terça-feira, outubro 31, 2006
Inferno na Terra 2006 (com um update - vão lá ao fim do post, faxavor)
É uma pena toda esta questão dos direitos para a Europa que não permite, entre outras coisas, que séries destas sejam por cá disponibilizadas via, por exemplo, iTunes. É portanto suposto aceitar sem reservas esta norma que impede a loja portuguesa de dispôr conteúdos on line ao mesmo tempo que a loja americana. Vão-nos valendo estes Magnuns Amêndoa de infracção, servidos grátis. O acesso via YouTube, ou sites que prestem serviços análogos, nunca poderá ser evitado, nem será esse o caminho, como começa a ser óbvio para todas as partes envolvidas. Já vários canais de televisão - a própria NBC - começam a utilizar o YouTube como aquilo que ele é: um excelente veículo de divulgação. Mais: um excelente veículo de divulgação grátis para o anunciante. O uso deste tipo de meios traz aos canais de TV lucros suficientes para cobrir o eventual prejuízo provocado por visionamentos não autorizados.
Mas chega de converseta: o Halloween é esta noite, e consegui espremer, entre as 198727 coisas que tenho para fazer, a escrita de uma historieta. Acho que há três posts abaixo me deixei entusiasmar demais quando chamei à "Raposa Empalhada" um conto - aquilo é uma historieta, escrita sem o rigor e desenvolvimento necessários para poder ser chamada de conto. Talvez um dia possa aprofundar e polir mais aquela ideia, seja para que meio for: aquelas ou outras que entretanto fui postando aqui, outras histórias apresentadas ainda em esboço, umas mais inacabadas que outras, work in progress, ou mesmo work que não terá progress. De qualquer maneira, ter conseguido arranjar um tempinho para escrever esta que vou aqui publicar esta noite já foi um milagre de Halloween. Espero que apreciem.
Aqui fica entretanto South Park: Inferno na Terra 2006.
(Update - 18:32) Se ainda não viram o episódio, é melhor que o façam antes de continuar a ler. Já está? Ok. É que este magnífico episódio de SOUTH PARK está a gerar polémica devido à presença do recém-falecido Steve Irwin na Super Sweet Sixteen Party que Satã faz para comemorar o Halloween. A maneira como Trey Parker e Matt Stone o fazem é brilhante - um esbirro de Satanás vai falar com o seu amo, dizendo-lhe que há um tipo que está a causar mau ambiente por estar vestido de Crocodile Hunter. Satã vai falar então com o tipo, pedindo-lhe para sair, por achar que é ainda cedo demais para brincadeiras com alguém que morreu há tão pouco tempo. O tipo responde-lhe que não está mascarado de Crocodile Hunter - é o próprio. o Senhor do Mal tem mais sensibilidade para com os mortos do que os criadores de SOUTH PARK, e nós agradecemos o facto. A questão com que todos os humoristas se debatem - quanto tempo de 'luto', qual a duração do 'período de nojo' para que se possa fazer uma piada a partir de um assunto mais delicado? Penso que as piadas têm o seu tempo próprio, aparecem quando aparecem, às vezes ao mesmo tempo que a desgraça. É só preciso ter algum tacto e escolher bem a quem a dizemos. No caso do público do South Park, acho que já passou o tempo suficiente. Tudo o resto são danos colaterais (expressão terrível, hein?), e invocar falta de respeito parece-me despropositado. E daí talvez não, mas o que é a comédia sem uma certa falta de respeito? É só preciso não confundir atrevimento com insolência; mas também nem só de atrevimento se faz a comédia. Também me parece exagerado que se fale em homenagem, não vamos tão longe. Mau-gosto? Desde que não digam isso como se o mau-gosto fosse sempre uma coisa má. Leiam a notícia no site da BBC.
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segunda-feira, outubro 30, 2006
The dying seaman said...
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Tópico: Rádio
domingo, outubro 29, 2006
A família Bellamy
A fazer a primeira parte deste concerto estiveram uns moços dos quais não sei o nome e que contente estou por isso. A pulguita eléctrica da vocalista deu os seus pinotes e a assistência fez o obséquio de não se deixar ver a tapar os ouvidos. Houve até quem parecesse estar a gostar, mas só durante meia música. A banda lá se despachou e pouco tempo depois veio o que interessava.
Matthew Bellamy é um guitar hero, não haja dúvida - não só sabe tocar como sabe de cor todas as poses que tão bem complementam a sonoridade dos Muse, aquela espécie de rock progressivo que quase sempre atinge proporções épicas, apoiado numa base rítmica sólida, cortesia de Chris Wolstenholme (baixo) e Dominic Howard (bateria). Às vezes é como se estivéssemos a ouvir uma orquestra. Depois, Bellamy tem aquela voz capaz dos falsetes mais inacreditáveis, que, mesmo com a óptima qualidade do som de palco, era muitas vezes abafada pela assistência conhecedora das letras da maior parte das músicas, se não de todas.
Público em permanente rubro, a não conseguir fazer silêncio mesmo quando Bellamy se sentava ao piano e tentava temas mais suaves. Valeu ninguém ter começado a gritar "Portugal", como é bimbo costume em muitos concertos. Corrijo: houve quem tentasse, mas gente de bom gosto ao lado fez questão de não aderir. Se era para gritar, que gritassem "Olé", sempre estávamos numa praça de touros.
Foi a primeira vez que consegui ver Muse a actuar ao vivo, e espero repetir a dose. Mesmo os temas de ABSOLUTION (o disco deles de que menos gosto) me fizeram vibrar, mas a loucura foi mesmo quando revisitaram esse álbum magistral que é ORIGIN OF SYMMETRY.
Quem não foi, vergaste-se veementemente, enquanto ouve um qualquer tema dos Muse e contempla com lágrima ao canto do olho as poucas fotos que consegui tirar (cliquem nas imagens para torná-las maiores).

