segunda-feira, setembro 29, 2008

fac'afiada
o sangue na tábua
mais as cebolas

Mete mais alto #20


Nneka
"Heartbeat"
No Longer At Ease
2008

Não é possível colocar o video em blogs e coiso, por isso sigam o link.
Para ouvir em loop.

dor d'estômago
fechado no WC
umas três horas

O 11 de Setembro explicado aos jovens fãs da Artista Anteriormente Conhecida como Floribella

Este post sobre o 11 de Setembro é, acima de tudo, acerca de Luciana Abreu. O que diz muito do estado do mundo, das coisas, e de mim enquanto pessoa sensível.

No que respeita a assinalar o sétimo aniversário do ataque às Torres Gémeas, já vem com uns dias de atraso, mas foi só agora, enquanto fazia backups (leia-se: enquanto perdia momentos de vida que nenhuma marca poderá devolver por mais rápidos que sejam os próximos discos externos que lançar no mercado), que dei com este fotoon que fiz há dois anos para O Inimigo Público.

Parece que foi ontem, mas não foi, até porque acabei de escrever que foi há dois anos. Vivia-se uma época em que Luciana Abreu ainda respondia pelo nome de Flor, antes de se refugiar na sua crisálida com uns quilos de silicone e um personal trainer para mais tarde sair de lá transformada em borboleta. Uma borboleta chamada Lucy, capaz de protagonizar momentos de televisão que encaixam na categoria do eu-nem-sei-que-diga, como este aqui:

Há tanta coisa inacreditavelmente incacreditável neste video que nem sei por onde começar. Sei que aplaudi de pé, da primeira vez que assisti a este número. E da segunda vez e da terceira e assim sucessivamente, até cair da cadeira e aleijar-me no cóccix.

Estou em crer que Luciana Abreu será, daqui a uns anos, um case study. Um conjunto tão sui generis de características e circunstâncias numa só pessoa - características e circunstâncias que não vou estar a referir agora porque sinceramente não quero perder mais latim a tratar do tema Luciana Abreu do que já estou a perder - mas, dizia eu, um conjunto tão sui generis de características e circunstâncias numa só pessoa é mais raro do que um daqueles alinhamentos planetários que dão oportunidade a que se abra uma porta transdimensional, um vórtex temporal ou uma dobra espacial, esse tipo de coisa.
Não sei se me estão a seguir. Eu próprio já me perdi aqui algures.

Se, depois de verem o video da borboleta, ainda tiverem vontade de dedicar mais algum do vosso tempo a perder tempo com coisas que não têm interesse nenhum, talvez considerem clicar na imagem para ver "O 11 de Setembro explicado aos jovens fãs da Floribella".
É super-hiper-mega-fixe.

domingo, setembro 28, 2008

dois jogadores
cegos surdos e mudos
fazem apostas

Longa vida

Está explicado o segredo da longevidade chinesa.
Basta não beber leite.

Paul Newman, 1925-2008


R.I.P.

sexta-feira, setembro 26, 2008

quinta-feira, setembro 25, 2008

quarta-feira, setembro 24, 2008

Nós que não somos modernos

Nós que não somos modernos
Vivemos dias sem horas
E tardamos nas demoras
E habitamos Invernos
Nós que não somos modernos

de Miguel Martins

(ler na íntegra aqui)

terça-feira, setembro 23, 2008

Diálogos em Rock ®

Conversas que se podem ter online, à base de linkalhada para grandes malhões.

Hoje com The Rolling Stones.

Ele envia isto:


Ela responde com isto:


Ele atalha com esta:


Ela chuta para canto com esta aqui:


E ele estoura qualquer hipótese de reconciliação que ainda pudesse haver com esta:

Já começou a nova circum-navegação de Magalhães

Vayanse al carajo, yankees de mierda, que aquí hay una computadora digna.

O Steve Jobs está aflito, de certeza. É que apesar das tempestades e do escorbuto, o Magalhães chegou à Venezuela. Parece que vem de lá com umas missangas dos índios e uns barris de petróleo. Aguardam-se os primeiros avanços do novo diário de Antonio Pigafetta. Deve ser uma risota.

