sábado, junho 04, 2016

Conheci-o aqui. Para mim sempre esteve ao nível do Super-Homem. Quem não o conheceu aqui, também o via como Super. Porque foi; representou o mais determinado que há em nós. A partir de hoje, já não podemos dizer que vivemos no mesmo mundo de Muhammad Ali. Fica a memória, a herança, a inspiração.

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