sábado, julho 08, 2017

As capas do último número da revista Cristina, pela abrangência e características do seu público, desempenham um papel fracturante na abertura de mentalidades e aceitação da diversidade. Curioso verificar que poucos ou nenhuns dos habitualmente activos abana-estandarte da comunidade LGBT+ celebrou o gesto. Talvez porque a revista em causa não se encaixa no seu paradigma elitista de trendiness e coolness. O preconceito é fodido.

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