quarta-feira, outubro 31, 2018

TIRO E QUEDA - um filme de arrepiar os calcanhares.
Estreia 29 de Novembro.

terça-feira, outubro 30, 2018

«"Fiction," said Stephen King, "is the truth inside the lie."

Fiction in comics is for me so important as the mutant metaphor is still accurate to this day, specially due to current world events.

We are the mutants. We are the heroes, the villains and the foreign alien menace all together.

We certainly all are, by extension, the outcasts, gays, lesbians, refugies, misfits, people of color and people of different beliefs from whom is expected constrain and ultimately to accept the assumption that it is us who must somehow make ourselves fit into mainstream society, rather than expecting society to become more inclusive.

Chris Claremont once said "The X-Men are hated, feared, and despised collectively by humanity for no other reason than that they are mutants. So what we have..., intended or not, is a book that is about racism, bigotry, and prejudice."

Yes, The X-Men — a team made up of mutants who endured terrible racism (speciesism?) — were inspired by the civil rights movement, including the philosophical dichotomy of Martin Luther King Jr. and Malcolm X influencing pacifist Professor X and militant Holocaust survivor Magneto.

Stan Lee and Jack Kirby actually created Black Panther a few months before the Black Panther Party was founded, but the same social changes inspired both the political movement and the super-powered African king of the fictional nation of Wakanda.

The inspiration behind fiction in comics is a rather great deal. So is the message behind it, as art can do much more than imitate life.

"There are a lot of people who feel that if somebody is not just like me, he's a bad guy. I could see the day come when all of the people with black hair hate the blonds or tall people hate the short ones. I mean, it's ridiculous. It's as though some people feel you just have to hate anyone who is different than you. And if my books and my stories can change that, can make people realize that everybody should be equal, and treated that way, then I think it would be a better world." — Stan Lee dixit.

So today, after taking in the Brazilian election and having to take a break just to breathe after watching the world's news, I thank Mr. Lee, Jack Kirby, Chris Claremont, John Romita Sr., John Byrne and all of those whose words and art inspired more open-hearted people, passing on values that sticked to our core through comic books that set much-needed conversations about tolerance and inclusivity.

We still can change the plot, together. We sure have the obligation to try.»

- Ana Sofia Castanho

35 anos

domingo, outubro 28, 2018

sexta-feira, outubro 26, 2018

Dos melhores concertos de sempre e daqueles que mais pena tenho de não ter estado.

"(...) On the evening of the first round, capoeira master Moa do Katendê, an antiracist activist and educator, was stabbed to death by a Bolsonaro supporter. Katendê had declared that he had voted for leftwing candidate Fernando Haddad. In the south of the country, a 22-year-old woman was attacked on the street. We fear that this is only a foretaste of a deadlier wave of violence.
This hatred and violence is clearly being stirred up by Bolsonaro and his party’s elected representatives. By repeating their misogynous, racist, homophobic and transphobic speeches and provocations, by displaying their firearms, by glorifying the military dictatorship, by spreading false information, they implicitly call for the brutalisation, even murder, of all those who do not resemble them: women and LGBT activists, human rights defenders and indigenous peoples, progressive activists or journalists. (...)
This piece was drafted by the Paris-based Association Autres Brésils, and signed in support by:
Celso Amorim, diplomat, Brazilian; Frei Betto, author, Brazilian; José Bové, member of the European parliament (Group of the Greens/European Free Alliance), French; Chico Buarque, musician, Brazilian; Noam Chomsky, linguist, American; Ada Colau, Mayor of Barcelona; Karima Delli, member of the European parliament (Group of the Greens/European Free Alliance), French; Benoît Hamon, politician, French; Naomi Klein, journalist, Canadian; Noel Mamère, politician, French; Joana Mortágua, MP (Left Bloc), Portuguese; Bill McKibben, author, educator, environmentalist, and co-founder 350.org; Bresser Pereira, economist, Brazilian; Carol Proner, lawyer, Brazilian; Paulo Sérgio Pinheiro, diplomat, Brazilian; Chico Whitaker, co-founder of the Brazilian World Social Forum."
Ler na íntegra aqui.

"(...) É terrível que a Dra. Cristas hesite no seu apoio. Toda a gente sabe que não apoiar o Dr. Bolsonaro é apoiar o regime de Maduro a Venezuela. Qual é a fundamentação desta frase? Nenhuma. Mas é isso em que os brasileiros acreditam e, por isso, temos de respeitar. Em vez de dizer que se absteria nas eleições, a Dra. Cristas podia dizer que votava no Dr. Bolsonaro porque Venezuela. É um argumento imbatível e ninguém a ia criticar por isso." - Jovem Conservador de Direita - ler texto na íntegra aqui.