Jason Urban


Das probabilidades

"Some billion years ago, an anonymous speck of protoplasm protruded the first primitive pseudopodium into the primeval slime, and perhaps the first state of uncertainty occurred."
- I. J. Good, Science, 20 de Fevereiro de 1959,
e uma das citações de abertura de At the Narrow Passage (1973),
primeiro volume de The Timeliner Trilogy de Richard C. Meredith,
uma das mais importantes obras de ficção sobre o tempo e o paratempo.
Os outros volumes são No Brother, No Friend (1976) e Vestiges of Time (1978).
e estão todos compilados numa belíssima edição da Arrow Books de 1987.

segunda-feira, setembro 22, 2008

Deve ser horrível ser o João César das Neves

Na crónica de hoje, JCN supera-se: "Já pensaram na pachorra que é preciso para ser Deus? Lidar com toda a humanidade ao mesmo tempo deve ser horrível. É que Deus tem de conviver com todo o tipo de pessoas. Neste caso é mesmo todo o tipo de pessoas. Não há dúvida que Deus tem de ser Deus só para conseguir suportar ser Deus." (texto integral no DN Online)

A leitura do texto, intitulado "Deve ser horrível ser Deus", mergulhou-me num estado semelhante ao de JCN quando o escreveu (ainda bem que não esperou 6 horas, porque nessa altura é que o cogumelo está mesmo a bater). Vi a palavra "Deus" substituída pela trindade "João", "César" e "Neves". A mensagem que a crónica passou a ter depois da troca é, no mínimo, intrigante. E, no limite oposto, aterradora.

Atentem, em primeiro lugar, nestas passagens, pérolas do neo-neo-abjeccionismo: "Já pensaram na pachorra que é preciso para ser João César das Neves? (…) Não há dúvida que João César das Neves tem de ser João César das Neves só para conseguir suportar ser João César das Neves."

Até aqui, o texto perturba, sim senhor, quanto mais não seja porque até parece que JCN adoptou a técnica Jardel e está a falar de si próprio na terceira pessoa. Mas o pior está para vir, quando se começa a notar uma grande mágoa por não conseguir chegar aos outros, mágoa que cedo se transforma em revolta e alguma soberba: "Ser João César das Neves é ser incompreendido. Não existe nada no mundo tão evidente, tão visível, tão compreensível como João César das Neves. João César das Neves, porque é João César das Neves, resplandece em tudo. (...) No entanto João César das Neves está também acima de tudo, infinitamente acima de tudo. Claro que João César das Neves sabe que as suas criaturas nunca O conseguirão compreender."

A certa altura, aponta dedos acusadores: "Muitos não Lhe ligam nenhuma. Aproveitam tudo o que Ele lhes dá, sem sequer uma palavrinha para agradecer aquilo que, afinal, é tudo o que eles têm e são. (…) Alguém fala dos direitos de João César das Neves? (…) Aqueles que acham que compreendem João César das Neves às vezes ainda são piores. Que piegas e pedinchões! Como acham que compreendem, fazem contratos com João César das Neves, chantagem com João César das Neves, tentam enganar João César das Neves, seduzir João César das Neves, manipular João César das Neves. Mais, como se consideram relacionados a alto nível, acham-se com direito a uma vidinha melhor."

Uma necessidade de afirmação gargantuesca começa então a devorar o texto de forma alarmante: "Se a liberdade humana avançar para João César das Neves consegue realizar obras espantosas. Menos perfeitas que as [que] João César das Neves faria sozinho, mas muito mais valiosas por serem feitas por quem não é capaz."

E prossegue num crescendo megalómano que poderia ser comovente se não metesse medo: "Uma liberdade sem João César das Neves é destruição (…) O mais incrível é muitos usarem esse mal que a liberdade humana faz sem João César das Neves como prova da inexistência de João César das Neves. Como existe mal no mundo (...) então não pode existir um João César das Neves bom (…) Talvez o mais ridículo seja nos orgulharmos daquilo que João César das Neves fez através de nós. Alguém que não é nada senão aquilo que João César das Neves fez, que depois teve de ser corrigido porque já estragara o que era, e que só conseguiu fazer algo de bom porque João César das Neves lhe segurou a mão, anda todo inchado com essa sua realização!"

