sábado, maio 31, 2014

Mete mais alto #328

System of a Down - LIVE @ Rock n Heim 2013

sexta-feira, maio 30, 2014

Os juízes do TC foram ontem ver Rolling Stones e por isso decidiram poupar os pensionistas.

Jornalista da RTP impedida por seguranças de falar com Passos

Mas nem que fosse para pedir um autógrafo? Dar uma beijoca? Tirar uma selfie com ele?

Ouve-se Seguro e a música da Kika para o Mundial até parece boa.

Afinal, o inconseguimento de Assunção Esteves referia-se à incapacidade deste governo em apresentar medidas constitucionais.

Se cobrassem imposto por cada vez que Seguro provoca um bocejo, o governo escusava de aumentar o IVA.

A malta do Observador podia fazer uma edição impressa usando a parte de trás das folhas da Constituição.

E o que é que o TC disse da constitucionalidade da música da Kika para o Mundial?

António José Seguro olha para o Tribunal Constitucional como um jovem em cadeira de rodas olharia para o Homem-Aranha a saltar por entre os prédios.

A malta do Observador vai ter de trabalhar durante o fim de semana, para dar tau-tau aos meninos maus do TC.

TC chumba cortes nas pensões de sobrevivência.
Portanto, aí vem IVA a 25%.
25% de Abril Sempre.

O quê? Um novo espectáculo ao vivo? Para breve? Mas onde? O q...? Hã?


Manuela Ferreira Leite foi ontem ao concerto daqueles jovens, os Rolling Stones.

quarta-feira, maio 28, 2014

Hoje na Outra Coisa, José Sócrates fala dos resultados das europeias e da disputa pela liderança do PS.

Livros a Oeste

A convite do João Morales, vou estar hoje no Livros a Oeste, às 15h, junto com o Pedro Brito e o Afonso Cruz. Depois, às 18h30, com o Bruno Vieira Amaral. Apareçam. Mais info aqui.

terça-feira, maio 27, 2014

Mete mais alto #327

NIHILIST SPASM BAND - NO RECORD - 1968

Obrigado, Miguel Martins.

E agora, um video para dispôr bem.

Amanhã na Outra Coisa

Teremos sempre Paris

As únicas pessoas que ganham a sério com a vitória da FN em França são o par romântico skinhead e menina de Cascais, já podem ir a Paris passar a lua-de-mel.

António Costa ouviu a nossa Outra Coisa desta manhã e resolveu avançar.

segunda-feira, maio 26, 2014

A Marianne foi fazer uma cover tattoo. Tapou "Liberté, égalité, fraternité" com uma suástica e o vírus do ébola.

Mete mais alto #326

"...Last call for free speech"

DEAD KENNEDYS - CALIFORNIA ÜBER ALLES

Mete mais alto #325

DEAD KENNEDYS - NAZI PUNKS FUCK OFF

Extrema-direita holandesa e francesa continuam negociação para novo grupo europeu. Vai chamar-se "Incha, Anne Frank".

E agora, como é que se explica aos putos que antigamente havia uma coisa chamada Europa?

A julgar pelo nível de abstenção, a grande vencedora destas eleições foi a D.ª Inércia.

Em França, o ébola rendeu mais de 25%. Boa, gauleses.

domingo, maio 25, 2014

Estou muito contente por viver numa época em que votar é um direito adquirido. Agora gostava que se passasse para a próxima etapa, em que o voto é mesmo útil, em que os nomeados fazem o que prometeram. Porque de outra maneira, isto é só folclore.

sábado, maio 24, 2014

Durante o abraço de Cavaco, CR7 teve uma epifania: Aníbal é a verdadeira D.ª Inércia.

Há mais espanhóis em nós. #nãoprecisamdeagradecerNOS #depoisenviovosoNIB

E agora, barriquem-se em casa: esta noite, Lisboa é parque de diversões / campo de batalha dos espanhóis. Em Olivença é que se está bem.

