terça-feira, dezembro 31, 2013

Bom ano a todos

Última Outra Coisa do ano: o chef Besouro da Silva fala das vantagens de ter uma greve na recolha do lixo da cidade. Sugestões gourmet para o réveillon.

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Um ano de trabalhos em 15 segundos de imagens ao som de "Magick" dos Klaxons.

Walter White contempla o lixo pós-Natal nas ruas de Lisboa.

Últimos cartuchos de 2013

Aconteceu muita coisa, mas resume-se a isto: ficou tudo doido de vez. O manicómio segue em 2014.

Um muito e muito obrigado a todos os que me enviaram mensagens de parabéns, sois magnânimos. Em jeito de agradecimento, deixo-vos este video da rainha da pop, porque eu "Adore You", todos vós.

O lixo que se amontoa nas ruas neste final de 2013 e que vai continuar a amontoar-se no princípio de 2014 é a metáfora perfeita do que está a acontecer no nosso país, no mundo.

sexta-feira, dezembro 27, 2013

Do Natal na Terra já se sabe. Mas foi só esta manhã que se descobriu: em Marte foi Outra Coisa.

quinta-feira, dezembro 26, 2013

Escrevi esta Outra Coisa dedicada a todos os que enfardaram, e bem, durante este Natal, seus porquinhos Babe, para as supímpicas interpretações do Luís Franco-Bastos, Diogo Beja e Joana Marques.

terça-feira, dezembro 24, 2013

segunda-feira, dezembro 23, 2013

É mais fácil acreditar no Pai Natal do que em 2014.

sábado, dezembro 21, 2013

quinta-feira, dezembro 19, 2013

Os professores fizeram exame mas quem chumbou foi o orçamento.

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Passei a notícia de que ia haver nova prova para os professores que não conseguiram fazê-la hoje pelo tradutor do Google, e deu-me "quem não pagou hoje 20 euros, vai poder pagar noutro dia".

Depois das declarações de Draghi, o relógio de Portas foi thunderstruck.

Pitas, desesperai.

Tendo em conta as declarações de Mario Draghi, é correcto dizer que o relógio de Paulo Portas adiantou-se.

O relógio vai para o mesmo sucateiro dos submarinos?

Diz que 2013 foi (é) o ano do cidadão. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!

A prova dos professores hoje foi um sucesso para o governo porque, de uma maneira ou de outra, lá bateram os 20 euricos.

Outra Coisa de hoje: o relógio mágico de Paulo Portas.

A Favola da Medusa: a nossa actuação, sábado passado, na apresentação do livro "A Arte dos Ruídos seguido de A Favola da Medusa: prolegómenos ou embalagem de iogurte com arco", de Luigi Russolo e Miguel Martins (editora Momo).
Bar A Barraca, Lisboa, 14/12/13.
Ana Dias: harpa
Filipe Homem Fonseca: guitarra, electrónica
Miguel Martins: piano, electrónica

Paulo Portas queria ter um relógio com contagem decrescente para a extinção do Tribunal Constitucional.

terça-feira, dezembro 17, 2013

Vindo do vice, estava à espera que o relógio fosse de cuco.

Para desarmar o relógio em contagem decrescente de Paulo Portas, corta-se o fio vermelho ou o azul?

Mete mais alto #253


Que grande versão! Obrigado, Mitó, obrigado, Luis Varatojo, obrigado, A Naifa!

Mete mais alto #252

Paraíso perdido: white trash como anjos caídos do Além Americano. ♥ Lana Del Rey. FY haters. Isto é do cacete.

Mete mais alto #251

Assistir a este filme 100 vezes é começar a vê-lo.