"(...) Perante o vazio de pensamento não há nada que se possa dizer, que se possa argumentar, que se possa sequer ouvir e tentar compreender. É precisamente aí, nesse buraco, que morre o diálogo, morre a esperança, morre o projecto romântico da humanidade. (...)" - Catarina Homem Marques - ler texto na íntegra aqui.

Capa d'O Inimigo Público de hoje, pelo grande António Jorge Gonçalves.

A não perder, no Teatro da Trindade, A PIOR COMÉDIA DO MUNDO! A célebre peça “Noises Off” de Michael Frayn numa irrepreensível encenação do Fernando Gomes, interpretada pelo próprio e por José Pedro Gomes, Jorge Mourato, Paula Só, Ana Cloe, Cristóvão Campos, Elsa Galvão, Inês Aires Pereira, e Samuel Alves - leque de incríveis actores que leva a cabo a exigente e frenética missão de encarnar estes deliciosos personagens. Um primeiro acto de construção metódica e precisa que tem nos dois actos seguintes consequências hilariantes e surpreendentes.
A peça vai estar ainda este fim de semana em cena no Trindade; seguem-se datas pelo país durante parte do mês que vem, antes do regresso a Lisboa de 22 de Novembro até 27 de Janeiro, e depois seguirá para o Porto. Consultem a página da Força de Produção para ver as datas e locais. E não deixem de assistir.

João César Monteiro

quinta-feira, outubro 25, 2018

O mundo é, de certa forma, um lugar melhor porque enquanto esperamos uma nova temporada de Rick & Morty podemos deliciar-nos com Final Space. Produzida pela Conaco de Conan O’Brien, tem no seu elenco pesos pesados como Fred Armisen e David Tennant, mas é o seu criador, Olan Rogers, que impõe o frenesim constante em que a série se desenrola, não só pela narrativa montada mas também porque faz a voz do protagonista, Gary Goodspeed, e de diversos outros personagens. Há aqui um grau de insanidade que toca nos mesmos pontos sensíveis de todos os que adoram Rick & Morty, mas Final Space é uma maravilha por direito próprio, com uma narrativa mais focada e linear mas nem por isso menos sedutora. Acima de tudo, é francamente hilariante, com uma galeria de personagens memoráveis.

quarta-feira, outubro 24, 2018

Laurie Strode esteve 40 anos à espera de um novo embate com Michael Myers. Os fãs de HALLOWEEN (1978) estiveram 40 anos à espera de uma sequela à altura do original. Este HALLOWEEN (2018) quase chega lá.
David Gordon Green (realização e argumento), Danny McBride (argumento) e Jeff Fradley (argumento) ignoraram - e ainda bem - todas as patacoadas a que o franchise deu origem após a seminal obra do Mestre John Carpenter e construíram uma continuação directa, 40 anos mais tarde. Existe um fervor de fã assumido nas muitas rimas visuais e narrativas que este slasher movie tem com o seu antecessor, e é, nesse sentido um deleite. Onde fraqueja realmente é no clímax: a construção não resulta num final catártico o suficiente. Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) merecia mais. Aquele 3.º acto pedia muito mais.
O final alternativo que já apareceu online (nada de imagens, apenas páginas de guião) dá conta de uma versão que seria talvez mais apoteótica. Não posso adiantar mais sem entrar em spoilers, mas ao que parece o zeigeist teve forte influência no final que o filme acabou por ter.
Os pontos fortes são os momentos em que Michael Myers faz o que faz melhor. E, acima de tudo, a banda sonora - quando se ouve o tema do Mestre Carpenter, a nostalgia bate a quem já o conhece e conquista, quero crer, novos admiradores.

segunda-feira, outubro 22, 2018

Ao terceiro episódio visto, é seguro afirmar: The Haunting Of Hill House é uma das séries do ano. Criada por Mike Flanagan a partir do romance homónimo de Shirley Jackson, oferece um drama familiar soberbamente escrito, servido por interpretações sólidas de todo o elenco. O terror, registo que Flanagan já antes demonstrou dominar, é pretexto para a exploração das complicadas relações familiares dos protagonistas - como é dito a certa altura, os fantasmas também podem ser o remorso, a culpa, o arrependimento. Que pérola!

sábado, outubro 20, 2018

O coelhito e o coiote


Era uma vez um coelhito que, perante o coiote que pretendia degluti-lo, lhe disse: “Anda, coiote, vamos debater ideias que eu estou aberto à compreensão do teu lado nesta questiúncula”, e o coiote comeu-o, ossinhos e tudo.

