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quarta-feira, janeiro 23, 2013

Punchliner

No próximo mês, o Rui vai ter um espectáculo no São Jorge. Esta é a promo que realizei e editei. Dia 13 de Fevereiro, não se esqueçam. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

domingo, julho 08, 2012

10 Milhões no Humour Fest



É hoje às 20h, no Famous Humour Fest, a decorrer no São Jorge, que vai voltar aos palcos a peça escrita por mim e pelo Mário Botequilha, a partir de uma ideia do César Mourão e do Eduardo Madeira, que também interpretam. A não perder, porque tão cedo estes 10 Milhões e Picos não vão voltar às salas.

sexta-feira, junho 22, 2012

Vai ser um zapping constante entre uma palestra acerca da História do Humor desde a Idade Media, um espectáculo de stand up comedy, outro de comédia de improviso, outro de spoken word, um concerto rés-vés-musical, e uma festa de aldeia. O mais provável é que falhemos, eu e o público, e cheguemos ao fim sabendo ainda menos do que sabíamos no início. E isso dá sempre um quentinho bom no estômago.

terça-feira, janeiro 03, 2012

Cebola Mol no São Jorge


As previsões de fim do mundo estão correctas. Acaba um bocadinho no dia 20 e depois acaba de acabar no dia 21. Assistam repimpados na primeira fila, ou mesmo na última.

terça-feira, dezembro 06, 2011

Cebola Mol ao Vivo


- 8 Dezembro Dolce Vita Tejo
- 10 Dezembro Estádio do Dragão (pavilhão)
- 20 Janeiro São Jorge
- 21 Janeiro São Jorge

sexta-feira, julho 01, 2011

Amor com Humor se Paga

No site do Cinema São Jorge:


«“Amor com Humor se paga” é um projecto encabeçado por dois actores e humoristas, César Mourão e Jorge Mourato, cujo fim último é o de angariar fundos para as crianças vítimas de Leucemia, correntemente a receber tratamento no IPO, e para a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos.
Para atingir esse objectivo, os actores associaram-se a João Cupertino, renomado profissional da área da fotografia, e decidiram criar um livro de retratos humorísticos de 20 figuras públicas de diversas áreas, da cultura ao desporto. Esse livro, intitulado “Amor com Humor se paga” será publicado até ao final do ano.
A convite do The Famous Humour Fest, serão apresentadas pela primeira vez algumas dessa fotografias que constarão no livro.
Serão exibidas fotografias com a participação de :
Paulo Bento (seleccionador nacional de futebol), Fátima Lopes (apresentadora), Bruno Nogueira (humorista), Miguel Guilherme (actor), João Manzarra (apresentador),Nuno Duarte (Jel), José Luís Peixoto (escritor), Sofia Aparício (modelo) e Ivo Canelas (actor).
As receitas do lançamento do livro e da exposição reverterão exclusivamente para as entidades acima referidas e todos os participantes criativos deste projecto, quer sejam fotógrafos ou “modelos”, fá-lo-ão em regime de pro bono.
Nesta exposição, serão ainda exibidas fotografias tiradas pelo actor António Feio, apaixonado pela fotografia, e ao qual, enquanto actor, humorista e homem, será feita uma Homenagem.
ENTRADA LIVRE»


Parabéns a todos os envolvidos - do que já tive oportunidade de ver, está ali a chamada obra bem feita -, não só os referidos no comunicado acima, mas também ao Pedro Goulão e à Joana Moura.

