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domingo, maio 18, 2014

terça-feira, abril 29, 2014

#insiramasbananinhasnoorifício

sábado, abril 05, 2014

Publicidade a sério.



(Obrigado, David Chan Cordeiro)

quarta-feira, março 12, 2014

Muita gente irritada, não com o facto do video dos 'desconhecidos' a beijarem-se ser uma campanha publicitária, mas com quem veio alertar para esse facto. Há gente que gosta de ser enganada. E enquanto assim for, continuaremos a ser sodomizados por desconhecidos - o governo, os banqueiros, gestores, decisores e outros da mesma linhagem. Por isso, não se preocupem, os que cultivam a cegueira: não sendo a preto-e-branco, o video da sodomia do nosso quotidiano é ainda mais íntimo, e contribui com pazadas de feno para alimentar o vosso unicórnio interior.

terça-feira, março 11, 2014

Se querem ver desconhecidos a beijarem-se da primeira vez que se vêem, vão ao Urban. É um vê se te avias.

Malta que se maravilhou com aquele video em que supostamente estranhos se beijavam pela primeira vez: agora que se sabe que aquilo é uma campanha publicitária e os tipos são actores, sentiram morrer o unicórnio em vós, foi?

quinta-feira, fevereiro 27, 2014

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

segunda-feira, julho 22, 2013

Eu sou do tempo em que a publicidade não era tão irritante que nos afastava das marcas.

Da mesma maneira que hoje se estuda a Peste Negra, um dia alguém irá analisar devidamente os efeitos do "On Top Of The World" nos anúncios da Vodacoiso.

quinta-feira, abril 11, 2013

O que é que te faria viajar no tempo?

Não viram? Ou viram mas anseiam rever? Então aqui fica, este sketch que escrevi e que foi exibido há umas semanas no AntiCrise, a parodiar um anúncio que anda aí a passar.

sábado, março 31, 2012

Coca-Cola tem cocaína, diz o padre.
Leão de Judá Cola tem Deus, diz o padre.
O que bate mais?, pergunto eu.

Guaraná Jesus. Não provei. Mas boto fé.

quarta-feira, março 07, 2012

Pub em PT

Recentemente, houve o caso do anúncio da Optimus e o da Budweiser. Agora mais este: comparem o video de Woodkid com o anúncio que anda a passar da PT. E tirem as vossas próprias conclusões. As minhas estão tiradas. E resumem-se a uma palavra: plágio. Não me venham com conversas de referências e o caraças. Triste também é ver como alguma da malta da publicidade justifica isto com "ah e tal na publicidade é tudo para ontem, é difícil ter ideias originais a esta velocidade". Ter ideias custa, e por isso é que há bons e maus criativos. Quem fez este trabalho para a PT, plagiou, ponto.

Woodkid - Iron


4G PT


Já agora, vejam também este spot da Nokia


E outro caso, mais antigo, que também vale a pena ver: (Optimus TAG) Vs (Hecq Vs Exillion)

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Update, 20h02 - É patético ver, nos comentários ao post que encontrei no Facebook assinalando as nítidas semelhanças entre o video de Woodkid e o spot em questão, considerandos do tipo "por cá faz-se tão bom ou melhor do que se faz lá fora" quando se está a a falar de pegar numa ideia não-original e dar-lhe uma roupagenzinha ligeiramente diferente. Não é a técnica que está aqui em causa, técnica qualquer técnico tem. É de criatividade que se fala, e essa, neste anúncio, não existe. O discurso do "deixem de dizer mal do que se faz por cá", quando aplicado a casos como este, só contribui para a mediocridade, para a proliferação de casos destes.

