terça-feira, novembro 25, 2008

Promo Fogo Posto! Especial de Natal

Aí está, em estreia exclusiva na página do You Tube do Pina, a promo para o Especial de Natal que temos andado a preparar para o Fogo Posto!

Ah, e antes que perguntem: sim, é a Sandra Figueiredo d'A Vida e a Bela (FHM).

segunda-feira, novembro 24, 2008

Fogo Posto! Especial de Natal

Os últimos dias tenho-os passado a gravar o Fogo Posto! Especial de Natal. Mais novidades em breve, mas para já, um cheirinho do que aí vem: eu e o Salvador Martinha nos papéis de Tavares e Valdemar, no Grande Lar da Terceira Idade.

terça-feira, novembro 11, 2008

Mete mais alto #28


Tricky
"Puppy Toy"
Knowle West Boy
2008

segunda-feira, novembro 10, 2008

O Menino Miguel


A partir de hoje e até 6.ª (e ainda na próxima 2.ª), Miguel Martins poderá ser ouvido a dizer poemas seus na Antena 2 da RDP, no programa "Voz Alta" de Alexandra Lucas Coelho. Às 23 horas.
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(Update, 15:31 - 11/10) Quem não escutou ontem, pode fazê-lo agora clicando aqui.

Phil and Don: The Halloween Issue

Contaminados pela viagem que fizemos a Edimburgo para assistir ao Fringe, eu e o Rui Sinel de Cordes achámos por bem fazer uma série de animação. E este Halloween, entre um sushi e uma sessão de trabalho na pacatez do meu lar, saímo-nos com isto:

Se fizerem uma busca nos videopodcasts do iTunes, também nos encontram por lá.

Another Way To Die (que também era um belo título para o filme)

Ainda sobre QUANTUM OF SOLACE: o tema composto por Jack White ainda não mexeu com a minha veia bondiana quanto alguns destes velhos clássicos (sim, este é um link para os genéricos de TODOS os filmes de 007), mas é um avanço substancial em relação ao que fizeram Chris Cornell e David Arnold no filme passado. A dupla Jack White / Alicia Keys não deixa de ter piada, e a música, aqui e ali, até provoca a sua dose de headbanging. Fresco. E funciona melhor no genérico do filme do que com o videoclip ou ouvida a seco.

Para os detractores de Craig não haverá paz de espírito.

Marc Forster (STRANGER THAN FICTION, FINDING NEVERLAND, MONSTER'S BALL) não queria deixar de fazer aquilo que ele chama de 'um filme comercial' (catano, podia jurar que Monster's Ball era isso), e atirou-se a esta fita de acção de um franchise renovado, o mais duradouro deles. Ainda bem que o fez: a realização e montagem (magnífico trabalho de 13 pessoas, lista completa no IMDb) são dos pontos mais fortes deste QUANTUM OF SOLACE. Forster levou ainda mais longe a estética nervosa de realização que Martin Campbell impusera já ao anterior CASINO ROYALE, e deu um ritmo alucinante ao mais recente título da saga Bond. O mérito vai também, claro está, para o argumento (original; não é adaptado de nenhum dos romances de Ian Fleming) escrito por Neal Purvis, Robert Wade e Paul Haggis - a mesma tripla do Bond anterior - que pegam na narrativa exactamente onde a tinham deixado, e continuam a construção da personalidade do agente secreto mais famoso do mundo. Digna de antologia, a cena em que o barman explica passo-a-passo como se faz o mítico vodka martini, shaken, not stirred.

Sobre Daniel Craig no papel de 007, já não há discussão, se é que alguma vez houve. Eu fiquei convencido no primeiro filme. He truly delivers. E, para isso, nem sequer precisa de dizer "Bond, James Bond", durante todo o filme (já estou a ver alguns puristas a deitarem as mãos à cabeça. Habituem-se). A grande novidade de QUANTUM OF SOLACE é o vilão Dominic Greene, uma presença perturbante, uma belíssima interpretação de Mathieu Amalric (vai estar dia 15 no Estoril Film Festival para a antestreia mundial de MESRINE: L'ENNEMI PUBLIC N.º 1, onde contracena com Vincent Cassel). E, acima de tudo, a Bond-girl Camille, personagem marcante interpretada pela mais que belíssima Olga Kurylenko (PARIS, JE T'AIME, HITMAN, e MAX PAYNE, agora em exibição). Nela, as cicatrizes físicas são mais visíveis que em Bond, mas ambos partilham uma sede, se não de vingança, de paz de espírito (quantum of solace). Imperativo ver LE SERPENT: sobre a prestação de Olga neste filme de Eric Barbier, alguém disse "It will leave you both shaken and stirred".


