É de ficar com as orelhas em bico

Fui ontem ver o novo Star Trek. E fiquei a saber como é que se ressuscita um franchise gasto e se coloca um imaginário até agora reservado aos fãs mais empedernidos à disposição de um público novo e mais abrangente. Coloca-se essa missão nas mãos de J.J. Abrams, Damon Lindelof, Alex Kurtzman e Roberto Orci. Uma produção grandiosa, um casting perfeito, realização e montagem nervosas, e um argumento linear e centrado nas personagens, brilhante na maneira como abre todas as possibilidades para o futuro da série, sem no entanto fazer tabula rasa de tudo o que está para trás. E para a frente. Porque este Star Trek - para todos os efeitos, o 11.º filme do franchise - é, em simultâneo, uma prequela, uma sequela e um reboot. Star Trek II - The Wrath of Khan era o que de melhor tinha sido feito no universo da velocidade warp e do teletransporte. Até hoje. Preparem-se para uma viagem numa montanha-russa cósmica com este novo Star Trek, que vai até onde nenhum homem antes se atreveu a ir. Mais notas sobre este portento, para breve.

4 comentários:
"Live long and prosper" ...é dos melhores chavões de sempre!
Vou vê-lo amanhã. E pelos vistos, vale a pena, não?!
:)
Bjs!
É mesmo, Rafa. Parece que é, na realidade, a versão abreviada de uma antiga saudação judaica.
Paula: Oh se vale!
Tinhas razão. Vale 1000% a pena, ir ver o filme. E fiquei com vontade de rever a 1ª série.
:)
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