sábado, setembro 30, 2017

Hoje vou estar no Festival Silêncio para comemorar os 5 anos da editora do lado esquerdo, lendo um poema do meu "e enquanto espero que me arranjem o esquentador penso em como será a vida depois do sol explodir".
17h, na Guilherme Cossoul.

sexta-feira, setembro 29, 2017


O Pedro Vieira convidou-me para botar faladura no podcast d'O Inimigo Público. Sabendo o quanto ele admira Assunção Cristas, tive de lhe dizer das boas.
Ouçam aqui.

quinta-feira, setembro 28, 2017

Começa já amanhã!

Daqui a pouco: lançamento da Cidade Nua n.º 4, 22h no Bar 'A Viagem', Tr. Ribeira Nova, 30, ao Cais do Sodré.
#FestivalSilêncio

Quero. Mas quero tanto.

Favola Futurista

7 de Novembro, 23 horas, Casa Raphael Baldaya, 27 - A Favola da Medusa apresenta Mister George and his catamites, The Doll and The Calf.
George Haslam - sax
FHF - theremin
MM - ruído branco
Inserido nas Jornadas da Exposição Portugal Futurista (Biblioteca Nacional), comissariada por Ricardo Marques.

Estou com o traje oficial de luto pelo falecimento de Hugh Hefner: pijama e robe.

Chiça. Que maravilha.

quarta-feira, setembro 27, 2017

terça-feira, setembro 26, 2017

A melhor série de todos os tempos vai ter uma 5.ª temporada e a banda sonora já tem um primeiro avanco.

De maneira que agora faço também parte da maravilhosa equipa do DDT - Donos Disto Tudo, e escrevi este sketch que foi interpretado de maneira virtuosa pelo meu broda Eduardo Madeira. Assim dá gosto.
Vejam aqui.

http://media.rtp.pt/donosdistotudo/videos/obrigado-querido-lider/

segunda-feira, setembro 25, 2017

Sim, é perfeitamente comum um homem vir-se entre duas estações de metro. Se for entre Arroios e Alameda, até lhe chamam a Fonte Luminosa.

A Joana Amaral Dias defendeu zonas e veículos só para mulheres nos transportes públicos. Depois, veio a Fernanda Câncio dizer que isso não faz sentido e que quer é que as miúdas andem na rua sem que lhes peçam broches. A Rita Ferro Rodrigues reforçou, declarando que quer é que as miúdas possam andar de autocarro sem receio de que um gajo qualquer se encoste a elas para se vir entre uma estação e outra. E depois, veio a Mónica Calle contestar isto tudo, dizendo que quer que as filhas andem em transportes públicos e que os homens se encostem a elas.
Poderá haver quem veja aqui um debate público necessário acerca de uma questão importante. Eu só consigo ver um dos piores episódios da última temporada de "Sex and the City", em que todas as personagens vêem o mundo como pejado de Charlottes, têm as convicções de uma Miranda, usam o vernáculo de uma Samantha, e pensam que são a Carrie.

TOO REAL, de Marc Maron é daqueles solos em que nos desmanchamos a rir por um lado e choramos por outro. Aquela lagrimita de esperança: enquanto houver gente com esta clareza na leitura que faz do absurdo da condição humana, talvez que nada esteja ainda perdido. Melhor ainda: se calhar já está tudo irremediavelmente perdido, mas se foi produzida uma mente como a de Marc Maron, então talvez não nos tenhamos saído muito mal enquanto espécie.