Fim.

quinta-feira, outubro 18, 2018

Brasiunaro

1
Da fofice


Na senda da normalização do discurso de ódio, criou-se a ideia de que muita gente votou e vai votar em Bolsonaro ‘simplesmente’ porque não vê alternativa, não tendo, por isso, necessariamente de ser racista, misógino, xenófobo, homofóbico. Então que nome se dá a malta que, perante discursos destes, encolhe os ombros? Fofinhos?

2
Das convicções e da falta delas

A falácia do argumento "Se há mulheres, negras e lésbicas a votar em Bolsonaro, não é com certeza porque são racistas, misóginas e homofóbicas". Peeps, isto não é um pacote. Pode ser-se uma coisa sem se ser a outra. Há todo um leque. Um gay pode ser racista, um preto pode ser homofóbico, uma mulher pode ser xenófoba. Aliás, um democrata pouco convicto pode perfeitamente ser o apoiante da proto-ditadura de amanhã.

3
Da poeira para os olhos

Outro argumento muito em voga é aquele do "a extrema-direita está a crescer muito porque a esquerda tem falhado sistematicamente e tem vindo a radicalizar o seu discurso, e isso provoca reacções". Percebo, em certa medida; mas servirá isso então para justificar o intolerável discurso de ódio e regimes autoritários? Portanto, o que estão no fundo a dizer é uma variante do "ela estava a pedi-las". Andam por aí com os decotes muito grandes e mini-saias muito curtas e tal; e, por isso, merecem ser violadas por uma ditadura militar assim à bruta, atrás de um arbusto? É isso, peeps?

4
Do que é dito, do que fica por dizer e, principalmente, do que fica por ouvir

Em relação à desinformação manipuladora da opinião pública (e sem perder de vista aquela máxima “o pior cego é aquele que não quer ver”, ou, como escreveu a Clara Caldeira, "há qualquer coisa na humanidade, em imensos momentos, com ou sem processo eleitoral, que opta em massa por coisas terríveis."), convém sublinhar as palavras do José Meireles num comentário aos posts onde, no FB, publiquei originalmente estes considerandos:
“São os média que lhes dão voz [Bolsonaro e afins]. Essas vozes aparecem porque alguém lhes paga o amplificador. (...) No caso do Brasil, uma estação de TV disse que não iria dar cobertura ao PT, mas não deixou de o fazer ao Bolsonaro. Outra TV entrevistou-o ao mesmo tempo que houve o debate. (...) No caso dos EUA, a Fox queria um candidato. O Trump foi apenas o que estava mais a jeito. Aqui no burgo temos aquele senhor que não gosta de ciganos... Mas comenta o futebol. Normalização da presença. E depois há aqueles que dizem não concordar mas que vão discutir com eles... E estão a contribuir para que a mensagem seja espalhada. (...) não é quem diz, é quem lhes põe o microfone à disposição”.
A manipulação da opinião pública - que, no Brasil, tem tido expressão brava no Whatsapp (ler esta notícia de há pouco) - é campo onde este tipo de candidatos, ou quem neles aposta, mais deita semente. E a manipulação vai sendo feita porque é passível de ser feita, sem que haja mecanismos de real protecção dos valores e do sistema de funcionamento de uma democracia; e grande parte do eleitorado escolhe e escolherá o candidato racista, homofóbico, xenófobo, defensor da tortura porque, lá está, a manipulação precisa de um terreno fértil para crescer, fértil não só de ignorância, mas de uma vontade profunda de não aprender, de ver apenas o que é conveniente; o eleitorado de Bolsonaro (como o de Trump), pode ter, entre si, divergências, mas encontra-se nesse lugar comum de conveniências económicas e sociais. Conveniências para si próprio e para o grupo que lhe é próximo, entenda-se. Quanto ao resto, encolhe os ombros, até ao dia em que, eventualmente, lhe venham bater à porta. Porque - repito, uma vez mais, as palavras da Clara Caldeira - “há qualquer coisa na humanidade, em imensos momentos, com ou sem processo eleitoral, que opta em massa por coisas terríveis”.

