segunda-feira, agosto 31, 2015

Lâmina @ Reverence

Noite absolutamente incrível. Obrigado ao Reverence Valada, organização, todos os técnicos e envolvidos. Um festival único, num dos lugares mais belos de Portugal. Vénia ao público fantástico que encheu o recinto do palco praia para se juntar a nós na celebração psicadélica. Até breve.

RIP Wes Craven.
Os Cebola Mol agradecem.


RIP Wes Craven

Obrigado.

sábado, agosto 22, 2015

29.


95.

Ray Bradbury

Ilustração de Franco Clun

A Favola, ontem.

Concertão! Obrigado a todos!

Foto: Joana Azevedo com duas demãos de #filtralhadadagrossa aplicadas pela minha pessoa.

Lâmina no SonicBlast Moledo

Faz hoje uma semana que lá tocámos. Belíssimo festival, óptimo ambiente, público cinco estrelas, grandes bandas com quem muito nos orgulha ter partilhado cartaz. O concerto que demos perdurará nas nossas memórias pelas melhores razões. Obrigado à organização pelo convite e parabéns por mais uma excelente edição. E obrigado a quem esteve presente no nosso concerto, nem a chuva os demoveu. Tudo conspirou para fazer especial esta nossa estreia em festivais.

quinta-feira, agosto 20, 2015

quarta-feira, agosto 19, 2015

Hoje, a propósito de um conto de horror que escrevi para uma antologia a publicar em breve, disseram-me que tenho o diabo dentro de mim, como se fosse novidade.






















(click para aumentar)

RIP Yvonne Craig
Batgirl forever ♥

segunda-feira, agosto 10, 2015

Levar o quê a sério?

A diferença entre as fotos do "sunset" com frases inspiracionais e algumas campanhas publicitárias é o logotipo da marca lá espetado. Portanto, "levar a amizade a sério" é beber cerveja. Foda-se mais estas campanhas publicitárias. Também há quecas que só acontecem depois de quatro ou cinco whiskies, porque é que ninguém fala disso?
Tretas pseudo-inspiracionais metidas a martelo. Agora, qualquer campanha manhosa a álcool ou telecomunicações vai beber ao Paulo Coelho.
Mas não é só nessas áreas que estas tretas alastram. Numa altura em que grassam o desemprego jovem e os estágios não-remunerados, e receber um pouco mais do que o salário mínimo é um privilégio, a coisa do "vais mudar o mundo" soa vazia e oportunista.
"Diacho, Filipe, porque és tão negativo?" Negativo, o cacete. Não me deixo é endrominar por folk épica e modelos em fato de banho a "celebrarem a juventude". Andam a tentar convencer o pessoal de que "basta querer para ter sucesso". Uma variante do mito do empreendedorismo.

E depois, temos os refrigerantes. Do lado nacional, aquela campanha do optimismo extremo. Do "sermos barrados também quer dizer a noite não acaba aqui". Tipo: "estarmos desempregados também quer dizer oportunidade para começar um negócio próprio". E do lado internacional, aquela coisa do "a aparência não importa, é o que as pessoas são que verdadeiramente interessa". Mas desde quando é que as marcas são arautos de um modelo exemplar de comportamento? Vamos ter multinacionais a dizer-nos como é que devemos comportar-nos? A servir-nos de consciência? Poderão dizer: então mas se não temos modelos na política, na economia, na religião, onde é que vamos buscar referências? Sinceramente, não me parece que seja este o caminho. Se atribuirmos esse papel às multinacionais, não estaremos a minimizar o papel da educação, da formação, do verdadeiro humanismo? Então e os livros? A arte? É a campanha de uma marca de bebida com bolhinhas que me vai ensinar a ser melhor pessoa? Ao beber a bebida com bolhinhas, estou a ser mais sensível aos problemas do mundo? Poupem-me, que daqui a bocado estou a precisar de emborcar meia dúzia de cervejas para esquecer que está tudo maluco.

sexta-feira, agosto 07, 2015

#JonVoyage