Não deixem de aparecer hoje na inauguração, às 18h30.

segunda-feira, junho 20, 2011

Votação online

O nosso filme, "O Guardador de Rebanhos", já está online no site do Festival Silêncio para votação. Se gostarem, plize divulguem e deixem lá o like no canto da página. Ao fazê-lo, vão estar a ajudar-nos a comprar umas cápsulas para a máquina do café, que dá tanto jeito agora no Verão, para fazer mazagrans.

sábado, junho 18, 2011

O Guardador de Rebanhos

Foi ontem exibido no Cinema São Jorge, inserido no Festival Silêncio. Aqui fica para quem não viu e para quem quer rever. Amanhã vai estar a votação do público no site do Festival. Se gostarem, ide lá deixar o like.

quarta-feira, junho 15, 2011

O Guardador de Rebanhos no Festival Silêncio

Dia 17, pelas 21h00 no Cinema São Jorge, a nossa curta "O Guardador de Rebanhos" vai ser exibida no âmbito do Filmagens do Festival Silêncio. Vai decorrer também uma votação online para determinar o Prémio do Público. Quando chegar a altura, deixarei aqui o link para o nosso filme, de maneira a poderem votar nele caso o achem merecedor de tal obséquio.

quarta-feira, março 30, 2011

Trailer

Não estávamos a concurso, porque demorámos 49 horas e não 48, mas ainda assim podíamos receber o prémio do público. E recebemos! Vejam o trailer, mas não o façam aqui, nesta janela minorca; vejam-no YouTube, em full screen, escolham a resolução 1080p, com som bem alto nas colunas ou headphones.

terça-feira, março 29, 2011


Hoje no Cinema São Jorge, às 21h00, AVALIAÇÃO, a curta-metragem que fizemos para o 48 Hour Film Project. Apareçam. Mais tarde escreverei aqui um post sobre a experiência.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Pelota


É hoje a estreia do espectáculo a solo do meu broda Eddie, no São Jorge às 22hoo. EM PÊLO vai, mas palavras do próprio Eduardo, "da spoken word ao fado vadio, do blues rasgado à canção de intervenção. Um homem. Uma guitarra. Um bigode". Bastava o espectáculo ter um terço da piada do cartaz para já ser imperdível. Elevadíssimo índice de catitidade num one man show de tal calibre que merece a pena adquirir bilhetes para cada um dos dias de apresentação: 11, 12, 17, 18 e 19.

terça-feira, janeiro 18, 2011

Onanismo no São Jorge


Esse grande forrobodó humano que é o Salvador Martinha assumiu a sua relação e fez disso espectáculo, todas as terças e quartas até dia 25. Tudo porque quer angariar dinheiro para uma viagem ao Rio de Janeiro. Hoje o espectáculo vai ser gravado, por isso se fizerem questão de imortalizar as vossas gorgomílicas gargalhadas para todo o sempre, é deslocarem-se ao São Jorge, em Lisboa. Diz o Salvador que "na bilheteira, dizem-vos que não se pode reservar e que está esgotado a nível de reservas. Mas depois há sempre alguém que falta. Não se acanhem de adquirir os bilhetes perto da hora do espectáculo. É chegar e comprar. É claro que é sempre melhor reservar. Mas no São Jorge não dá para reservar de um dia para o outro. Regras são regras. Até já."

quarta-feira, setembro 29, 2010

Noite Sangrenta no MotelX

O MotelX arranca esta noite com a antestreia de "Noite Sangrenta", uma produção da David & Golias realizada por Tiago Guedes e Frederico Serra, com o Tiago Rodrigues e o Gonçalo Waddington. Imperdível.

sexta-feira, setembro 11, 2009

Pastilha elástica vs. Experiências gourmet


Ora aí está, anunciada e celebrada, uma aproximação à criação de conteúdos (não gosto do termo, prefiro experiências) que foge do entusiasmo exacerbado em relação aos formatos pequenos, quase fragmentos. Como se a construção de narrativas curtas fosse uma novidade possibilitada apenas pela web, fazendo tábua rasa do que é a música pop e a sua consequência audiovisual: os videoclips, snack TV com décadas de existência (tema, aliás, da minha intervenção na Open Talk da EXD09 de 4.a feira).