Mete mais alto #576


Wooden Shjips
V.
2018

Assinados por Chris Claremont durante a última Comic Con Portugal: Superaventuras Marvel 14 (1983), Superaventuras Marvel 45 (1986), Grandes Heróis Marvel 4 (1984), Grandes Heróis Marvel 7 (1985), Wolverine 1 (1987), Grandes Heróis Marvel 9 (1985).

quarta-feira, outubro 17, 2018

De vez em quando - muito de vez em quando - aparece uma série assim, onde a estranheza perde rapidamente terreno perante a familiaridade que contexto e personagens nos suscitam. Que obra maravilhosa e insana, esta criação de Patrick Somerville (a partir de um original norueguês que não conheço), realizada por Cary Joji Fukunaga e protagonizada de forma magistral por Emma Stone e Johan Hill. MANIAC é para ver e rever.

Ri-me a escrever, ri-me ainda mais quando vi o resultado final. Grande interpretação da Gabriela Barros, do Eduardo Madeira e do Manuel Marques. Aconteceu no DDT - Donos Disto Tudo de sábado passado: A Pita do Instagram no Velório.

Uma banda desenhada do Nuno Duarte é, como saberá quem leu, p.e., os dois volumes d'A Fórmula da Felicidade e o mais recente O Baile, um acontecimento maior que merece tremuras de antecipação. Em Dezembro, chega ao fim a espera por uma nova obra, pois que vem aí O Outro Lado de Z, profusamente ilustrado por Mosi, numa edição da Kingpin Books. Aguardemos com a calma possível.

terça-feira, outubro 16, 2018

"(...) a poesia é uma doença que ataca quem ainda anda à procura da sua identidade, do seu lugar no mundo, sendo, nessa medida, semelhante às borbulhas."

in FILM NOIR
Ed. do lado esquerdo

Bem boa, a 1.ª temporada de Castle Rock, a atingir o zénite no 7.º episódio (escrito por Sam Shaw). A esta apreciação não será alheia a semelhança temática e estrutural que “The Queen” (assim se intitula o ep.7) tem com “The Constant”, episódio de Lost pelo qual tenho a chamada panca (termo técnico).

segunda-feira, outubro 15, 2018

Está online o sketch do Rei Herman e a Esrepitosa Mamã! Há aqui uma sensação de ciclo a completar-se: tantos anos a escrever para o Mestre Herman José, e agora escrevi o sketch a partir do qual foi cozinhada esta bela homenagem, interpretado pelo meu broda Eduardo Madeira, pela maravilhosa Ana Bola, e com a talentosa Gabriela Barros! Muita belezura junta!

domingo, outubro 14, 2018

Hoje no Fórum Fantástico, o Vasco Duarte vai falar do seu projecto Parallelo 38, acompanhado pela Soraia Carrega, e serão exibidos os videoclips dos temas, entre eles aquele que realizei, numa aventura conspiracionista que contou com a caracterização do Ricardo Montalvor. Vai ser na Biblioteca Orlando Ribeiro, a fechar o evento, lá mais para o fim da tarde.

sábado, outubro 13, 2018

É hoje às 19h00, no Irreal: lançamento do novo livro desse gigante que é o Miguel Martins!

sexta-feira, outubro 12, 2018

“...nessa insanidade colectiva em que o Brasil nega qualquer Brasil possível...”

É hoje às 18h, na Apaixonarte, a inauguração da exposição PRANCHA A PRANCHA, do grande Jorge Coelho! Venham deliciar-se com o talento do artista que já desenhou VENOM, LOKI: AGENT OF ASGARD, ROCKET RACOON, e, mais recentemente, ROBOCOP: CITIZENS ARREST. Imperdível!

quinta-feira, outubro 11, 2018

O imaginário de Lovecraft já influenciou mais gente do que o próprio poderia imaginar. Uma das facetas mais directas dessa influência são as magníficas capas que se fizeram de livros seus, em especial nas décadas de 60 e 70. Eis três que me acompanham há muitos anos, as duas primeiras com ilustrações de, respectivamente, Tim White e Bob Fowke, e a terceira com uma fotografia de Tony Marshall.

