sexta-feira, agosto 27, 2010

quinta-feira, agosto 26, 2010

Another day at The Office.


The Office XXX. You won't find Gervais nor Carell here.

Batporn

quarta-feira, agosto 25, 2010

Satoshi Kon
12 Outubro 1963 - 24 Agosto 2010


"With feelings of gratitude for all that is good in this world, I put down my pen.
Well, I'll be leaving now."

- Satoshi Kon


Morreu um génio.

terça-feira, agosto 24, 2010

Tenho medo de seguir este link, olha se às tantas se referem ao Roberto do Benfica...!

Jornal Público - Múmias: entrámos dentro delas http://publico.pt/1452649

Kids on a Tomb (2008)


Ghost Boys and Girls, Kevin Francis Gray

O bicho ainda 'tá coxo.

Malta, obrigado pelas dicas dadas no Facebook e enviadas via mail, mas o animal continua na mesma. Recordo que tenho um MacBook old school, pré-Leopard, e que um dos problemas que tem agora é exactamente não conseguir uncompress .dmg's. E não tenho comigo o CD de instalação.

segunda-feira, agosto 23, 2010

De maneiras que preciso de uma ajuda de alguém versado em assuntos ditos informáticos

Ora o que aconteceu foi isto: tenho um MacBook e o raio do bicho pediu-me para actualizar o Firmware. Coisa que nunca tinha feito. E raisparta a hora em que o fiz. Agora não tenho dock, não consigo arrastar itens no desktop nem nos programas, não tenho acesso directo a uma data de coisas; enfim, consigo usar o portátil, mas a 30%, se tanto. Uma desgraceira. Já consultei os tutoriais no site da Apple, a ver a que é que se pode dever o problema e, mais importante ainda, como resolvê-lo. Tentei aceder a versões mais antigas do Firmware (esta nova que instalei e que, ao que tudo indica, está a desarranjar-me o sistema, é a 1.1.), a ver se conseguia reverter a coisa, pôr tudo como estava, mas não sem sucesso, uma vez que uma das broncas que o meu MacBook agora me porporciona é exactamente não conseguir abrir .dmg's nem nada que esteja comprimido. Tudo coisas boas, portanto.

O que é que eu precisava? Assim, mesmo? Era que algum génio caridoso com a solução nas unhas me dissesse - "eh pá, mas isso é muito fácil de resolver, o que tu tens de fazer é tão somente (incluir informação salvadora aqui)".

Alguém aí desse lado está em condições de me safar desta moléstia? Eu ficaria deveras agradecido.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Marilyn Monroe


"I'm selfish, impatient and a little insecure. I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle. But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best."

quarta-feira, agosto 11, 2010

Mete mais alto #87

Fresquíssimo - o primeiro avanço do novo álbum dos GRINDERMAN!

Porque era assim que ele teria querido

terça-feira, agosto 10, 2010

O Mutante


É errado pensar que o Pacheco Pereira não é um info-excluído. Ele só usa a net para debitar informação, não para obtê-la. Pacheco é um mutante que só existe da cintura para cima, sempre sentado a escrevinhar nos seus 39846793 blogues e as suas 437898762 crónicas, não tem capacidade para se deslocar a um teatro, não sabe o que é, não sabe do que fala.

Giuseppe Veneziano


Declino del Supereroe, aqui e aqui.

Se isto não é a melhor promoção já feita a um filme, não sei o que é.


The Expendables estreia dia 13 deste mês.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Viva Cabo Verde!
ou como a diáspora portuguesa me permitiu assistir a The xx