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Update, 10/3, 16h46 - Quem anda a apagar comentários da imagem do Seth Solo em que se assinalam as semelhanças entre os dois videos? Gostava de saber se foram os autores dos mesmos, ou se foi quem postou a imagem. Há pelo menos um comentário que foi apagado, que me tenha dado conta. Falava de instrumentalização das opiniões que lá são dadas. Da minha parte, posso apenas dizer que a Euro RSCG me paga um croissant e um galão de cada vez que eu digo o que penso. Se bem que, uma vez que também referi o caso Budweiser/Optimus, talvez que o galão me acabe por sair do bolso. Quero dizer apenas mais uma coisa. Reitero o que já foi dito em inúmeros comentários, o aspecto técnico é brilhante, e isso também me custa - que haja malta a aplicar tanto talento a fazer algo que já foi feito, em vez de fazer novo.


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Update, 10/3, 20h18 - O que está em causa neste debate, aceso pelo FB, também é a diferença de opiniões, e essas devem ser discutidas. Não percebo que estejam a ser apagados, da imagem colocada por Seth Solo a ilustrar as semelhanças entre os dois videos, comentários como, p.e., o do Artur Ribeiro, ou o da Beatriz Lobo (que, diga-se, até defendem opiniões avessas à minha). Vou deixar de postar naquela thread, não me identifico com uma thread de comentários sujeitos a lápis-azul (e isto também o disse por lá). E assim se conseguiu transformar o que deveria ser uma discussão acesa, sim, acerca do que são ideias originais, direitos de autor, etc., numa questão diferente, de amiguismos, agendas secretas, censuras e mais o catano. A chamada oportunidade perdida.

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Update, 10/3, 21h07 - Também posts meus foram apagados da já referida imagem. Com eles muitos outros, que demonstravam uma diversidade de opiniões, a meu ver umas mais intelectualmente defensáveis que outras, mas a maior parte com substância q.b. para se traduzir num saudável e apaixonado debate acerca do que é uma ideia original. Não compreendo nem aceito este lapismo-azulismo. Triste.
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Update, 11/3, 19h20 - Seth Solo achou por bem tirar do online a supracitada imagem comparativa entre os dois videos que estava no FB; foram-se assim todos os comentários e partilhas da imagem, incluindo o meu share, junto com todo o debate gerado. Como a imagem esteve 'intermitente', ou seja, durante alguns minutos estava ora online, ora offline, fiz cópia de alguns comentários, antes que desaparecessem de vez, como acabou por acontecer. Vou aqui deixar um desses comentários, do Ricardo Venâncio, depois de lhe pedir licença para tal. O Ricardo acedeu, por isso aqui vai:

"Desde que estalou este assunto e em particular me referiram este post que tenho acompanhado amiúde a discussão entre os dois lados e continua a surpreender-me o ponto de vista que defende a cópia como instrumento de trabalho em publicidade (ou seja em que meio fôr). Aparentemente, e devido à velocidade estonteante a que se move o meio, esse é o modus operandi recomendado aos criativos deste país, a julgar por alguns dos comentários que defendem este vídeo. Sendo assim, será acertado continuar a usar o termo "criativo" como denominação para este cargo?
Concordo que "everything is a remix", como já alguém aqui referiu, mas há um mundo de diferenças entre usar referências como pontos de partida e usar trabalhos alheios como espinha dorsal para o nosso próprio trabalho. E quem não entende isso e a crítica que se está a fazer ao lado criativo (e não técnico) deste trabalho em particular, talvez não entenda bem o real objectivo do "processo criativo".
Mas isso pode ser a minha parca experiência profissional e criativa a falar, uma vez que eu só trabalho em ilustração há uns 12 aninhos e em storyboard para publicidade há 5. Eu trabalho com referências a toda a hora, tenho uma quantidade razoável e crescente de livros e filmes também, mas não vejo a vantagem ou a realização pessoal que existe em receber créditos por ideias dos outros. Ainda mais arriscando ser exposto ao ridículo de ser apanhado nesse apropriamento, como é o caso. Se calhar sou ingénuo.
Resta-me concordar com o Filipe Homem Fonseca quando ele diz que é triste ver tanto esforço técnico desperdiçado em falta de ideias.
Já agora, peço desculpa ao Seth por entrar no assunto sem ter sido chamado. Obrigado!"