Mete mais alto #324

La Femme
Psycho Tropical Berlin
2013



(repost)

Mete mais alto #323

Para ajudar a reflectir: Fadades, grande mestre alsaciano do black metal psicomatemático. Não sabem o que é isso? Eu também não sabia, antes de ser exposto à musicalidade de Fadades. E depois continuei sem saber.

Hoje, dia de reflexão, é complicado reflectir com a barulheira da espanholada. Onde é que eu guardei a minha t-shirt a dizer "Aljubarrota Sempre"?

sexta-feira, maio 23, 2014

Hoje


Mete mais alto #322

SCRATCH - LOKU WOMANGALA UFILE
Estes tipos são Rock Gods!

A super-heroística cinematográfica - Parte 2

Preparados? Vamos a isso.

EU SOU DO TEMPO EM QUE A TRILOGIA DO RAIMI PARECIA BOA, MESMO QUE O ÚLTIMO FOSSE UM DESASTRE

Na última Páscoa, a minha Vida de Cristo Morgado foi o Spider-Man 2 de Sam Raimi, e não queria acreditar no quanto aquilo me parecia mau. A estética, única, de Raimi, continua brilhante, mas o argumento de Alfred Gough e Miles Millar pareceu-me descosido, forçado, também muito por culpa daqueles evidentes erros de casting que foram Tobey Maguire e Kirsten Dunst, que não oferecem credibilidade a nada daquilo. Junte-se a isto o deslocado Green Goblin de Willem Dafoe, um James Franco claramente fora do seu território e sem conseguir dar mais, um desastroso terceiro filme, e só nos resta Alfred Molina a dar continuada dignidade ao projecto. Não me interpretem mal: quando saíram, os dois primeiros Aranhas de Raimi fizeram as minhas maravilhas, e as de fãs pelo mundo inteiro, mas os tempos eram outros. A alegria de ver, finalmente, o Homem-Aranha a ter um tratamento digno no grande ecrã, sobrepôs-se a todos estes erros de casting e falhas narrativas. Com tanto eye candy, e algumas (muitas) cenas emblemáticas que quase (quase!) faziam esquecer que Tobey Maguire era tremendamente errado para o papel que estava a desempenhar, os dois primeiros capítulos de Raimi foram elevados a píncaros que, com o passar do tempo e o aparecimento de portentos como Iron Man, desabaram e deixaram a primeira trilogia bastantes degraus abaixo daquilo que ocupava anteriormente. O desastroso terceiro capítulo encarregou-se de encerrar os estragos.

Razões mais do que suficientes para justificar o reboot às mãos de Marc Webb. Ainda bem que aconteceu, porque Andrew Garfield é o Peter Parker perfeito, dentro e fora do uniforme, e a química que tem com Emma Stone é evidente deste o primeiro frame (são, aliás, um casal na vida real).

O primeiro Amazing Spider-Man concenceu-me, apesar da assinalada pobreza de CGI, em especial no tratamento dado ao vilão de serviço, o lagartácio dos nossos corações (não, não estou a falar de bola, concentrem-se). Também o fato do aranhiço foi alvo de criticas. Mas a produção deu ouvidos aos fãzocas, e aqueles que foram os maiores problemas do primeiro filme foram corrigidos neste segundo. Claro que vieram outros.


Amazing Spider-Man 2 permanece empenhado na criação de uma mitologia própria, em grande parte inspirada no universo Ultimate. Mas com tanto que querem tratar num só capítulo, acabam por debitar muita informação e não dar o devido tempo de ecrã e tratamento a acontecimentos que, por si só, isolados, justificariam um filme. Daí aquela sensação de que este último Aranha merecia, digamos, mais uma hora, para que todos os plots fossem devidamente explorados. Chegou-se ao ponto de ficarem de fora acontecimentos importantes que apareceram nos trailers, mas que acabaram “no chão da sala de edição”. Não vou enveredar por spoilers, pois acredito que ainda há muita gente que me lê e que ainda não viu o filme, mas é exactamente depois do clímax deste segundo ópus que os problemas de argumento mais se fazem sentir – a sensação que fica é que foi tudo a despachar. Diga-se, no entanto, em abono da verdade: o carácter inspiracional dá aqui um passo maior, com um final que faz deste Aranhiço 2 o ingénuo balão de oxigénio que um planeta desgastado de motivação como o nosso precisa. Vale o que vale, mas é destas coisas que – quero acreditar – se faz a magia dos universos fantásticos desta gente que, por definição, tenta fazer do mundo um lugar melhor ao mesmo tempo que usa fatos spandex. Super-heróis, portanto.