Numa só frase, fica assumida a qualidade extraterrena de JCN: "Ser João César das Neves é tão horrível que, se Ele viesse a este mundo, as coisas iam correr mal de certeza. " Apesar de tudo, aqui revela-se alguma clarividência.

E nas derradeiras linhas, dá-se o clímax apologético que vinha a ser adiado desde o início do texto: "Afinal quem é que quereria ser João César das Neves, para ter tanto trabalho, fazer tudo tão bem, tão perfeito e depois acabar esquecido, desprezado, incompreendido? Tem de se ser especial para se aceitar ser João César das Neves.”

Findo este exercício de substituição, é legítimo perguntar: foi o texto original de JCN fruto de uma projecção psicológica? Ou apenas de Psylocibe Mexicana do bom?

Por último, é de assinalar a quantidade de vezes que JCN, na sua crónica, usa o nome de Deus em vão. Num texto de 4021 caracteres onde se escreve "Deus" em 38 ocasiões (sem contar com o título), é certo haver umas quantas vezes em que a palavra não fazia ali falta.

Digo eu, que não sou teólogo, nem tenho pachorra para contar quantas vezes escrevi "João César das Neves" neste post.

Pelo menos não era álcool e vómito

Chuva intensa provoca inundações na baixa de Coimbra.
Desde a Queima das Fitas que não se via nada assim.

sexta-feira, setembro 19, 2008

The King sobre banhadas vintage


Elvis Presley
"When It Rains, It Really Pours"
1955

Olho por olho

Jovens cadastrados do Primeiro Comando da Capital, organização criminosa fundada por presidiários de São Paulo, Brasil, estão a vir para o nosso país, e já formaram, em Setúbal o Primeiro Comando Português.
A todos os que se revoltam contra o governo brasileiro por permitir que esta malta venha para cá, lembrem-se de que fomos nós que começámos, ao mandar para lá o Roberto Leal.

A FESTA - digressão


As novas datas d'A FESTA em Portugal e Espanha:

20 de Setembro
Acto Seguinte - Festival de Teatro da Guarda
Teatro Municipal da Guarda (PT)

2 de Novembro
FITO, Ourense (ES)

14 e 15 Novembro
Casa das Artes de Famalicão (PT)

quinta-feira, setembro 18, 2008

De tal maneira sem jeito nenhum ®

Na Divina Comédia sinto falta de um círculo do Inferno destinado aos responsáveis por esta moda das embalagens de fiambre que vêm com as fatias enrodilhadas de tal maneira sem jeito nenhum que um indivíduo acaba por escavacar aquilo tudo sem nunca conseguir tirar uma fatia de fiambre inteira.

O castigo dessa gente seria embalar fatias das próprias línguas, também elas enrodilhadas de tal maneira sem jeito nenhum que um indivíduo com fome suficiente para comer línguas de porco acabaria por escavacar aquilo tudo sem nunca conseguir tirar uma fatia de língua inteira.

E eu sentado ao lado de Dante, a comer sandes de mortadela, fatias finas e inteiras cortadas com uma navalha de bolso, os dois perdidos de riso com a visão dos condenados.

terça-feira, setembro 16, 2008

segunda-feira, setembro 15, 2008

Novos Amores Impossíveis #2: ASAE/Cigana


Lembrete: hoje às 22h45, 5.º episódio do Fogo Posto!, onde poderão ver, entre outros, este sketch.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Institucionalizado


"Institutionalized", Suicidal Tendencies, do álbum homónimo de 1983. Uma das minhas músicas e videos favoritos de sempre, aqui dedicado a um amigo que amanhã passa a fazer parte de uma instituição.