A necessidade de tempo para a criação, para o desenvolvimento e maturação é, mais do que nunca, a palavra de ordem. A ideia de work in progress é tão do semestre passado. Cada vez mais é necessária a aplicação de todos os conhecimentos técnicos, referências e capacidades artísticas de forma focada, de maneira a garantir uma execução primorosa. Matéria que, nem de propósito, John Landis não se cansou de defender na masterclass que tive o incalculável prazer de moderar domingo passado no MotelX. Porque mais do que o conceito, mais do que a ideia base, do ponto de partida, mais do que a reflexão acerca do meio enquanto zona e objecto de trabalho, é o resultado final que interessa ao consumidor, cada vez mais especializado na decifração dessas peças de ficção, de representação, sublimação, paródia ou distorção do real. Interpretação pessoal de um criador, manipulada, partilhada, expressa ao público. Autoria, portanto.

Da era do binómio produtor/consumidor, passámos para a fase do prosumidor (prosumer), mas um elemento houve que se manteve – e manterá - constante: o criador. Partindo do princípio que a ficção vive por nós, fala por nós – metáfora para a aprendizagem da(s) realidade(s) que nos rodeia(m) e de nós prórprios dentro ou fora dela(s) -, há um limite para o número de experiências, de picos, que uma narrativa de curta duração pode proporcionar, quer durante o acto de criação, quer no desfrute por parte do público.

Experiências há que só são possíveis pela dilatação do tempo, pela tensão acumulada até à chegada do clímax, como no sexo, onde há lugar para os snacks mas que vive essencialmente do gourmet. Não será alheio a este paradigma o mais recente filme de Tarantino, Sacanas Sem Lei, onde a extensão das cenas e dos diálogos são indissociáveis da forte impressão deixada depois do visionamento - melhor, depois da experimentação. Curiosamente, o mesmo tipo de dilatação temporal típica do género do horror, manuseado com superior mestria em Martyrs. Daí preferir o termo experiência a conteúdo. Conteúdo parece-me demasiado redutor.

O que se tira de uma viagem – e a ficção é o mais próximo que temos de uma viagem no tempo, da visita a linhas temporais paralelas e/ou alternativas - não é forçosamente um conteúdo, mas é, sem dúvida, sempre, uma experiência. Não só no sentido de experimentar as possibilidades do meio durante o acto de criação mas, mais importante ainda, no sentido das experiências proporcionadas ao consumidor. Se os projectos que vingarem forem os feitos com tempo e dedicação, os gestores, produtores, programadores, editores, directores, decisores, terão de abrir os cordões à bolsa para permitir aos criadores esse tipo de disponibilidade, em oposição à dispersão por inúmeros projectos de fraca remuneração. Caso contrário, pouco ou nada se acrescentará de novo a nível de experiências proporcionadas e estaremos fadados a uma sucessão de rapidinhas, efémeras, pouco marcantes, por si só insatisfatórias.

Chega de pastilha elástica. O tempo hoje em dia é o das experiências gourmet.

sexta-feira, setembro 04, 2009

O Assassino Horrivelmente Lento da Arma Extremamente Ineficaz (e algumas notas acerca de Martyrs e do MOTELx)

Vi ontem Martyrs, de Pascal Laugier, no MOTELx. É um filme brilhante, perturbador, violento, doentio, uma experiência limite no campo do horror. Intenso é dizer pouco. Outro nível. Uma realização, argumento, edição, produção e actuações irrepreensíveis. Entra numa categoria que acabo de inaugurar, e que é a do "vi uma vez e não quero voltar a ver nos próximos 50 anos, pelo menos". Quem resistiu até ao fim (houve quem saísse da sala a meio, e quem saísse logo nos primeiros minutos), torceu-se no lugar em uníssono com os outros espectadores. Não consigo imaginar o que é ver este filme sozinho em casa, ou mesmo acompanhado, sem passar pela experiência colectiva que é fazê-lo numa sala de cinema, reagindo em conjunto com o resto do público ali presente. E a possibilidade dessa experiência catártica é uma das grandes virtudes de um festival como o MOTELx.

Para desanuviar, eis The Horribly Slow Murderer with The Extremely Inneficient Weapon (não, este não está no festival, anda pelos entrefegos da web, e agora chegou aqui).