Posto isto, há que dizer: que grande filme. Não teve o impacto merecido no box office, mas ofereceu uma belíssima representação de todos os personagens, um entendimento correcto de cada um deles. O casting, quando pensamos em Jamie Foxx, volta a estar no ponto: eis um Electro inesquecível que, junto com o Aranha, e tendo como cenário Times Square, oferece uma das mais fantásticas cenas de acção de que há memória. Como que para se desforrar de todas as criticas em relação à pobreza do CGI do filme anterior, The Amazing Spider-Man 2 oferece um magnifico festival de efeitos visuais, carrossel maior do que um filme de super-heróis deve ser, sempre com uma ressonância enorme ao nível emocional, desgraça dos personagens e deleite do público com olhos de ver, coração para sentir, essas coisas. Só pela extrema dignidade e aparato com que aqui se representa um dos mais emblemáticos capítulos da vida do aracnídeo, este filme merece um lugar no panteão.

Com todos os seus defeitos, Amazing Spider-Man 2 mete no sapato qualquer um dos capítulos assinados por Sam Raimi. E a ideia de criar um universo cinematográfico, tratada com maestria pela Disney/Marvel Studios, vai ser replicada pela Sony: aguardam-se spin offs com fartura, desde Sinister Six a Venom. Sony no bom caminho, portanto. A ver se não estragam tudo. Dedos cruzados.

Vamos então à Fox.

A seguir, PARTE 3 - X: MEN: DAYS OF FUTURE PAST – DE LONGE O MELHOR FILME DA MALTA MUTANTE

Iggy Pop fez uma campanha publicitária à schweppes limão. O mundo acabou exactamente há quanto tempo?

Próxima segunda-feira, às 18h, vou estar na Restart junto com Valério Romão, Cláudia Clemente, José Mário Silva e Diogo Madre Deus, para uma Conferência sobre Escrita. Apareçam!

quinta-feira, maio 22, 2014

Entretanto, na aldeia dos irredutíveis gauleses - 2

Jean-Marie Le Pen defende vírus ébola contra imigração 

E os romanos é que são loucos?

Entretanto, na aldeia dos irredutíveis gauleses - 1

Mais olhos que barriga:

França compra 2000 comboios que não cabem em muitas estações

A super-heroística cinematográfica - Parte 1










Tenho andado caladinho porque já sei: quando me lanço a escrever sobre estes temas, acabo em grandes lençóis de texto, e as vossas retinas não merecem tamanho desgaste.

Porquê agora? Porque, depois de ter visto ontem X-Men: Days of Future Past - que achei surpreendentemente bom -, considero que chegámos a um ponto sem precedentes nesta divisão que os personagens da Marvel têm por três estúdios diferentes (Marvel Studios / Sony / Fox): parece que sabem todos o que andam a fazer.

E porque há vida para além das eleições europeias.

Aqui vai então, tentando ser breve, sem grandes considerandos, e, desde já, com um “muito obrigado, valentes” a todos os que lerem esta série de quatro posts até ao fim; os outros, que preferirem ir jogar à bola lá para fora – eu compreendo perfeitamente. Amigos como nunca.