domingo, setembro 24, 2017

Nunca gostei de mimos. De todos, só o grande mestre Marcel Marceau chegou a provocar-me alguma emoção. Inevitável: tratava-se de um grande mestre. De resto, nicles. Não foi por isso de espantar que, quando no Edinburgh Fringe de 2005 ou 2007 ouvi falar pela primeira vez falar do Tape Face (Sam Wills, à época conhecido como The Boy With Tape In His Face), a minha primeira reacção tivesse sido "não, obrigado." Preoconceito ultrapassado e, com poucos minutos vistos da actuação, já estava rendido. Tape Face é muito mais que um mimo e, mesmo quando o é, aborda o métier de uma maneira bastante original. O resultado em palco é um equilíbrio desconcertante entre o absurdo e o maravilhoso, que nos predispõe para o nível de insanidade que vai crescendo ao longo do espéctáculo. Quando ouço dizer que o trabalho de Sam Wills é clownesco, dou por mim a pensar "'tá bem, mas é clownesco q.b". E nem sequer sei bem o que isto quer dizer, 'clownesco q.b'.; mas, uma vez que também não sou grande apreciador de clowns, presumo que o Tape Face use a coisa com conta, peso e medida e, principalmente, alguma frescura. Em suma: à partida, este personagem de Sam Wills tinha tudo para que eu não estivesse para ali virado mas a verdade é que me agarrou facilmente. Entre o sorriso e a gargalhada que nos vai desenhando, Tape Face consegue dizer muita coisa sem nunca abrir a boca. A parte realmente boa disto tudo é que ele vai estar amanhã e depois no Tivoli, às 21h30. É de ir. Pessoalmente, estou muito curioso para descobrir de que maneira o número dele evoluiu nos últimos dez anos.

sábado, setembro 23, 2017

Nintendo, fundada a 23 de Setembro de 1889.

Sim, estou com umas semanas de atraso em relação à série, mas isso quer dizer que a minha noite de sexta foi melhor que a vossa porque vi este episódio absolutamente devastador. Isto começou com a fasquia tão, tão alta e consegue ficar cada vez melhor.

Entre o terramoto e Cristas, o meu coração lisboeta hesita.

A Joana Amaral Dias quer espaço próprio para mulheres nos transportes públicos. Maior desserviço para a causa feminista só mesmo se dissesse "o lugar das mulheres é na cozinha."

A malta que batia palminhas a propósito do #Brexit agora anda tão caladinha. A realidade, às vezes, é um sapo difícil de engolir.‬

Ontem houve casa cheia na Maia e hoje há FILHO DA TRETA em Beja!

sexta-feira, setembro 22, 2017

Nunca mais é Janeiro! Entretanto, o single, "Pétalas", já roda.

terça-feira, setembro 19, 2017

Mete mais alto #564


Tame Impala - The Moment
Directed by Joe G
Edited by George Manzanilla

segunda-feira, setembro 18, 2017

Daqui a pouco.

Da normalização: de repente, o canalha do Spicer até é um tipo porreiro porque aceitou gozar consigo próprio. Que giro. E o peeps bate palminhas. Esqueça-se que a notoriedade que o levou ali foi obtida por ser porta-voz de um fascista da pior espécie. Não papo. No que me diz respeito, levar este energúmeno aos Emmys é uma mancha no currículo do Colbert. O politicamente correcto obrigaria à busca de outro termo mas, à antiga, isto é um branqueamento. Vê-se isto, ouve-se a risota e os aplausos, e fica-se com a sensação: às tantas, os EUA têm o Trump que merecem. Pena que o resto do mundo coma por arrasto.

sexta-feira, setembro 15, 2017

Entretanto, enquanto o FILHO DA TRETA não chega a Lisboa para a temporada de despedida, vai estar no Auditório do Centro de Congressos da Madeira, hoje e amanhã, às 21h30, e domingo às 16h. Dizer que é imperdível seria chover no molhado. Mas olhem que é imperdível.

Faz mais ou menos um ano, estava o FILHO DA TRETA a estrear no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. Um texto meu e do Rui Cardoso Martins - que já andávamos há que tempos cheios de vontade de voltar a trabalhar juntos - para uma encenação da sister-in-arms Sónia Aragão e interpretação dos grandes José Pedro Gomes e António Machado. Depois de uma gloriosa temporada no Casino e triunfal digressão nacional, o FILHO DA TRETA regressa a Lisboa para uma despedida no Teatro Villaret! Últimas oportunidades para ver ou rever!

