quarta-feira, dezembro 28, 2011

terça-feira, dezembro 27, 2011

quinta-feira, dezembro 22, 2011

EDP vendida aos chineses.

Tendo em conta a duração das coisas que se compram nas lojas chinesas, vou já abastecer-me de velas.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Também revi Apocalypse Now


A maior mágoa de qualquer um que trabalhe em cinema é não ter feito parte deste filme.
Bom, pelo menos comigo é assim.
E Brando foi provavelmente o maior actor de todos os tempos.

Revi O Padrinho


Toda a gente devia rever O Padrinho pelo menos uma vez a cada seis meses. Ou duas vezes por mês, ou mesmo três vezes por semana - não é uma ciência exacta.

sábado, dezembro 17, 2011

R.I.P. Cesária Évora


"Tudo à minha volta era música."

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Joe Simon (1913-2011)


Obrigado.

Jerry Robinson (1922-2011)


Obrigado.

Max Ernst


Uma das minhas pinturas preferidas: The Antipope, pintado entre 1941 e 42. Há anos, vi-o na Fundação Peggy Guggenheim, no Palazzo Venier dei Leoni, o palácio inacabado, em Veneza, Itália.

Dia 22


(click para aumentar)

Quando (quase) tudo falha (mas o filme funciona)


Frase que faltou ouvir no filme: "A sua missão, caso escolha aceitá-la, é dar um par de bofetadas na pessoa que está ao seu lado na sala de cinema a mexer na merda do telemóvel." Porque se há missão impossível, para além da de salvar o €, é a de incutir nesta estirpe de gente a noção de que, quando se vai a uma sala de cinema, é para ver um filme, e não para estar à conversa ou a enviar mensagens no aparelhito. Se teimam em fazer alguma coisa com o telemóvel durante o filme, para além do impensável acto de desligá-lo (heresia!), esta malta melhor faria em colocá-lo no modo vibratório e inseri-lo num orifício da sua preferência. E, nesse caso, calminha com os gemidos, que o cinema também não é lugar para gemideira; um suspirozito, vá lá, isso é aceitável.
Bom. Posto isto, quero dizer que o novo Mission: Impossiblbe - Ghost Protocol (Operação Fantasma, em português) é um belo filme. Aplausos de pé para o grande Brad Bird (The Incredibles, Ratatouille), com uma realização eficaz que soube complementar com uma edição dinâmica, e a Josh Appelbaum e André Nemec (das séries de TV Alias e Life on Mars, versão americana) por um argumento sólido e que gira à volta do tema da falha. Tudo neste filme tem falhas, das personagens aos normalmente hiper-eficazes gadgets do franchise, o que torna tudo mais interessante, arriscado e inesperado. É, de certa forma, um espelho da actualidade, em que tudo parece falhar, os recursos são escassos ou inexistentes, mas, mesmo assim, há sempre quem resista, ate à última, até à safa final.
Mas, esperem aí - tudo tem falhas? Quase tudo.
A marca de automóveis que apoia o filme apresenta modelos que nunca falham, o que poderá levar a converseta do tipo "O filme é um gigantesco anúncio à dita marca de carros". Ora, não é. M:I4 é muito mais do que isso, e, mesmo que fosse apenas um anúncio, quem dera que todos tivessem a originalidade e noção de cinema que este tem. E não têm porquê? Porque não são filmes, e Ghost Protocol é.
A dita marca, é de referi-lo, é das que melhor tem sabido gerir a relação entre cinema e publicidade às suas viaturas (e olhem que eu nem recebo nada por dizer isto; mas claro que se a dita marca, quiser avançar com qualquer tipo de apoio aqui para os meus lados, eu também não vou dizer que não; fica dado o recado e espero que não caia em orelha rota) - basta lembrar The Hire, a série de oito curtas-metragens produzidas para internet ente 2001 e 2002, em que realizadores do calibre de Ang Lee, Wong Kar-Wai, Guy Ritchie e argumentistas como Andrew Kevin Walker, só para mencionar alguns, deram à luz belíssimos filmes onde a dita marca estava presente mas de uma forma orgânica, que fazia sentido, reinventando o product placement, se assim quiserem pôr a questão (se não quiserem, também não faz mal; amigos à mesma).
Aplausos também para todo o elenco, do Tom Cruise (sim, eu gramo o Tom Cruise), à Paula Patton, Jeremy Renner (acho que vai dar um excelente Hawkeye nos Avengers), passando pelo digno de vénias Simon Pegg.
Ghost Protocol vale bem a deslocação até uma sala de cinema, e esse propósito, mais do que cumprido, é outra coisa que também não falha neste filme. Isso, e a porcaria dos telemóveis do casal irritante que se sentou ao meu lado durante a sessão. Espero que a capacidade procriadora dos dois seja afectada pelas radiações do aparelho e que falhem na missão de propagar a linhagem. Chega de gente parva.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Às gordas que acham as miúdas da campanha da triumph escanzeladas, olhem que o ressabiamento não cura a celulite.

Personalidade do Ano


Só falta o gás pimenta nos olhos, as balas de borracha e as bastonadas no lombo, e as mangueiradas de alta pressão na cara.
E já agora, gostava de saber se a distinção inclui os Infiltrados.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Apareçam, amizades!


Hoje, 21h30, no Dolce Vita Tejo Stage - CEBOLA MOL ao vivo!

terça-feira, dezembro 06, 2011

Cebola Mol ao Vivo


- 8 Dezembro Dolce Vita Tejo
- 10 Dezembro Estádio do Dragão (pavilhão)
- 20 Janeiro São Jorge
- 21 Janeiro São Jorge