PARTE 1 - WINTER SOLDIER É UM FILMALHAÇO EM QUALQUER PARTE DO MUNDO MENOS NESSE PAÍS DAS TREVAS QUE É A CABEÇA DOS CRÍTICOS DO JORNAL PÚBLICO


A Marvel Studios está a fazer um belíssimo trabalho nas adaptações cinematográficas que tem vindo a produzir: é coisa que seria unânime, não fossem os já referidos críticos do Público, cujo nível de sobranceria não lhes permite descer ao nível dos comuns mortais e perder tempo com coisecas, Toutatis os guarde a todos.

Captain America: Winter Soldier foi, provavelmente, o melhor de todos os filmes produzidos até agora, uma narrativa quase irrepreensível em que Anthony e Joe Russo, Christopher Markus, Stephen McFeely e Ed Brubaker alcançaram o tom que a trilogia do Batman de Christopher Nolan e David S. Goyer pôde apenas ambicionar. Entre outras razões, nem Nolan nem Goyer perceberam os personagens com que estavam a lidar (excepção feita talvez para Ra's al Ghul), nomeadamente o próprio Batman, e o Joker – este último salvo do desastre apenas por uma boa representação de Heath Ledger, se bem que elevada a píncaros despropositados. Enfim, toda a trilogia de Nolan é sobrevalorizada, mas sobre isso já terei falado, e reservo a parte 4 desta série de posts para falar da DC.

Continuando: o único reparo que poderia eventualmente ser feito em relação a Winter Soldier é a falta de fantasia super-heroística, se é que me faço entender - falta ali uma condição quase-divina dos personagens e dos acontecimentos a instaurar aquele nível de fantasia que atira com a audiência para um nível de suspensão da descrença e abertura ao maravilhoso normalmente só atingível quando somos crianças. O que é completamente diferente de uma narrativa infantil - antes pelo contrário; só que isso é algo que os críticos do Público não fazem a mínima ideia do que seja porque já nasceram velhos e cansados.

Posto isto, e nesse sentido, Avengers de Joss Whedon continua no top dos meus gostos, mas - concedo - Winter Soldier é melhor filme. Os estúdios Marvel têm um plano muito bem gizado, e os fãs de comics sabem muito bem para onde é que este universo partilhado por todos estes filmes está a caminhar. Ler Civil War e as sagas cósmicas de Jim Starlin à volta de Thanos e das Infinity Gems (chamadas 'stones' nos filmes) é saber com elevado grau de exactidão o que nos está reservado para os terceiros Captain America e Avengers.

Três pesos pesados a nível de elenco: Robert Downey Jr, Scarlett Johansson, e Samuel L. Jackson, cada um pelas suas razões, e timoneiros fortes como Joss Whedon e os irmãos Russo, encarregados também do terceiro Capitão América, garantem à partida um elevado nível de catitidade no futuro próximo. A mais recente aquisição: James Gunn, com o Guardians of The Galaxy, a estrear no princípio de Agosto.


GotG de James Gunn vem inaugurar o lado sci-fi da Marvel, insinuado em Avengers. Não espero nada menos do que excelência de Zoe Saldana como Gamora e Karen Gillan como Nebula. E quanto a banda sonora, repito: este filme já ganhou. Celebra-se muito o remake que James Gunn escreveu de Dawn of The Dead, realizado por Zack Snyder a partir do clássico de George A. Romero, mas para mim a obra maior de Gunn é o argumento do videojogo Lollipop Chainsaw; um mimo (se ainda não experimentaram, façam-se o favor). Entretanto, começa-se a desenhar a faceta da magia, com o anúncio de um filme dedicado ao Dr. Strange para breve. Ant-Man também vem a caminho. Portanto, supimpidade no horizonte.

Isto tudo para dizer: sim senhores, daquele lado anda sem dúvida a fazer-se um bom trabalho.

Depois temos a Sony.

A seguir: PARTE 2 - EU SOU DO TEMPO EM QUE A TRILOGIA DO RAIMI PARECIA BOA, MESMO QUE O ÚLTIMO FOSSE UM DESASTRE

terça-feira, maio 20, 2014

Mete mais alto #321

NISENNENMONDAI
(que grande concerto deram há uns anos na ZdB)

"Portas, o senhor bacalhau."