Mete mais alto #250

Mete mais alto #249

Nirvana - Negative Creep (Live at Reading 1992)

Outra Coisa de hoje: Paulo Portas é um filho do rock!

sexta-feira, dezembro 13, 2013

(click na imagem para aumentar)

Diz o Miguel Martins, e eu, mero mortal, aqui reproduzo e estendo o convite. Trata-se do lançamento de dois canhenhos, seguido da actuação d'A Favola da Medusa, ensemble de bruitisme dadaísta que agrupa a Ana Isabel Dias, o Miguel, e eu. Deixo-vos então com a eloquente prosa do douto autor, posfaciador, facínora e homem das Artes:

"Amigos,

No próximo Sábado, dia 14, pelas 22h, no bar do Teatro A Barraca, haverá lugar ao lançamento de dois livros: "A Arte dos Ruídos", de Luigi Russolo, uma edição MOMO, traduzida e posfaciada por mim, e "E chorava como quem se diluía em mel d'abelha", em que, para além de mim, participam António Barahona, Inês Ramos, Mariana Pinto dos Santos, Marta Soares, Patrícia Baltazar, Ricardo Álvaro, Stefan Ruitenbeek e Valeska de Aguirre (edição TEA FOR ONE).

Na ocasião, haverá, ainda, lugar a um concerto de A FAVOLA DA MEDUSA, porventura o melhor conjunto do mundo.

Apareçam!"

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Percebia melhor as respostas de Passos Coelho se lá estivesse aquele intérprete de linguagem gestual que esteve no funeral de Mandela.

quarta-feira, dezembro 11, 2013


Portugal é agora. Está a ser.
Pavilhão do Conhecimento, 100 participantes.
Vou lá falar às 18h10.
Mais info aqui.

segunda-feira, dezembro 09, 2013

Standing on the Shoulders of Kubrick: The Legacy of "2001: A Space Odyssey"

Mete mais alto #248

György Ligeti's Lux Aeterna performed by A Cappella Amsterdam, Daniel Reuss & Susanne Van Els

domingo, dezembro 08, 2013

Room 237

Being an inquiry into THE SHINING in 9 parts

Fazer The Shining

Estreia hoje "Os Filhos do Rock", projecto onde participam dois bons amigos, Eduardo Guerra Frazão e Tiago R. Santos, respectivamente como actor e guionista. Vou estar a acompanhar deste lado. Grande abraço aos dois e votos do maior sucesso.

A Noite do Cometa

No meio de obras de Spielberg, Landis, Dante, Carpenter, Hooper e Reitman, os anos 80 deram à luz pérolas de menor impacto, mas, ainda assim, exemplos acabados do que era o cinema fantástico dos anos 80. Ensombrado pelo brilhantismo de GHOSTBUSTERS, estreado no mesmo ano, NIGHT OF THE COMET é o retrato perfeito do futuro pós-apocalíptico visto à distância de 1984.
Tendo como ponto de partida a paródia aos filmes de horror e ficção científica dos 50, 60 e 70, este filme de baixo orçamento, escrito e realizado por Thom Eberhardt, é uma inteligente sátira com todos os ingredientes que definem uma das décadas mais ricas no género horror e ficção científica. Os diálogos, o tipo de humor, os actores, os penteados, o guarda-roupa, a banda sonora - tudo conjuga na perfeição para dar à luz um tratado dos anos 80, com gosto a clássicos influentes, contemporâneos deste NIGHT OF THE COMET, deixando perceber que, de facto, andavam no ar uma abordagem e uma estética comuns, dentro e fora dos géneros em que se insere. Não tem a envergadura das obras maiores que veneramos até hoje, mas vale muito a pena ver. Até pela temática natalícia.
O fim do mundo nos anos 80 tinha muita pinta, chumaços nos ombros, música da Cyndi Lauper, e um governo manhoso (há coisas que nunca mudam).

sábado, dezembro 07, 2013

sexta-feira, dezembro 06, 2013


Há homens que, infelizmente só depois de morrer, se tornam inspiração, daquelas capazes de mudar o mundo. Nelson Mandela foi uma inspiração enquanto vivo, por isso não se ganha nada com a sua morte. É uma perda irreparável. Resta a certeza de que continuará a inspirar-nos, a ensinar-nos, agora que partiu. Viva Mandela.

Obrigado ao 5

É para aí a terceira vez que vou ao 5 para a meia noite, segunda com o grande Pedro Fernandes, e, de todas as vezes, é constante o profissionalismo e a boa onda desta equipa. Obrigado mais uma vez pelo convite, valeu.