Manuel Maria Barbosa du Bocage
faria hoje 252 anos


































Na imagem, o Miguel Guilherme na assombrosa interpretação que fez do Elmano Sadino na série BOCAGE que, em 2006, eu e o Mário Botequilha escrevemos e o Fernando Vendrell realizou.
À distância de 11 anos, aproveito para enviar um abraço a todo o elenco e equipa que, estou certo, recordam a aventura que foi fazer a série sempre que ouvem falar do Vate. E vice-versa.

A ideia de o fazermos surgiu quê? - após The Force Awakens?, Rogue One?, já nem sei. No May the 4th foi para o ar o teaser e anteontem, finalmente, lá conseguimos juntar-nos os quatro via Skype para gravar a primeira edição d'O Lado Coiso da Força. Quatro fãs confessos, o Nuno Markl, o Diogo Beja, o Luís Franco-Bastos e eu, em duas horas de alegre conversa despudoradamente geek acerca do universo Star Wars. A mudança de realizador do Episódio IX, o merchandise da saga, as teorias sobre o que poderá acontecer nos próximos filmes - todo um cacharolete de temas discutidos neste podcast que agora partilhamos convosco.
Disponível no iTunes.

https://itunes.apple.com/pt/podcast/o-lado-coiso-da-for%C3%A7a/id1233166022?l=en&mt=2

‪Certo: as praxes oferecem uma bela oportunidade para fazer amigos. Até porque ser obrigado a rastejar no meio da rua enquanto se ladra é uma maneira linda de começar uma amizade. A nostalgia que esses momentos trarão, daqui a 20 ou 30 anos: "Lembras-te de quando me amarraste a uma árvore e me atiraste ovos e farinha enquanto me obrigavas a gritar 'Sou um croquete de cocó" durante 3 horas? Percebi logo que íamos ser amigos para sempre." ‬

quinta-feira, setembro 14, 2017

Uma adenda ao post abaixo, que me surgiu em resposta aos comentários pelo FB, e que me parece fundamental salientar: a malta que, sendo do meio artístico (principais interessados), não encontram valor nesta acção do Ministério Público. Há também uma sobranceria intelectual em que a obra de Tony que não é de Tony é encarada como fazendo parte de uma "casta" intelectual inferior e que, por isso, não merece paralelo com o todo.

Têm uma piada do cacete, todos aqueles que acham a história dos plágios TonyCarreirescos um assunto de somenos importância. Como se fosse perfeitamente aceitável que se pegue em obras alheias e se capitalize com elas sem dizer ai nem ui aos autores. "Ai o Ministério Público não tem nada melhor para fazer?" Não, peeps, isto não é coisa pouca, e este avanço do MP só peca por tardio. A intangibilidade de uma música não significa que ela não tem um dono, que é quem a criou. É elementar. Ou deveria ser. A ideia de que criar uma obra artística, seja música ou outra coisa qualquer, não é trabalho, está tão mais enraizada quanto mais pequenina for a mentalidade. Esta questão dos plágios está já a servir, se não para mais nada, para tirar da toca todos aqueles que, por ignorância ou qualquer outra motivação (ainda menos) nobre, menosprezam a criação artística, o trabalho intelectual, e erguem com orgulho bacoco o estandarte do "trabalho é plantar batatas".

O tremendo boost intelectual dos fãs de Tony Carreira que agora percebem ser, afinal, admiradores de cantautores franceses e da América Latina. Inchem, hipsters.

quarta-feira, setembro 13, 2017

E a magia que se fez hoje neste estúdio? Gravação do tema do genérico de #1986ASérie com as vozes celestiais da Lena d'Água e da Catarina Salinas dos Best Youth, sob a batuta dos masters João Só e Nuno Rafael.

O iPhone X faz mapeamento de cara; o iPhone XiXi fará centimetragem de pila.

