quinta-feira, agosto 21, 2014

Diz o Paulo Querido, sobre a taxa sobre dispositivos electrónicos que permitam gravação; e é isto mesmo:

"É mentira. Nenhum autor ficará protegido nem verá nenhum direito seu protegido. É apenas mais um imposto disfarçado. Com a agravante de ser um imposto que não se destina a redistribuir pela comunidade, mas apenas a garantir por mais uns anos os lucros de uma indústria tão pequena quando poderoso é o seu lóbi nos sistemas mediático e jurídico, uma indústria anacrónica e que é um contrapeso, um travão à livre expansão das indústrias culturais emergentes."

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