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Hoje vou estar no 5 para a meia noite com o Pedro Fernandes para falarmos acerca do meu romance Se Não Podes Juntar-te A Eles, Vence-os. Vejam e bebam uma tequilla de penalty cada vez que for dita a palavra "Nabucodonosor". É pouco provável que aconteça, mas também não quero estar a incentivar o alcoolismo, por isso calha bem.

Aranha 2

Genericamente, posso dizer que a transposição que a DC tem feito dos seus personagens para o grande ecrã me tem desiludido, nuns casos, ou pelo menos não tem surtido em mim o efeito de pasmo que vejo um pouco por toda a parte. O mesmo não acontece com a Marvel, que não só tem seguido um curso firme nos seus planos de criação de um universo comum a todos os filmes, como também tem tido a sorte de ver a Sony tratar bem o seu Homem-Aranha (o mesmo não se pode dizer em relação à Fox e ao tratamento dado ao franchise X-Men, mas aguardemos por "Days of Future Past"). Sem desmerecer os dois primeiros trabalhos de Sam Raimi, soberbos, a verdade é que este reboot do Aranhiço me pareceu vários furos acima, logo no primeiro opus. A química entre Andrew Garfield e Emma Stone, anos-luz da sensaborona dupla Maguire-Dunst, marca desde logo o tom, e onde Raimi é Steve Ditko, Marc Webb é talvez John Romita. Juntando a isso o cuidado de James Vanderbilt em, tratando-se de um reboot, acrescentar novidades ao cânone sem desvirtuá-lo, quase se esquece a grande falha do filme, que é o CGI que faz de Lizzard um vilão subaproveitado. Esse poderá ser também o problema deste segundo, o tratamento visual dado aos vilões, mas convenhamos que, por mais que se goste do look que Electro tem nos comics, ficaria ridículo em live action. Adorei o primeiro Amazing Spider-Man, e este parece-me ir pelo mesmo caminho.

quarta-feira, dezembro 04, 2013

Isto está de tal maneira que muito em breve vamos ter crowdfunding para angariar dinheiro para pagar a Segurança Social.

É aborrecido um tipo reler o 1984 e o Brave New World, compará-los com o que temos, e pensar "ui, estes tipos é que têm grandes vidas".

Sonhei que éramos governados pelo Darth Vader e era tudo mais justo.

terça-feira, dezembro 03, 2013

Mete mais alto #246

Está-se a andar para trás.Tame Impala - Feels Like We Only Go Backwards

Numa singela homenagem ao burro mirandês e à polémica levantada depois do artigo no New York Times, deixo aqui esta obra de Sir Edwin Henry Landseer, "Titania and Bottom", para gáudio da pequenada.


(Ela fugiu com a consola de jogos)

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Se fossem mas é brincar com as pilinhas

Hotéis de luxo aderem à moda de "brincar aos pobrezinhos"

Eu sou do tempo em que o FCP era o maior naquilo da bola.

Estava aqui a pensar numa piadola para fazer ao pessoal que anda a partilhar fotos do Paul Walker depois do acidente, mas cheguei à conclusão de que só resta mandar-vos foder. Vocês são doentes.

domingo, dezembro 01, 2013

Ao vivo foi outra coisa


Há sensivelmente um ano e meio, o Luís Franco-Bastos desafiava-me para ser co-autor de uma rubrica de rádio na Antena 3. Ainda sem nome para a dita, tudo o que pensei ao início foi que, com a quantidade de rubricas para a rádio que já tinha escrito, e as que abundavam no chamado éter radiofónico, esta tinha mesmo de ser... Outra coisa. O nome pegou, e eis-nos passado este tempo a comemorar em cima do palco do São Jorge, numa noite que nos deixou sem palavras de tão belezurística que foi. Resta agradecer a todos os presentes, a todos os que acompanham a Outra Coisa diariamente, à Antena 3 e ao Rui Pêgo, ao Diogo Beja e à Joana Marques, ao Jorge Botas, ao Serginho, a toda a equipa das Manhãs da 3, a todos os que tornaram este ano e meio e a noite de ontem possível. E um abraço muito especial ao Luís Franco-Bastos, por me ter tomado como parceiro nesta Outra Coisa diária, um carrossel que, dure o tempo que durar, já é uma das viagens da nossa vida. E agora siga, convosco, que isto convosco é outra coisa.