Escreveu o Almada, em Nome de Guerra: “A inteligência do mundo não é afinal senão os valores iguais de opiniões contrárias”. Ou seja, discutir opiniões contrárias - muito bonito; agora, se essas opiniões são contra os valores humanos mais básicos, e assentam na defesa de regimes totalitários e opressores, não há margem para discussōes, que mais não fazem do que normalizar e acelerar o retrocesso civilizacional.
Cresci, ingenuamente, com a ideia de que a História já se tinha encarregado de demonstrar, para lá de qualquer equívoco, os desastrosos resultados das ditaduras. Acontece que, entretanto, a memória das atrocidades se perdeu, não só na distância temporal mas, acima de tudo, na confusão mediática, quer nos meios de comunicação ditos “tradicionais”, quer nas redes sociais, em que a norma é fazer tábua rasa dos ensinamentos passados e apostar nos mesmos erros, com roupagens diferentes - que, inevitavelmente, irão (estão) a vestir os uniformes de sempre. Ainda que muitos teimem em fazer de conta que não estão a ver o barrete a ser de novo enfiado.
Citando mais uma vez Almada Negreiros, este é o “começar de uma decisão que nos leva aos compromissos vitalícios”.

Clássico instantâneo. Não só honra o património que traz às costas como o supera em larga escala. Lady Gaga absolutamente incrível, Bradley Cooper no topo da sua forma, e uma química entre os dois que transborda da tela. Sam Elliot brilha como actor secundário. Argumento competente de Eric Roth e Bradley Cooper, numa modernização certeira da história original. Realização segura - também de Cooper, que aqui se estreia com classe - a dar o tom intimista (mesmo quando a acção decorre por entre multidões) que tanto valoriza o filme. Se não choverem nomeações e estatuetas sobre A STAR IS BORN, é porque está tudo louco.

quarta-feira, outubro 10, 2018

Tiro e Queda - trailer

A temática bergmaniana do homem abandonado entre o divino e o profano; a Nouvelle Vague inaugural de Claude Chabrol; a beleza formal de Yasujiro Ozu - tudo coisas que não se encontram neste filme, com argumento do Eduardo Madeira e meu, a partir de uma peça de teatro que escrevemos em 2014.
TIRO E QUEDA é sátira insana e gargalhófica, protagonizada pelo Eduardo e pelo Manuel Marques, e diz que chega ao cinema a 29 de Novembro.

Primeira imagem de Ruby Rose como Batwoman ♥️🦇


terça-feira, outubro 09, 2018

Foi uma bela noite, já tinha saudades! Abraço especial ao Alex Cortez, ao José Anjos, ao Nuno Miguel Guedes e ao Sérgio Coutinho.

segunda-feira, outubro 08, 2018

Excerto da nossa actuação de 22 de Setembro

Logo às 22h, no Povo Lisboa: Poetry Slam, que terei o gosto de apresentar.
Vinde!


(A magnífica ilustração é do Alex Cortez)

Dizer que um homem branco e rico é automaticamente um predador; dizer que uma garota de programa é automaticamente uma porca oportunista; dizer que um cigano é automaticamente um ladrão - todas essas generalizações que atribuem qualidades ou filhasdaputice em função da raça, género, condição social, religiosa, ou qualquer outro factor que não o caso específico do indivíduo e da sua circunstância particular, são sinónimo de barbárie. Não contem comigo para essa merda. Lutarei contra isso, sempre.

quinta-feira, outubro 04, 2018

Mete mais alto #575

JOHN COLTRANE - STARDUST (1963)

Amanhã estarei no FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, acompanhado pelos estimados Luís Carmelo e João Barreiros, numa conversa mediada pelo não menos estimado José Anjos. O pretexto: Realidade Aumentada, tema que não se me afigura de fácil abordagem nestes tempos em que a realidade se apresenta tão mas tão diminuída.
Obrigado ao João Paulo Cotrim pelo convite.
Apareçam: vai ser, no mínimo, uma conversa bem animada.

Zé Manel Taxista - Uma Comédia com Brilhantina
Segunda semana de espectáculos no Casino Lisboa: de quinta a sábado às 21h30, domingo às 17h00.
Vocês não querem perder isto!

Fui ver.
Bah.

quarta-feira, outubro 03, 2018

A editora do lado esquerdo completou ontem 6 anos de existência. Grato por fazer parte da sua história com o meu singelo "e enquanto espero que me arranjem o esquentador penso em como será a vida depois do sol explodir". Parabéns, Maria Sousa e Nuno Abrantes - que venham mais 666 anos!

12 de Outubro pelas 21h, o Pedro Zamith inaugura a sua nova exposição no Espaço Exibicionista! Obrigatório!

terça-feira, outubro 02, 2018

É hoje, por volta das 18h30, no Gin Lovers (Príncipe Real, Lisboa), que se vai dar a apresentação d'"A Palmeira", do Pedro Goulão. Trata-se de um evento imperdível, até porque poderão adquirir o livro.
Até já.