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Tópico: Música
sábado, outubro 28, 2006
It's the Great Pumpkin, Charlie Brown
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quarta-feira, outubro 25, 2006
O que é que se faz quando estão a filmar FANTASTIC FOUR 2 por baixo da janela de nossa casa?





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terça-feira, outubro 24, 2006
Porque toda a gente tem uma história para contar
Já passou um ano desde que o Nuno Artur Silva, o Miguel Guilherme e a Inês Fonseca Santos deram início ao programa HISTÓRIA DEVIDA, na RDP. Recuperando a iniciativa de Paul Auster, o National Story Project, pediram aos ouvintes que enviassem uma história verdadeira, curta e concreta, como definiram a certa altura. A resposta foi enorme, e todos os dias é possível ouvir a leitura que o Miguel Guilherme faz dessas histórias. Agora saíu o livro HISTÓRIAS DEVIDAS, que incluí as histórias seleccionadas deste primeiro ano, todas elas curtas e concretas, episódios da vida de pessoas que, ao escrevê-las, provaram a máxima de que toda a gente tem uma história para contar. Umas divertidas, outras tristes, outras as duas coisas ao mesmo tempo, às vezes nada disto. Mas são sempre reais e deixam vontade de ler a próxima. O livro conta com ilustrações do António Jorge Gonçalves, que também desenhou a capa, o que seria, por si só, motivo para adquiri-lo. HISTÓRIAS DEVIDAS já pode ser encontrado nas livrarias, mas a apresentação oficial será dia 11 de Novembro, na Fnac Chiado, em Lisboa.
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E não é um Moleskine
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Tópico: Blog
Dava-lhe um jeitaço, por causa do Parkinson
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Tópico: Blog
segunda-feira, outubro 23, 2006
Outro dia em que a minha cabeça foi como que esmagada por uma pá.

"Lichtenstein: creator or copycat?
By Alex Beam, Globe Columnist | October 18, 2006
Art teacher David Barsalou has an interesting avocation. He has found and catalog ed almost every comic book panel later blown up and sold for megabucks by 1960s Op Art icon Roy Lichtenstein. So far, Barsalou has about 140. You will see a sample on this page, or go to his website, Deconstructing Roy Lichtenstein.
Color me naive, but I never thought Lichtenstein's work was a direct copy of scenes from comic books. I assumed that he stylized certain scenes suggested by the comic vernacular of the 1950s and 1960s. ``He tried to make it seem as though he was making major compositional changes in his work, but he wasn't," says Barsalou, who teaches at the High School of Commerce in Springfield. ``The critics are of one mind that he made major changes, but if you look at the work , he copied them almost verbatim. Only a few were original."
Leiam o resto aqui, e não deixem de visitar Deconstructing Roy Lichtenstein.
Para mim, enorme fã do trabalho de Roy Lichtenstein, é como levar com um barrote pela cabeça abaixo. Custa a engolir, mas as evidências são f#%!%@$! O Boston Globe também promove uma sondagem: Isto afecta a visão que tem do trabalho de Lichtenstein? Pois com certeza que sim.
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domingo, outubro 22, 2006
De partir o coco.