quarta-feira, dezembro 28, 2011

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Quando (quase) tudo falha (mas o filme funciona)


Frase que faltou ouvir no filme: "A sua missão, caso escolha aceitá-la, é dar um par de bofetadas na pessoa que está ao seu lado na sala de cinema a mexer na merda do telemóvel." Porque se há missão impossível, para além da de salvar o €, é a de incutir nesta estirpe de gente a noção de que, quando se vai a uma sala de cinema, é para ver um filme, e não para estar à conversa ou a enviar mensagens no aparelhito. Se teimam em fazer alguma coisa com o telemóvel durante o filme, para além do impensável acto de desligá-lo (heresia!), esta malta melhor faria em colocá-lo no modo vibratório e inseri-lo num orifício da sua preferência. E, nesse caso, calminha com os gemidos, que o cinema também não é lugar para gemideira; um suspirozito, vá lá, isso é aceitável.
Bom. Posto isto, quero dizer que o novo Mission: Impossiblbe - Ghost Protocol (Operação Fantasma, em português) é um belo filme. Aplausos de pé para o grande Brad Bird (The Incredibles, Ratatouille), com uma realização eficaz que soube complementar com uma edição dinâmica, e a Josh Appelbaum e André Nemec (das séries de TV Alias e Life on Mars, versão americana) por um argumento sólido e que gira à volta do tema da falha. Tudo neste filme tem falhas, das personagens aos normalmente hiper-eficazes gadgets do franchise, o que torna tudo mais interessante, arriscado e inesperado. É, de certa forma, um espelho da actualidade, em que tudo parece falhar, os recursos são escassos ou inexistentes, mas, mesmo assim, há sempre quem resista, ate à última, até à safa final.
Mas, esperem aí - tudo tem falhas? Quase tudo.
A marca de automóveis que apoia o filme apresenta modelos que nunca falham, o que poderá levar a converseta do tipo "O filme é um gigantesco anúncio à dita marca de carros". Ora, não é. M:I4 é muito mais do que isso, e, mesmo que fosse apenas um anúncio, quem dera que todos tivessem a originalidade e noção de cinema que este tem. E não têm porquê? Porque não são filmes, e Ghost Protocol é.
A dita marca, é de referi-lo, é das que melhor tem sabido gerir a relação entre cinema e publicidade às suas viaturas (e olhem que eu nem recebo nada por dizer isto; mas claro que se a dita marca, quiser avançar com qualquer tipo de apoio aqui para os meus lados, eu também não vou dizer que não; fica dado o recado e espero que não caia em orelha rota) - basta lembrar The Hire, a série de oito curtas-metragens produzidas para internet ente 2001 e 2002, em que realizadores do calibre de Ang Lee, Wong Kar-Wai, Guy Ritchie e argumentistas como Andrew Kevin Walker, só para mencionar alguns, deram à luz belíssimos filmes onde a dita marca estava presente mas de uma forma orgânica, que fazia sentido, reinventando o product placement, se assim quiserem pôr a questão (se não quiserem, também não faz mal; amigos à mesma).
Aplausos também para todo o elenco, do Tom Cruise (sim, eu gramo o Tom Cruise), à Paula Patton, Jeremy Renner (acho que vai dar um excelente Hawkeye nos Avengers), passando pelo digno de vénias Simon Pegg.
Ghost Protocol vale bem a deslocação até uma sala de cinema, e esse propósito, mais do que cumprido, é outra coisa que também não falha neste filme. Isso, e a porcaria dos telemóveis do casal irritante que se sentou ao meu lado durante a sessão. Espero que a capacidade procriadora dos dois seja afectada pelas radiações do aparelho e que falhem na missão de propagar a linhagem. Chega de gente parva.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Às gordas que acham as miúdas da campanha da triumph escanzeladas, olhem que o ressabiamento não cura a celulite.