Mapeias-me a fronha mas é o caralhinho.
#iphoda

terça-feira, setembro 12, 2017

Len Wein
12 de Junho, 1948 - 9 de Setembro, 2017
Um imenso obrigado.

Outro dia, um indivíduo disse-me: "Com as redes sociais, agora toda gente tem a mania que sabe escrever".‬
‪ E continuou a tirar as suas fotografias com telemóvel para colocar no Instagram.‬
‪Ri-me.‬

De Píndaro para Hierão de Siracusa e do António de Castro Caeiro para nós. Há que regressar às tapas com o Martins. Obrigado.

Star Trek: 50 anos e 5 dias

domingo, setembro 10, 2017

Ainda não percebi se aquilo de haver gente nos EUA a disparar tiros de caçadeira contra furacões para detê-los é só boateira ou é mesmo verdade. Mesmo sabendo da existência de criacionistas e de malta que está convencida de que a Terra é plana, este parece-me um new low inacreditável. Ainda mais inacreditável, se é possível colocar a questão dessa maneira. A confirmar-se, então agradeça-se à Mãe Natureza que, na sua infinita sabedoria, está a tratar de varrer idiotas deste calibre da face do planeta.
#selecçãonaturalbaby #Darwinficariaorgulhoso

Ontem, eu e o Rui Cardoso Martins, prontos para o It's Alive!

sexta-feira, setembro 08, 2017

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAH! 'SAFUDÊ!


Isto vai acontecer amanhã no MOTELX: 50 participantes vão escrever um conto de terror numa noite e, para dar início às hostilidades e ajudar no que for sobrenaturalmente possível, vou lá estar entre as 21h e as 22h com o amigo Rui Cardoso Martins, e Kim Newman, Jerónimo Rocha, e Nuria Leon Bernardo.

Info:
Inspirados pelo chamado "Ano sem Verão", quando Mary Shelley escreveu o seu romance imortal "Frankenstein, ou o Prometeu Moderno", o MOTELX e a Imaginauta convidam todos aqueles que gostam de escrever para um desafio inesquecível: escrever um conto de terror em apenas uma noite!
Este evento dedicado à literatura contará com diversos momentos inesperados, visitas de convidados especiais e oportunidades para estabelecer novos contactos, e ainda com palestras de especialistas em terror onde se irá falar da relação entre a sociedade e os monstros criados pela ficção.

20h00-21h00: Palestras sobre temas ligados ao terror pelo Prof. José Duarte, Dr. Ana Daniela Coelho e Diogo Almeida
21h00-22h00: Sessão de Speed Meeting com vários convidados, entre eles Kim Newman, Rui Cardoso Martins, Filipe Homem Fonseca, Jerónimo Rocha e Nuria Leon Bernardo
22h00-00h00: Maratona de escrita
00h00-00h15: Intervalo com Slam Poetry por Filipa Borges, Miguel Antunes e Ricardo Blayer
00h15-02h00: Maratona de escrita

Preço: 5€
Vagas: 50
Sala 2
Mais informações e inscrições: workshops@motelx.org

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Inspired by the so-called "Year Without a Summer", when Mary Shelley wrote her immortal novel "Frankenstein; or the Modern Prometheus", MOTELX and Imaginauta invite those who like to write to an unforgettable challenge: to write a horror story in just one night!
This event dedicated to literature will be divided in two parts and will have various unexpected moments, special guest appearances, many opportunities for networking, and even lectures by horror specialists who will cover the relationship between society and the monsters created by fiction.