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sexta-feira, outubro 20, 2006
O dia em que a minha cabeça foi esmagada com uma pá.
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10:29 da tarde
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Amanhã, Salvo erro no IP
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quinta-feira, outubro 19, 2006
Matrioshka
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quarta-feira, outubro 18, 2006
O Interior é igual em toda a parte.
"Na confusão do mundo, um rapaz sobe a rua. O Interior é igual em toda a parte.
Mas hoje vai mudar. Ele traz um segredo terrível no bolso do kispo.
Faz calor na província dos suicidas. Dá vontade de rir: uma cidade em que até o coveiro se mata... São estatísticas, tudo em números. Na Internet, há sexo e doidos japoneses e americanos para conversar em directo. No campo, granadas e ervas venenosas. No prédio, um jovem assassino toca órgão.
O space-shuttle leva cortiça do Alentejo para o Espaço. O Bispo viu o maior massacre da guerra de África e calou-se.
Mas hoje vai responder. Os factos verdadeiros são os piores.
O amor do rapaz rebentou.
Que responsabilidades temos quando nada fizemos?
Em que fado parámos, onde fica Portugal?"
(texto da contracapa)
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Tópico: Blog, Literatura, Livros
segunda-feira, outubro 16, 2006
Obrigado
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sexta-feira, outubro 13, 2006
Filmes para ver numa sexta-feira 13 (2)
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(Update 11:50) - O trailer de GRINDHOUSE está a ser retirado do YouTube devido a questões de copyright quase tão rapidamente quanto novas cópias são colocadas on line. Por isso, se este clip de repente deixar de estar disponível, vão até ao YouTube e façam uma busca a grindhouse trailer que dão com ele de certeza. Os gritos que se ouvem em fundo são da assistência dos Spike Screams Awards (magnífico evento), onde o trailer foi exibido recentemente, e atestam bem a reacção que teve. Eu próprio, quando o vi pela primeira vez, dei por mim aos berros até os vizinhos chamarem a polícia. É a-bsolu-tamen-te arrasador. E tem Rose McgnngnaangnaGowan.
(já agora, a propósito de Grindhouse, façam uma visita a este belo blog)
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(Update, 14/10 - 13:07) Vejam o trailer aqui, tem mais qualidade video e audio, formato maior e tal.
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Tópico: Cinema
Filmes para ver numa sexta-feira 13 (1)
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Tópico: Cinema
quinta-feira, outubro 12, 2006
FILME DA TRETA - HOJE - ESTREIA NACIONAL



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domingo, outubro 08, 2006
Filmalhaço: AMERICAN DREAMZ
Tudo neste filme é brilhante, desde o argumento, passando pela banda sonora, até às interpretações de um elenco escolhido a dedo. A devida vénia a Paul Weitz, que escreveu e realizou. Acho que este filme, deste ano, nem sequer chegou às salas de cinema portuguesas, ou, se passou, foi a correr e sem a devida promoção, provando mais uma vez a reserva com que o cinema de comédia ainda é tratado em terras lusas (e não só). Nas palavras do próprio Paul Weitz, as pessoas gostam que os seus remédios saibam mal, que é como quem diz, o drama é sempre mais respeitado. Talvez nem tanto pelo público, mas sem dúvida pela crítica. Que o preconceito não seja motivo para deixar de apreciar AMERICAN DREAMZ pelo que ele é: uma reflexão profunda e um retrato hilariante e perturbador da América actual. Imperdível. Corram imediatamente ao videoclube mais próximo.
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Tópico: Cinema
sexta-feira, outubro 06, 2006
Amanhã, Salvo erro no IP

