceber que o pobre do Trent não vai conseguir ver a estreia hoje à noite do HORA H.
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1:56 da tarde
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Cada ovni que vejo pendurado por um fio dá-me anos de vida
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2:54 da manhã
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quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Faltam dois dias para a HORA H
A foto do Mestre foi como de costume captada pela ubíqua câmara do telemóvel da Maria João Cruz.
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8:34 da tarde
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More than meets the eye
Por isso estou em pulguedo para que o franchise chege ao cinema. É de dar o benefício da dúvida a Michael Bay, o mesmo que não lhe dei com A ILHA - até hoje não vi o filme, mesmo sabendo que lá estava Scarlett Joahnsson (sim, é imperdoável). Suores frios deram à costa entre as minhas omoplatas quando surgiu a hipótese de ser Michael Bay a realizar SUPERMAN RETURNS. Mas Bay tem, pelo menos isso há que reconhecer-lhe, um apurado sentido visual (no início da carreira realizou o video de uma coelhinha da PLAYBOY), e sabe lidar como poucos com a lógica de cinema de acção, mesmo que na sua faceta mais inconsequente. Acima de tudo, é o homem a quem os franchises caem em cima do colo como tordos, tendo já produzido remakes de AMITYVILLE HORROR, d'O MASSACRE DO TEXAS (mais a prequela que estreou no ano passado) e o ainda por estrear remake de TERROR NA AUTO-ESTRADA. Se todos estes remakes não tinham razão de ser, o franchise TRANSFORMERS tem ainda muito para dar, e nunca a guerra entre Autobots e Decepticons tinha chegado ao grande ecrã. Já tardava, digo eu, que sou um tarado por mechas.
O argumento foi escrito por Alex Kurtzman e Roberto Orci, a mesma dupla de escribas que, junto com JJ Abrams, foi responsável por MISSION: IMPOSSIBLE III. Pois nem tudo são rosas, mas lá que qualquer um dos trailers tem muito bom aspecto, isso tem. Vejam este video com Steven Spielberg e Michael Bay apresentando aos fãs japoneses o trailer mais recente, e fiquem também com o link para o site oficial.
Agora, imaginem como serão as action-figures feitas a propósito do filme...
Quero.
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Sam The Kid vs. Marques Pentes, aliás, 50 Pentes
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Tópico: Contra Informação, Escrita, Música, Projectos, Sketch Comedy, Trabalhos, TV, Video
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
HORA H na Focus
Uma das coisas boas de trabalhar num projecto em que o Markl também está envolvido, para além da óbvia genialidade do homem, é a velocidade e frequência com que ele coloca informação relativa aos trabalhos em que está envolvido no seu blog. Escuso pois de lamentar as omissões e enganos da Pública e da Focus porque o Markl já o fez. É de facto triste - e refiro-me agora à Focus - que a pesquisa não vá para além da Wiki. Enfim. Eu nem tenho por hábito dar grande importância ou fazer aqui destaque ao que vai saindo na imprensa acerca dos projectos em que estou envolvido. Mas acreditem que omissões e trapalhadas deste género podem às vezes ser de longe muito mais enervantes do que más críticas por parte da imprensa.
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LOST regressa hoje à ABC (e uma notinha sobre HEROES)
Depois de um interregno que só não pareceu durar para sempre porque os seis primeiros episódios foram muito fraquinhos, com um engonhanço onde o cativante foi substituído pelo frustrante, regressa hoje aos ecrãs da ABC a terceira temporada de LOST. 16 episódios que vão ter de ser mesmo muito bons para compensar o mau arranque de há uns meses atrás.A série que me tem enchido as medidas é HEROES, que ao primeiro episódio eu tinha achado interessante e ao terceiro me conquistou definitivamente (grande guião, com um tom muito bêdesco, ou não tivesse sido escrito por Jeph Loeb), não só a mim, mas a uma grande fatia de público que está a dar à NBC o seu primeiro sucesso de audiências desde há muito. A 17 de Janeiro foi aliás anunciada a assinatura de contrato para uma segunda temporada, o que são belíssimas notícias. Tenho acompanhado esta brilhante primeira temporada e sei de fonte segura que HEROES foi comprada pela TVI e será exibida em breve, pelo que se não quiserem ter de recorrer aos meios (já) tradicionais de acesso a conteúdos não disponíveis por cá através dos canais "oficiais", não vão ter de esperar muito. Provavelmente vai passar às tantas, ou pelo menos depois da meia-noite, mas vale bem a pena uma noite mal dormida, acreditem.
Actualmente estou muito mais agarrado a HEROES do que a LOST. Mas de longe. Dedos cruzados para que a continuação desta terceira temporada traga a mística de volta.
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Tópico: TV
Gnnn
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Tópico: Imprensa, Inimigo Público
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Uma catrefada de coisas, um nico de tempo
Eis uma nova fotografia de Yuri Tupolev, revelada aqui em primeira mão, e captada pela omnipresente objectiva do telemóvel da Maria João Cruz. Não, não vou revelar de quem é o cérebro, até porque é algo que só irá saber-se no segundo episódio.

E o trailer viral de Hora H, com imagens do primeiro episódio:
Olha, e parece que o Simão acaba de marcar um golo. Se não estivesse tão marrequito, levantava-me para ir ver a repetição.
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domingo, fevereiro 04, 2007
sábado, fevereiro 03, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
O Dia do Regicídio
Há 99 anos atrás foram mortos a tiro no Terreiro do Paço o Rei D. Carlos e o seu filho, D. Luis Filipe. Escolhi o dia de hoje para divulgar em primeira mão o novo projecto de ficção histórica que eu e o Mário Botequilha estamos a desenvolver, sem me lembrar - ingenuamente - que era lógico que os jornais aproveitassem também a data para publicar as informações que o Fernando Vendrell deu à agência Lusa. Belo - é da maneira que me poupo de escrever, uma vez que a notícia saiu hoje no Público.Uma actualização no que respeita à notícia: agora já estamos na fase da escrita, e O DIA DO REGICÍDIO é, junto com HORA H, CONTRA e outros projectos de que falarei aqui noutra oportunidade, uma das causas para a falta de horas de sono que se me acumulam no lombo.
O conceito que eu e o Mário propusemos para esta série é, estou em crer, completamente diferente do que já foi feito na área da ficção portuguesa, muito mais no que respeita a séries chamadas históricas. A narrativa vai apoiar-se nos diversos pontos de vista dos vários implicados no regicídio, e nas diferentes versões historicamente documentadas, umas contradizendo outras. O mesmo momento será retratado de maneira diferente, de acordo com o percurso dramático definido para cada um dos personagens. Conto aqui escrever mais acerca de todo este processo de criação e escrita, como fiz acerca de BOCAGE, e como vou fazendo relativamente aos vários projectos em que estou envolvido. Mas não hoje. Dividi o dia entre CONTRA e o regicídio, e a noite ainda me reserva umas belas horas de trabalho nesta série. Fiquem entretanto com a notícia que saiu hoje no Público - basta clicarem na imagem para poderem lê-la na íntegra.
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Tópico: Argumento, Escrita, Guião, Projectos, Regicídio, Trabalhos, TV


