Foi ontem (há umas horas), The xx em concerto grátis no Central Park, Summerstage, muitas actuações à borla durante o Verão, mas poucas com o appeal destes rapazotes. Catrapázios de cães ao osso, o melhor mesmo era ir para lá umas boas horas antes do concerto para garantir lugar. Fui meia horinha antes, e já foram com sorte.
Deparo-me com uma fila maior do que quando distribuem sopa aos sem-abrigo - bem maior - e os seguranças a dizer: se calhar já não vale a pena esperarem, é pouco provável que ainda consigam entrar, fiquem aí por vossa conta e risco. Nunca fiando, era de arriscar, e foi o que fiz. Passado uns minutos largos, a fila lá avançou, a entrada à vista...
...mas estacou outra vez. Mais uns minutos de largueza considerável e a fila voltou a avançar, desta vez com direito a passagem para a última etapa antes da entrada no recinto do concerto. É nessa altura que me vêm com a conversa do ID, a dita identificação.
Ora, eu não ando com bilhete de identidade comigo, muito menos passaporte, em lado nenhum do mundo, não tenho esse hábito, e o único documento com foto que tinha era o... espera, não era nenhum. Por isso, não vi a minha vida a andar para trás, mas vi a hipótese de entrar e assistir ao concerto murchar à grande.
Eis senão quando a diáspora portuguesa redemonstra o seu valor, pois que quando soltei um muito tuga palavrão perante a eminência da barragem, o dito foi reconhecido por uma das moças que analisava os ID's antes da colocação da pulseirinha ao redor do pulso e posterior faça-favor-de-entrar. Era de Cabo Verde e demonstrou solidariedade para com este pobre falante de português: vai de dar-me pulseira contra todas as regras - até porque, convenhamos, eu também já não pareço assim tanto ser menor de idade como isso.
De maneira que lá assisti ao concerto dos jovens The xx; soube-me duplamente bem porque não tinha conseguido bilhete quando eles tocaram na Aula Magna em Lisboa. Estão em alta, também por estas bandas, com grandes ovações no final de cada uma das musiquetas interpretadas; e não foi para menos, que o concerto teve um alto índice de catitidade. Mas atenção: anda-se a criar um monstro: aos 21 anos, Oliver Sim já está um convencidão de primeira.
Façam uma busca por "xx central park" no You Tube, estão já lá alguns videos, uns com mais categoria à base de qualidade de imagem e som do que outros.

sexta-feira, agosto 06, 2010

Duas de seguida


O elevador do video acima é pequeno para os Arcade Fire. Mas acreditem que o palco do Madison Square Garden, ontem à noite, também pareceu pequeno para eles.

Emocionante ver como uma banda alternativa chega a uma posição que lhes permite encher este tipo de recintos. Segundo dia seguido no Madison - dia 4 esgotou - e a auto-intitulada "arena mais famosa do mundo" estava à pinha. Diz que foi passou via You Tube numa transmissão realizada pelo senhor Terry Gilliam; não o vi por lá, mas como é que eu havia de conseguir tirar os olhos do palco? Jogo de luz simples e eficaz, a dar espaço para o que realmente interessava ver: os Arcade em acção.

Banda oleadíssima, com os membros a trocarem de lugares e de instrumentos com uma rapidez e naturalidade ímpares, Win Butler a cantar um tema enquanto caminhava pelo meio do público e a trocar beijoca fofeca com a mulher e parceira, Régine Chassagne. Muito sentido de espectáculo mas sem show offs desnecessários. Foco total na música, ao ponto de interromperem um tema a meio, durante o encore, porque "o baterista se enganou e esta música é bonita demais para ser tocada com erros, por isso vamos começá-la outra vez".

Tocaram algumas do novo "The Suburbs" e revisitaram com dignidade o "Neon Bible", mas os momentos altos aconteceram quando arrasaram com temas do "Funeral". Hinos entoados em coro, durante e depois do concerto, à saída. Memorável, daqueles que apetece tatuar na testa "Eu estava lá!". Felizmente não me embriaguei o suficiente. E, mais importante ainda, não estava lá ninguém a fazer tatuagens.

Videos no You Tube é que são mais que muitos e ainda bem. Foi portanto mais ou menos assim:

Um dos picos de euforia da noite. Este video é da noite de 4, mas na noite de 5 foi igualmente, se não mais, electrizante.

Nota acerca dos supporting acts: os Spoon, a mim, não disseram grande coisa. Melhor foi Owen Pallett, a abrir.

Dia 18 de Novembro os Arcade Fire vão tocar em Portugal, no Pavilhão Atlântico. Ide adquirir bilhete, folks!

terça-feira, agosto 03, 2010

Tempo


Hoje compararam-me ao Harold Lloyd. Não sei se por causa da aparência, se por causa do tempo também me escorregar das mãos.