Portanto, abandonei Chavéz, as suas invectivas contra El Diablo Bush e a questão dos cartazes com Sócrates, e meti mãos à obra para arranjar uma solução para este problema. Aqui fica então um pequeno teaser do que irá sair n'O INIMIGO PÚBLICO de amanhã.
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quinta-feira, outubro 05, 2006
Salvo Erro SNACK TV - Trailer 1
(Update - 19:55) Os projectos em que estou envolvido (e dos quais irei falar em breve) são tantos que ainda não tive tempo para montar o primeiro Salvo Erro: Snack TV. Mas finalmente consegui fazer este pequeno trailer que, além de disponível no YouTube, já tem um feed próprio, onde podem não só vê-lo com melhor qualidade video e audio, como também fazer o download. (Olho para estas imagens que gravei há menos de dois meses, e parece que já passaram décadas deste que tive férias. Raisparta.) Já inscrevi o videocast no iTunes e é uma questão de horas até o trailer lá estar disponível. Seguem-se também o download para telemóvel, e a inscrição no Lusocast e ZENcast (já agora, O Horror iNominável já lá está há algum tempo; o meu obrigado a quem quer que o tenha inscrito).Estes primeiros Snacks irão, como já perceberam, ser sobre aquele que é o maior festival de artes do mundo - o Fringe de Edimburgo. Já escrevi um pouco sobre o Fringe aqui e, principalmente, aqui, nas notas (ainda não terminadas; nem para isso tenho tempo, ó catano) acerca das fotos que tirei por lá; mas uma coisa é lerem sobre o festival e verem umas fotografias, e outra, completamente diferente, será assistirem às imagens que gravei: as várias venues de Edimburgo, as entrevistas-relâmpago com alguns dos comediantes presentes, e até um cheirinho de um espectáculo de stand-up.
E talvez mais importante que tudo isto... o meu encontro fugaz com MR. SEAN CONNERY!
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domingo, outubro 01, 2006
As novas temporadas de SMALLVILLE e SUPERNATURAL
Com o Outono chega também uma nova fornada de séries que se estreiam nos EUA. Quinta-feira foi a vez da sexta temporada de SMALLVILLE e da segunda de SUPERNATURAL. O primeiro episódio desta season das aventuras de Clark Kent enquanto adolescente é mais um final de temporada que um começo, uma vez que tudo tinha ficado pendente no último episódio da série anterior. Lex possuído por Zod, e Kal-El preso na Zona Fantasma. Ganchos para a sexta temporada, intrigas que se resolveram com a quantidade de efeitos especiais e espectacularidade que uma season premiere de SMALLVILLE exige; ainda mais nesta altura: é a primeira temporada a ser exibida depois de SUPERMAN RETURNS, e as comparações feitas após a estreia do filme serão novamente remoídas. Mas os efeitos especiais e a insistência na construção de uma mitologia própria - apesar de sempre baseada no universo orginal da DC Comics - só convencem os fãs de SMALLVILLE, e esses já não precisam de ser convencidos.A série, no ponto em que está, não é nada de especial, e às vezes chega até a ser um pouco chata. Os diálogos são muito explicadinhos, como se cada informação tivesse de ser repetida até à super-exaustão para entrar nas cabeças do público teenager e americano do CW. O único momento digno de nota deste primeiro episódio da sexta temporada é quando Lex/Zod obriga Kal-El a ajoelhar-se à sua frente, numa recriação da clássica cena de SUPERMAN II. Kneel before Zod. (Já agora, se não conhecem o site de tributo ao General Zod original, interpretado por Terence Stamp, cliquem aqui.)

Bastante mais interessante foi a estreia de SUPERNATURAL. O final da temporada anterior teve um dos desfechos mais brutais de sempre (batido apenas talvez, e num registo bastante diferente, pelos finais de algumas temporadas do lendário BLAKES 7, série de ficção científica de final dos anos 70, início dos 80, e que chegou a ser exibida cá em Portugal). SUPERNATURAL abre esta segunda série com um episódio bastante aceitável, quase que inteiramente passado num hospital, num passo calmo com espaço para muitos diálogos que exploram ainda mais a complexa relação entre os personagens. A primeira temporada foi toda exibida pela 2:, e espero que a segunda também o seja. Se não quiserem esperar que chegue a Portugal, ou pela caixa de dvds, cliquem aqui para ver o primeiro dos seis clips em que o primeiro episódio foi dividido para caber no YouTube, e depois sigam as indicações para ver os restantes clips. E para ver o primeiro dos quatro da estreia de SMALLVILLE cliquem aqui. Convém que o façam rápido - o piloto de HEROES, por exemplo, já foi detectado pelos controleiros da NBC e retirado.
Aproveitando que estou a falar de SMALLVILLE - Justin Hartley, que nesta sexta temporada irá interpretar o jovem Oliver Queen/Green Arrow ao lado de Tom Welling, foi também o protagonista de uma série que não passou do piloto - AQUAMAN: MERCY REEF, de Alfred Gough e Miles Millar, os mesmos escribas de SMALLVILLE. Nem o sucesso que depois alcançou no iTunes chegou para garantir a continuidade de Aquaman. Podem ver o piloto aqui, no primeiro de cinco clips em que está dividido, e aqui poderão saber mais sobre esta série que não chegou a sê-lo. O que não m'aquenta nem m'arrefenta.
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SNAKES ON A PLANE não é tão mau que chega a ser bom: é apenas mau.
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Tópico: Cinema
sexta-feira, setembro 29, 2006
Mais fotos da Treta Open Air
(Se clicarem nas imagens poderão vê-las em formato maior)