Sometimes I try to do things but it just doesn't work out the way I want it to, and I get real frustrated. And then like I try hard to do it, and I like, take my time but it just doesn't work out the way I want it to. It's like, I concentrate on it real hard, but it just doesn't work out. And everything I do and everything I try, it never turns out. It's like, I need time to figure these things out, but there's always someone there going “Hey Mike, you know we've been noticing you've been having a lot of problems lately, you know? You need to maybe get away. And like, maybe you should talk about it, you'll feel a lot better.” And I go “No, it's ok, you know. I'll figure it out. Just leave me alone, I'll figure it out, you know? I'm just working on it by myself.” And they go “Well, you know, if you wanna talk about it, I'll be here, you know? And you'll probably feel a lot better if you talk about it. So why don't you talk about it?” I go “No, I don't want to, I'm ok! I'll figure it out myself!” But they just keep bugging me, they just keep bugging me, and it builds up inside.

So you're gonna be institutionalized. You'll come out brainwashed with bloodshot eyes.
You won't have anything to say. They'll brainwash you until you see their way.

I'm not crazy - institutionalized
You're the one who's crazy - institutionalized
You're driving me crazy - institutionalized
They stuck me in an institution, said it was the only solution
To give me the needed professional help to protect me from the enemy, myself.

I was in my room and I was just like staring at the wall thinking about everything, but then again I was thinking about nothing. And then my mom came in and I didn't even know she was there. She called my name and I didn't hear her and then she started screaming “Mike, Mike!” And I go “What? What's the matter?” She goes “What's the matter with you?” I go “There's nothing wrong, mom.” She´s all “Don't tell me that! You're on drugs!” I go “No, mom I'm not on drugs. I'm ok, I'm just thinking, you know? Why don't you get me a Pepsi?” She goes “No! You're on drugs!” I go “Mom, I'm ok. I'm just thinking.” She goes “No! You're not thinking, you're on drugs! Normal people don't go acting that way!” I go “Mom, just get me a Pepsi! Please, all I want is a Pepsi!” And she wouldn't give it to me! All I wanted was a Pepsi, just one Pepsi, and she wouldn't give it to me! Just a Pepsi!

They give you a white shirt with long sleeves! Tied around your back, you're treated like thieves!
Drug you up because they're lazy! It's too much work to help a crazy!

I'm not crazy - institutionalized
You're the one who's crazy - institutionalized
You're driving me crazy - institutionalized
They stuck me in an institution, said it was the only solution
To give me the needed professional help, to protect me from the enemy, myself.

I was sitting in my room and my mom and my dad came in. They pulled up a chair and they sat down. They go “Mike, we need to talk to you.” And I go “Ok, whats the matter?” They go “Me and your mom, we've noticed that lately you've been having a lot of problems, and you've been going off for no reason, and we're afraid you're gonna hurt somebody, and we're afraid you're gonna hurt yourself. So we decided that it would be in you're best interest if we put you somewhere where you could get the help that you need.” And I go “Wait, what are you talking about, WE decided? MY best interests? How do you know what MY best interest is? How can you say what MY best interest is? What are you trying to say? I'M crazy? Well, I went to YOUR schools, I went to YOUR churches, I went to YOUR institutional learning facilities. So obviously I'm crazy!”

They say they're gonna fix my brain. Alleviate my suffering and my pain.
But by the time they fix my head, mentally I'll be dead.

I'm not crazy - institutionalized
You're the one who's crazy - institutionalized
You're driving me crazy - institutionalized
They stuck me in an institution, said it was the only solution
To give me the needed professional help, to protect me from the enemy, myself.

Doesn't matter, I'll probably get hit by a car anyway.

- Mike Muir

quarta-feira, setembro 10, 2008

Manual de Sobrevivência ao Taxismo

Anos e anos a apanhar táxi obrigaram-me a desenvolver técnicas avançadas de protecção contra essa espécie que se convencionou chamar de taxistas. Ciente dessas minhas capacidades, o Pina convidou-me a partilhar com os espectadores do Fogo Posto! tudo o que é necessário para sobreviver à prática do taxismo. Magnânimo, aceitei imediatamente, mesmo correndo o risco de nunca mais poder voltar a apanhar um táxi novamente. São os riscos próprios dos pioneiros que avançam de forma destemida por terrenos perigosos e desconhecidos - e haverá terreno mais perigoso e desconhecido do que os meandros da mente de um taxista?