Não é preciso acrescentar mais nada, mexer é estragar.
Notícia do Público aqui

Jae Lee


BATMAN/SUPERMAN #14
Escrito por Greg Pak
Arte e capa de Jae Lee

Luis Ricardo Falero (1851 – 1896)

Conchita Wurst no século XIX

Mete mais alto #320

Sonny Rollins Quartet w/ John Coltrane, Tenor Madness, 1956

Que. Bom. Aspecto.

No que respeita a banda sonora, já ganhou.

Mete mais alto #319

Novo de Die Antwoord. Gato preto, gato branco, Pitbull Terrier - releitura zef side de Kusturica.

Não, malta, que disparate, isto não é o artigo da "história de amor entre o skinhead e a menina de Cascais".

Colts once flirted with signing 'Game of Thrones' giant

Não li até ao fim o artigo que anda aí da "história de amor entre um skinhead e uma menina de Cascais" porque vomitei e tive de ir tomar banho e mudar de roupa. Como é, no final, eles montam a cavalo em direcção ao pôr-do-sol? Ou ficam a viver felizes para sempre no castelo encantado, com unicórnios cor-de-rosa e uma plantação de algodão-doce?

segunda-feira, maio 19, 2014

Incrível a quantidade de notificações de pedidos de reset de password do twitter que ando a receber, sem nunca tê-los pedido. Hackers, largai-me do pé.

Mete mais alto #318

The Zombies
Odessey & Oracle
1967

Há mais louça em nós.

Sai um apanhado de tweets meus de Sábado

Coisas a esclarecer: se não pagarem as mensalidades da ex-Zon e ex-Optimus, devem dinheiro a Nós. Portanto, devem dinheiro a mim também? Isto interessa-me.

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"Está a ligar para um número que agora pertence a Nós".
Mas eu quero um telemóvel só para mim!

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- Eu sou Vodafone. E tu?
- Eu sou Nós.
(conversa na ala de esquizofrénicos)

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Nós. Menos estes.

domingo, maio 18, 2014

sexta-feira, maio 16, 2014

Outra Coisa: Paulo Portas descontente com o cancelamento da palestra de Alexandra Solnado.

O texto de Domingos Amaral acerca do beijo entre Carriço e Rakitic, para além de ressabiado e homofóbico, é a coisa mais paneleira que eu já li. Não o partilho aqui porque isso era facilitar-lhe a vida quando fosse ao Trumps. Ele que se esforce para engatar, como os demais.

quinta-feira, maio 15, 2014

Mete mais alto #317

Sonny Rollins 5tet em 1985

Arquivos de Alexandra Solnado #5: numa vida passada, o Marquês de Pombal era a Casa do Benfica.

Arquivos de Alexandra Solnado #4: numa vida passada, o Facebook não era uma rede social onde só se fala de futebol.

Arquivos de Alexandra Solnado #3: numa vida passada, Portugal tinha futuro.

Arquivos de Alexandra Solnado #2: numa vida passada, Kátia Aveiro foi uma vuvuzela.

Arquivos de Alexandra Solnado #1: numa vida passada, Fernando Mendes foi a wrecking ball da Miley Cyrus.

Tanta gente preocupada com a dívida pública, mas os Coldplay estão prestes a lançar um novo álbum e ninguém faz nada para evitar a desgraça.

As iniciais FB afinal não significam Facebook, mas sim Fórum de Bola.

Outras vidas


A palestra de Alexandra Solnado sobre vidas passadas que iria decorrer no parlamento foi cancelada. Mesmo assim, ficou-se a saber que, numa vida passada, José Sócrates foi Passos Coelho, João Almeida do CDS foi Conchita Wurst, e António José Seguro foi um ornitorrinco. Estas e outras revelações, amanhã às 8h25 na Outra Coisa das Manhãs da 3.