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Tópico: Cinema, Conversa da Treta, Escrita, Filme da Treta, Projectos, Trabalhos, Treta
É preciso reconhecer o génio quando damos com ele.
Quando for grande quero ser como Gunther, e ter muitas amigas que toquem no meu tra la la, no meu ding ding dong.
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quinta-feira, setembro 28, 2006
Sobre o primeiro episódio de HEROES
Aviso de SPOILER: se não querem saber pormenores do episódio antes de vê-lo, então não leiam o que vem a seguir.
O que me ocorre dizer sobre este piloto é o mesmo que comentei no You Tube: gostei. Boas personagens (um bocadinho de Super-Homem aqui, um pouco de Wolverine acolá), mas os diálogos são fraquinhos. Adorei a cheerleader com capacidade de cura quase instantânea - a maneira como está sempre a auto-infligir ferimentos é muito kinky; o japonês Trekkie e fanático por comics que é capaz de dobrar o tempo e o espaço; e a online stripper cujo reflexo parece ter vida própria e ser capaz das maiores atrocidades (a esta chamo de Mirror-Stripper). Acrescento que a intriga me pareceu um bocado previsível, mas talvez que ao espectador menos acostumado com os mecanismos da banda desenhada de super-heróis a maior parte disto pareça novo, sem sê-lo: tem lá o seu quê de X-MEN, e de NEW UNIVERSE, com o eclipse solar a fazer aqui a vez de Evento Branco. A ideia de super-heróis sem uniforme também não é novidade - basta lembrar SMALLVILLE, para citar só um exemplo. Mesmo assim, HEROES não deixa de ser interessante. Mais que isso. A narrativa agarra-nos, e os personagens são puxados até ao limite. Dá a impressão que cada um deles tem um papel muito bem definido na batalha contra o mal previsto na pintura do junkie-oráculo. Faltam aparecer personagens, novos super-poderes, o que desperta ainda mais curiosidade.
Fim de SPOILER.
Por mim, podem vir temporadas e temporadas de HEROES, que eu continuarei a assistir. Mas infelizmente temo que a série não tenha impacte suficiente para agradar à maior parte dos fãs de comics, nem é particularmente boa do ponto de vista dramático para agarrar o grande público de televisão (FEIRA DA MAGIA era melhor, com diálogos superiores, e foi cancelada). Bem sei que ainda é muito cedo para avaliar - espero estar enganado e que HEROES tenha uma vida longa. Com melhores guiões, que os personagens merecem.
Para já, estou em semi-pulgas para ver o segundo episódio.
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terça-feira, setembro 26, 2006
Onde é que estavam no 26 de Setembro de 2003?
(Updated - 27/09, 1:50)
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11:35 da tarde
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Tópico: Imprensa, Inimigo Público, Projectos, Trabalhos
Shave the Whales, Fuck the Planet *
Regressando à Treta: tirei algumas fotos no Open Air com o telemóvel, mas não ficaram grande coisa. Enfim, são as fotos possíveis. Cliquem nas imagens para aumentar o tamanho.

Parte da plateia do Open Air, ainda em processo de enchimento. São Pedro, ou o afilhado dele (quando virem o filme percebem) ajudou à festa, porque a chuva não veio.

Mais um pormenor da assistência, ainda faltava um bom quarto de hora para o começo do filme. Em primeiro plano, ao canto, está o Miguel 'Elmano Sadino' Guilherme, que esteve connosco a assistir à Treta. O Miguel é que tirou umas fotos bem catitas, vou ver se ele tem oportunidade de enviá-las para que as possa postar aqui.

(*) Para saberem mais sobre esta expressão, vão ter de ver o filme. Ah pois.
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Tópico: Cinema, Conversa da Treta, Escrita, Filme da Treta, Projectos, Trabalhos, Treta