As regras de sobrevivência que apresento neste Manual - um daqueles sketches cuja edição e montagem preferi fazer por aqui, na pacatez do meu lar, a par de outros como "SOS - Professores colocados", "Sala de Chuto", ou "Dr. Jesus: Serviço de Urgência", só para dar algums exemplos - foram depuradas ao longo de anos de prática, e posso garantir, com toda a segurança, que funcionam, visto que já me safaram o pêlo mais de uma vez. Este é o chamado saber de experiência feito.

Desenvolvi muitas outras técnicas de sobrevivência para além destas, a serem postas em prática noutras situações que não as que estão aqui contempladas, e que poderei - quem sabe - vir a partilhar num futuro mais ou menos próximo. Mas estas são as três principais, que têm em conta os perigos mais comuns que nós, os comuns mortais, temos de enfrentar sempre que nos deparamos com a inevitabilidade de apanhar um táxi.

Não precisam pois de voltar a sentir medo de cada vez que estenderem a mão para chamar "Táxi!", ou quando requisitarem uma dessas viaturas via telefone: este Manual de Sobrevivência ao Taxismo resulta, e agora está à vossa disposição.

terça-feira, setembro 09, 2008

Estreia hoje - A VERDADEIRA TRETA

Uma década, mais coisa menos coisa, a escrever Treta com o Eddie (e, até há bem pouco tempo, com o Rui Cardoso Martins, com quem ainda hoje escrevo o Contra Informação), e ainda continua a dar gozo - muito! -, quer a escrever, quer a ver depois o resultado final, protagonizado por esses dois monstros da comédia que são o António Feio e o José Pedro Gomes. Foram conversas da Treta em rádio (mais de 600 programas), foram 26 episódios exibidos na SIC, foi a peça A Treta Continua, foi o Filme da Treta, e hoje a Treta regressa aos palcos com A VERDADEIRA TRETA. Eis um brevíssimo excerto do texto que eu e o Eduardo escrevemos para esta peça que poderão ver a partir de hoje no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa:


Só um cheirinho (da peça, não da bagageira).
Entretanto, tem sido divulgada a notícia (que só é novidade para quem não é visitante aqui do estaminé): o guião do Filme da Treta 2 já está pronto, aliás, desde Janeiro - escrevemo-lo antes mesmo de escrever esta peça. A novidade é que, depois dos atrasos de produção que levaram a que o filme não fosse rodado ainda este ano, já há uma data marcada para o arranque das filmagens, lá para Junho ou Julho de 2009.



Algumas fotos que tirei com o telemóvel durante os ensaios
(cliquem-li-as p'ra ver-lem-zi-as maiorzecas)

Mete mais alto #19


Ne-Yo
"Closer"
Year of the Gentleman (sai a 16 de Setembro)
2008

segunda-feira, setembro 08, 2008

Prazos de validade made in China

Tendo em conta a paupérrima qualidade dos produtos à venda nas lojas chinesas, receio que as impressionantes construções erigidas de propósito para as Olimpíadas de Pequim - como o Estádio Ninho de Pássaro, por exemplo - desabem durante os Paralímpicos.
Seria terrível, capaz de algum atleta ficar aleijado, ou isso.

R.I.P. Anita Page


No sábado faleceu Anita Page, célebre actriz de filmes mudos.
As suas últimas palavras foram:

SOS - Professores colocados

Grande Lar da Terceira Idade #4

domingo, setembro 07, 2008

A VERDADEIRA TRETA - spot promocional

Vem aí A VERDADEIRA TRETA


Já tinha dado conta do evento apocalipípdico aqui, assim de raspão, e o meu gémeo vitelino Eddie também já o fez neste singelo post. Pois efectivamentemestes é assim: A VERDADEIRA TRETA, escrita por mim e por esse mestre diabólico-cebólico do absurdo que é o Eddie Madeira, estreia na próxima 3.ª feira, dia 9, mas antes vão ter lugar dois ensaios gerais com público, hoje e amanhã às 22h, cujas receitas reverterão na totalidade a favor da RARÍSSIMAS - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras. É no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. Apareçam, catano. Entretanto, podem ver o spot promocional clicando aqui.