Judi Dench como M é das melhores invenções desde a roda, e neste 22.º capítulo a relação dela com 007 atinge novos patamares. 'Nuff said, não quero estragar a experiência de quem ainda não assistiu. De qualquer forma, aqui segue SPOILER: para os mais interessados nestas estatísticas, saibam que em QUANTUM OF SOLACE Bond também só desfolha uma e apenas uma moça, Strawberry Fields, interpretada por Gemma Arterton (que vamos poder ver em 2010 ao lado de Jake Gullenhaal e Ben Kingsley na adaptação cinematográfica do video jogo PRINCE OF PERSIA: THE SANDS OF TIME). Fields acaba morta sobre a cama coberta de petróleo, uma evidente homenagem a GOLDFINGER, onde outra Bond-girl termina os seus dias coberta por uma fina e sufocante camada de outro ouro, que não o negro.


QUANTUM OF SOLACE é dos melhores filmes de acção dentro e fora do universo Bond que já se fizeram, e uma lição para muitos dos novos projectos neste campo que se andam por aí a fazer. Só a cena !SPOILER! da reunião do Quantum durante a apresentação da Tosca faz valer o preço do bilhete. No fim da exibição, em nada me pareceu defraudada a assistência, quer aqueles que acompanham Bond desde o início (vi lá pessoas na casa dos 70 anos), quer os que começam agora a descobri-lo (a idade mínima para assistir a este Bond diz que é 12 anos, mas quer parecer-me que lá estavam putos mais novos que isto). Bond rocks, é o que eu tenho a dizer.

R.I.P.


Badaró


Michael Crichton


Milú

sábado, novembro 08, 2008

Mete mais alto #27


Charles Mingus
"Flowers for A Lady"
28/7/1974 @ Umbria Jazz Festival

sexta-feira, novembro 07, 2008

Mete mais alto #26


Chemical Brothers
"Midnight Madness (Electronic Battle Weapon 10")"
Brotherhood
2008

quarta-feira, novembro 05, 2008

I'm nailin' Palin while Barackin' my Obama.


Já é novamente 'fashion' ser pró-americano (seja o que for que isso queira dizer): Barack Obama ganhou as eleições. Ao seu carisma e programa eleitoral junta-se o facto de, por comparação, qualquer presidente parecer à partida melhor que George W. Bush. O factor da exagerada colagem de McCain às políticas de Bush, o Factor-Palin, o factor racial: tudo dados a ter em conta, mais o factor-espectáculo (com grandes valores de produção e, mais importante ainda, substância), que a campanha de Obama e seus apoiantes tão bem souberam explorar. A quem dar o voto nestas eleições era pergunta com resposta fácil. Como disse uma transeunte em Nova York, era um 'no-brainer'. A onda, ainda por cima, era democrata, e agora, pela primeira vez desde 1992, os democratas vão controlar tanto a Casa Branca como as duas Casas do Congresso. O léxico é o mesmo: "Esta noite recebemos um mandato para a mudança, para a esperança." Disse-o hoje, Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado, mas podiam ser palavras do próprio Obama.

Resta esperar que se cumpra pelo menos parte do sonho que se gerou via a campanha de Obama (foi a campanha mais cara de sempre) e todo o merchandising que surgiu de forma às vezes mais, às vezes menos paralela, e que pôs o "i" no ícone que Obama já era, se não à partida, pelo menos a partir da altura que bateu Hilary Clinton como representante dos democratas nestas eleições. Porque, não esqueçamos, Obama foi-se fazendo moda. Muitos dos que hoje o apoiam sem reservas, com vigor do tipo geralmente empregue na adoração a uma entidade messiânica, salvadora, cativante (ou tudo isto ao mesmo tempo; portanto, POP), antes defendiam Hillary com unhas e dentes. Dia 20 de Janeiro, Obama irá ocupar a Sala Oval que, espero sinceramente, estará enfeitada com balões e serpentinas, em jeito de celebração por se ter livre de W. O que é uma razão mais que suficiente para festejos. Oliver Stone disse, a propósito do seu filme, que a História se encarregará de dar a Bush o lugar devido. Coisa que espero que aconteça, desde que esse lugar seja o de um palhaço perigoso, símbolo do que de mais nefasto os EUA são capazes quando entregam a sua liderança nas mãos erradas. E que a História, a que ainda está para vir, confirme as tais esperanças - mais que americanas, mundiais - depositadas em Barack Obama. Se pensarmos bem, está-se a pedir-lhe muito, mesmo muito. Se pensarmos melhor, não se lhe podia pedir menos. Seja como for, a fasquia está muito alta. Como sempre que há esperança.