20h00-21h00: Horror-themed lecture by Prof. José Duarte and Diogo Almeida
21h00-22h00: Speed Meeting session with several guests, such as Kim Newman, Rui Cardoso Martins, Filipe Homem Fonseca, Jerónimo Rocha, and Nuria Leon Bernardo
22h00-00h00: Writing marathon
00h00-00h15: Slam Poetry break by Filipa Borges, Miguel Antunes, and Ricardo Blayer
00h15-02h00: Writing marathon

Language: Portuguese

Price: 5€
Vacancies: 50
Sala 2

More info and reservations: workshops@motelx.org
Página do evento

Abrantes! Hoje o FILHO DA TRETA vai estar no Cineteatro São Pedro! Os cem primeiros a acampar à porta recebem grátis um piezo eléctrico! Estou a reinar, não recebem nada. Mas o espectáculo é às 21h30!

quarta-feira, setembro 06, 2017

A Nightmare On Elm Street (1984)

FILHO DA TRETA prepara-se para a grande despedida de Lisboa!
O espectáculo vai estar em cena todas as Terças e Quartas no Teatro Villaret, já a partir do dia 19 de Setembro. FILHO DA TRETA estreou há um ano em Lisboa, no Auditório dos Oceanos, de onde partiu em digressão (mais de 55 localidades, de Norte a Sul do País e ilhas) parando ainda no Porto para uma curta temporada. Ao todo foram mais de 65 mil espectadores no espaço de um ano. Obrigada a todos os que vieram connosco nesta viagem, agora juntem-se a nós na grande despedida no Villaret.

Olha o teaser do nosso 1986!


#1986ASérie

Cebola Mol no Sá da Bandeira

Segunda-feira passada.


Foto de Miguel Cadilhe

Último dia em 1986

A Catarina Rodrigues capturou tudo com a sua objectiva: trabalho, diversão, alegria, lágrimas, a emoção do último take. Está aqui tudo.

Sábado passado: o momento da última take da última cena gravada! It's a wrap!!!


#1986ASérie

Eva Fisahn, Miguel Partidário, Nuno Markl e um gajo.
#1986ASérie

Enquanto esperamos pelo regresso de Game of Thrones: BATTLE OF STUFF


Página Oficial de Fãs da Série aqui.

O conceito de "apropriação cultural" é mais uma tentativa dos ignorantes de imporem a fasquia da sua ignorância ao talento e esforço dos mais capazes.
#lidemseuscaralhos

sexta-feira, setembro 01, 2017

Mary Marvel
by Daniel Scott Gabriel Murray

Alex Ross

Todos contra todos.

É já na próxima segunda-feira! Os bilhetes estão a voar, não se deixem dormir!

Alan Davis / Paul Neary
Excalibur #4 (1988)

Mete mais alto #563


Oathbreaker
"10:56"
Rheia
2016

A primeira edição do Reverence foi muito especial. As razões para lá estar presente foram mais que muitas: apesar de tratar-se da primeira edição, a quantidade de bandas presentes no cartaz que eram (e continuam a ser) parte da banda sonora do meu quotidiano, deram-me, logo à partida, uma sensação de familiaridade. No recinto, essa sensação confirmou-se e redobrou-se. O foco eram os palcos, não havia espaço para qualquer outra coisa que não fosse a celebração da música e as culturas com ela directamente relacionadas. A certa altura do concerto de Electric Wizard assolou-me a certeza de que não havia mais nenhum sítio onde eu deveria estar naquele momento, coisa que só me tinha acontecido uma vez antes: quando fui receber o primeiro prémio do Euromilhões. Infelizmente, dessa vez o prémio não era para mim, pelo que a certeza era só minha e, pelos vistos, estava errada. Já no Reverence, foi mesmo noite de sorte grande. Uma onda de completude amplificada pelo facto de estar a assistir àquilo (mais: a fazer parte daquilo) junto com os meus companheiros de Lâmina fez-nos dizer em coro "Eh pá, o que era lindo era virmos tocar aqui". Catiticidade das catiticidades: o nosso concerto deu-se mesmo, no ano seguinte, confirmando que se trata de um festival com o seu quê de mágico quer na plateia, quer no palco. Este ano há mais, noutro sítio, mas o lugar é o mesmo - aquele da música. Dos amigos Sinistro e Asimov, passando pelos 10000 Russos, Wildnorthe e Oathbreaker, há razões mais do que suficientes para estar batido no Reverence Santarém 2017. Se se cruzarem comigo por lá, paguem-me cenas.