Mais coolness no horizonte

Info aqui

Alexandra Solnado vai ao parlamento falar sobre “vidas passadas”

Estamos de volta à Idade Média. Para o ano teremos César das Neves a ensinar como se queimam bruxas num poste.

quarta-feira, maio 14, 2014

terça-feira, maio 13, 2014

Mete mais alto #315


John Coltrane
Blue Train
1958

Que Linda Falua

Continuam a chegar submissões para a Linda Falua. Mas falta a tua. E a tua. E a tua.
Flappy Falua by Joana Moura

Constantine - o trailer. Quero tanto ver esta adaptação de Hellblazer para TV. Estreia no Outono.

Morreu H.R. Giger, perda imensa. A sua herança é maior ainda. Resta agradecer-lhe por ter partilhado o enorme talento. A palavra génio existe para definir artistas como ele.

Outra Coisa: o escultor pilório Divine Patilhas enaltece a vitória de Conchita Wurst no festival da Eurovisão.

segunda-feira, maio 12, 2014

O título no YouTube chama-lhes falhanços porque duraram um ano e meio ou menos. Eu chamo-lhes pérolas subaproveitadas.

Há aqui clássicos absolutos.

Acabo de escrever a frase:
"Há mais mistérios entre a derme e o folículo pilório do que o seu lombo depilado pode sequer sonhar."
Amanhã, 8h25, Outra Coisa nas Manhãs da 3.

Favola


Sábado na Gulherme Cossoul. Poesia, música, êxtase, invasão de palco. Obrigado à organização do Festival Edita e a todos os presentes. Foi uma bonita festa.

Outra Coisa: Portas fala de Conchita Wurst, do tiro no pé de Passos, e da saída limpa.

sexta-feira, maio 09, 2014

Magníficas submissões no Que Linda Falua. Nem o Louvre tem obras de arte deste calibre.

Outra Coisa de hoje: o chef Besouro da Silva apresenta receitas para a ceia do 17 de Maio, dia da saída limpa. Ri-me a escrevê-lo, ri-me mais ainda a ouvi-lo. Que pagode!
E agora, está também disponivel o video.

quinta-feira, maio 08, 2014

Já vi o novo video da Shakira em Lisboa. Não percebi nada.

Mete mais alto #314


Quantic
The 5th Exotic
2001

quarta-feira, maio 07, 2014

Que bom aspecto.

Mete mais alto #313


De França: Libido Fuzz - "The Last Psychedelic Blues", do EP We're A Heavy Psychedelic Boogie Band, 2013.

Amanhã na Outra Coisa.

Já alguém passou com algodão pela saída, para ver se é mesmo limpa? O algodão não engana.

Outra Coisa: Cavaco Silva é um troll.

#TrollPride #YOLO

terça-feira, maio 06, 2014

Medina Carreira é mais papista que o Papa.

Treslendo as redes sociais: Jesus e Tyrion andam à bulha.

Aos 12 segundos, gargalhada instantânea, nem é preciso juntar água.

Já apareceu a bacaninha de barba na Eurovisão? É que já vi ontem o Game of Thrones e hoje, à falta de anão, quero pelo menos uma mulher barbuda.

Orson Welles faria hoje 99 anos.

Départ pour le Sabbat


Albert Joseph Pénot

Mete mais alto #312

MOON COVEN - RULER OF DUST

Posso estar enganado, mas acho que é a primeira vez que Paulo Portas está envolvido numa saída limpa.

Li o comunicado da presidência no Facebook a propósito da saída limpa. Está entre o troll e o cyberbullying.

Pensar à frente: desejo a todos um feliz Natal para em Dezembro estar mais descansado.

Do baú


José de Pina, José Trocas-Te, Rui Cardoso Martins, Bimbo da Costa, e eu. Quando foi isto? 2006? 2007? 1872?

7 x Kate Moss

Outra Coisa: José Sócrates fala da saída limpa.

segunda-feira, maio 05, 2014

Chama-se saída limpa porque é como um clister.

(repost)

A Outra Coisa de hoje - O Mirabolante IVA-Aranha - trailer radiofónico.

Albert Joseph Pénot