Espero também que a totalidade do potencial de Sarah Palin seja explorada no futuro. Tudo bem que vem aí Nailin' Palin. E que todos nós, mesmo os que votaram democrata - ou votariam se fossem US citizens - o vão alugar/comprar/fazer o download ilegal para averiguarem da qualidade de uma produção em que o tanque onde viajam dois soldados russos fica sem combustível à porta da Sarah, que depois faz o chamado amor com os dois latagões. Mas, por mais parecida que a actriz seja com a sensual urso fémea do Alaska que responde pelo nome de Sarah Palin, eu espero mais. Espero the real thing. Digam o que disserem de Sarah Palin, aquilo é uma MILF de categoria que ali está. Não era à toa que a chamavam de Barracuda.

Não sou só eu que acho: o próprio Pharrell Williams considera Palin um valor. E estamos a falar de um indivíduo que já esteve ombro-a-ombro (utilizo o termo eufemisticamente) com beldades de calibre deveras considerável, em videos cujos links eu até poderia até deixar aqui, não se desse o caso de os videos dos N.E.R.D. terem todos a ridícula mensagem de 'not availabre in you country'. Mensagem que lembra a todos aqueles que sentiram estas eleições como suas - quer pela consciência das repercussões mundiais, quer por afinidade com a(s) cultura(s) ou amizade com pessoas de lá, até simplesmente pelo hype gerado - que, apesar de tudo, não são americanos.

A ilustração acima é da autoria de Steve Epting, e é a capa de Captain America #25.

segunda-feira, novembro 03, 2008

"I'll keep lying. I promise."



"So you think you're gonna live your life alone, in darkness and seclusion. Yeah, I know. You've been out there and tried to mix with the animals and it just left you full of humiliated confusion. But the feeling of loneliness never leaves you, it haunts you everywhere you go. And then you need me and your whole world changes. Because everything I say is everything you've ever wanted to hear. So you drop your defenses and you drop all your fears. And you're so busy feeling good that you never question why things are going so well. You wanna know why?. 'Cause I'm a liar. Yeah, I'm a liar. I'll tear your mind out, I'll burn your soul. I'll turn you into me. I'll turn you into me 'cause I'm a liar, a liar. A liar, a liar."

de Liar,
Henry Rollins

Contra Informação Especial Séries de TV


sábado, novembro 01, 2008

A FESTA - amanhã em Ourense, Espanha


A FESTA, amanhã no Auditório Municipal, Ourense (Espanha)
www.fitoourense.com
Nesta apresentação, o Tiago Rodrigues será substituído pelo Fernando Luís.
Mais info aqui

Contra Informação - Especial Séries de TV - Hoje, 12h20


Daqui a pouco, não percam o Contra Informação que escrevemos para hoje, um especial séries de TV, onde vão poder assistir a DONAS DA BANCA DESESPERADAS, HERÓIS DA CLASSE OPERÁRIA, LETRA LGBT, 24, CONTRA-ME COMO FOI, AS CRÓNICAS DE SUORES FRANCO, LOST, C.S.I. LISBOA, SETE PP's DE TERRA e SANTANIFICATION, interpretados por José Trocas-Te, George W. Embuste, Síndroma de Sarkozy, Paulo Tortas, Franscisco Trotskã, Paulo Vento, Pecado Salgado, Bimbo da Costa, Nojeira Salazar, Regressado Silva e Santana Flopes, entre muitos outros protagonistas da vida política, social e desportiva portuguesa. A busca pela ficção perfeita leva ainda José Degenerado Moniz e Manuela Boca Gags, da TVIndemol, ao Cais do Sodré, onde descobrem pelos taxistas e pelos vendedores do mercado da Ribeira quais as séries que faltam fazer e que mais sucesso poderiam alcançar junto do público nacional. É agora ao meio-dia e vinte.

(a imagem que ilustra este post é do programa da semana passada)