sexta-feira, julho 25, 2008

a Cinderella
bate a meia-noite
é abóbora

21/8/2009 - 20:58

segunda-feira, julho 21, 2008

Hoje - 22h45 - SIC Radical - 4.º episódio do Fogo Posto!

Algumas imagens do sketch sobre as salas de chuto que vai para o ar no episódio de hoje. O Salvador faz de psicólogo, o Pina de problemático guarda prisional, de seu nome Serafim, e eu de presidiário toxicodependente, Camolas. Este nome é um must sempre que há uma personagem toxicodependente: também se chamava Camolas o personagem que o Miguel Guilherme interpretava na 'telenovela' "Mãezinha Não t'Apagues" que eu escrevi com o Luís Miguel Viterbo na Herman Enciclopédia, há uns bons 11 ou 12 anos.


No episódio de hoje poderão também ver o Dr. Jesus em acção numa sala de operações e o que aconteceria se o assassino de JFK fosse português. O convidado especial deste programa é o Manuel Marques, que vai ter de se haver com a Guarda Ambiental. Não percam.

Amores Impossíveis #1: Metro/Destak

sexta-feira, julho 18, 2008

Radiohead - "House of Cards"


Novíssimo video dos Radiohead. Nada de câmaras nem luzes. Tecnologia 3D a captar informação acerca das formas e das distâncias relativas dos objectos.

E se Edison tivesse sido português?

Guarda Ambiental Republicana #2: Violação

O que é preciso fazer para que 2009 seja já amanhã?

Com quem é que é preciso falar? Que requerimentos é preciso preencher? É que eu quero mesmo muito ver isto:

Está online o trailer de Watchmen.

Numa entrevista mais ou menos recente, Alan Moore disse que nunca mais quer o seu nome associado a adaptações cinematográficas das graphic novels de que é autor. Tendo em conta filmes como The League of Extraordinary Gentlemen, não se lhe pode levar a mal. Identifico-me - salvo as devidas distâncias - com esta postura. Fiz algo semelhante n'O Mistério da Estrada de Sintra: fui um dos argumentistas do filme, mas devido a divergências várias com a produtora, e ao facto do argumento ter sido de tal forma alterado antes e durante as filmagens sem que nada me fosse - pelo menos - comunicado, resolvi tirar o meu nome dos créditos. E isto apesar de, mesmo no trailer, reconhecer frases que saíram directamente do meu teclado. Alan Moore, mesmo tomando esta posição, é digamos, simpático, uma vez que não aponta directamente culpas aos realizadores e argumentistas das ditas películas, mas sim ao facto de as histórias que escreve serem pensadas para banda desenhada, e por isso impossíveis de contar noutro meio. Na ficha técnica de Watchmen, o filme, o nome de Moore não consta - apenas se pode ler "adaptado da graphic novel ilustrada por Dave Gibbons". Mas se levarmos a sério o que Zack Snyder anda a dizer, esta adaptação é do mais fiel que pode haver à sua origem. E vendo este trailer, como não acreditar? Arrepender-se-à Moore de não querer o seu nome associado ao filme, depois de ver este trailer? Questão secundária, primeiro porque nunca ninguém lhe poderá tirar o mérito desta história avassaladora, criador que é de uma das obras mais marcantes da literatura de língua inglesa; e depois porque não acredito que ele sequer veja o trailer, assim como não verá o filme. Por uma vez, digo: ainda bem que não sou Alan Moore, porque quero muito, mas mesmo muito ver este filme. Watchmen é daquelas obras que muda a vida de quem a lê, e sendo Zack "300" Snyder a adaptá-la, com o grau de fidelidade com que parece estar a fazê-lo, se estreasse amanhã seria tarde.

quinta-feira, julho 17, 2008

Tele-escola para políticos: O nome

A capa do New Yorker


É incrível como há quem ainda não perceba, ou faça de conta que não percebe, o conceito de sátira. Em altura de crise dos combustíveis, crise alimentar, crise, crise, crise, qual é o tema que mais tempo de noticiário e debate tem ocupado nos EUA? A capa do New Yorker com Barack e Michelle Obama. A reacção vinda da candidatura de Obama não se fez esperar. Por cá, é risível ver como defensores indefectíveis de Obama, como o Daniel Oliveira, se preocupam em justificar essa reacção, não agitando agora as bandeiras da liberdade de expressão como fizeram na altura dos cartoons dinamarqueses. Nas palavras de John Stewart: "Barack Obama should in no way be upset about the cartoon that depicts him as a Muslim extremist, because you know who gets upset about cartoons? Muslim extremists." Brilhante o tratamento dado a este caso no Daily Show:


Não me parece ser assim tão difícil entender um mecanismo que consiste em "vestir" os mesmos estereótipos que se pretende criticar, elevando-os ao absurdo e assim parodiando-os. Já a propósito de Borat escrevi aqui um pouco sobre o assunto. O guia definitivo para a compreensão da sátira está aqui, cortesia do cartoonista político Tom Tomorrow.

E já que falamos em palhaços

Não é o Joker, mas é "O Palhaço Escultor", espectáculo que o Pedro Tochas apresenta no Teatro Villaret, de hoje até sábado às 22h00 e domingo às 18h00. Mais informação aqui.

"I believe whatever doesnt't kill you simply makes you... stranger."

Os primeiros seis minutos de The Dark Knight. Já os tinha visto há alguns meses - pouco antes de serem retirados online - com pouca qualidade video e audio por terem sido captados "piraticamente" de uma tela de uma qualquer sala de visionamento (como é que vieram parar cá fora é um mistério, ou uma manobra promocional deveras bonita). Mas agora estão oficial e devidamente disponíveis para nosso regalo.

Cheira-me a obra-prima.

sexta-feira, julho 11, 2008

Finalmente vou ler isto

Lembrete 2: às 18h00 vou estar no Rádio Clube Português para falar de escrita criativa. Logo hoje que me apetecia, isso sim, lamentar-me publicamente por não ter assistido ontem a Rage Against The Machine ao vivo.


Lembrete: na revista Sábado, entrevista a Joe Petardo, o novo boneco do Contra. Petardo dá a cara, o Rui Cardoso Martins, o José de Pina e eu damos as respostas.

quarta-feira, julho 09, 2008

Não dá, Slayer, tenho muita pena, mas não dá.

Os senhores Araya, King, Hanneman e Lombardo que me desculpem, mas vão ter de actuar sem mim. Estou espatifado demais para me deslocar ao SBSR, e sem paciência para aturar as mesmas arrelias do ano passado. Por muito que gostasse de voltar a ver Slayer ao vivo, vou ter mesmo de contentar-me - pelo menos até eles cá voltarem - com as recordações dos concertos que vi deles numa edição anterior do festival e, ainda no século passado, numa brutal actuação no Dramático de Cascais, com Machine Head na primeira parte. E, como sabe toda a gente que assistiu lá a concertos, no Dramático de Cascais as actuações de bandas metal tinham outro gosto. Do Incrível Almadense também se guardam boas memórias, mas eu fui mais vezes ao pavilhão de Cascais, inclusive para assistir a exibições de gente como Tony Hawk, Jeff Kendall ou Chris Miller (foi lá que ele sacou o seu primeiro McTwist), nos tempos em que era mais inseparável do meu skate do que sou hoje do meu telemóvel. O tema no video abaixo já o soube tocar, e se calhar ainda sei, mas de certeza que não a esta velocidade. Um dia destes experimento. Mas hoje não que estou espatifado e ainda me caíam os dedos.

GPS para gajas

E se o assassino do Lennon fosse português?

segunda-feira, julho 07, 2008

Quem tem medo joga dominó

Tenho de confessá-lo: os sketches do Grande Lar da Terceira Idade foram dos que mais gozo me deram fazer. Depois de observar o estranho comportamento dos idosos, que desafiam a morte diariamente ao atravessarem a estrada sem se darem ao trabalho de verificar se vem alguma viatura, o Pina concluíu que a verdadeira razão por detrás deste aparente desprezo pelos próprios lombos tem a ver com apostas. A ideia inicial dele era que o Grande Lar se ficasse por este sketch, mas felizmente (pelo menos para mim) consegui convencê-lo de que a situação e os personagens tinham potencial para serem recorrentes ao longo da série. Assim sendo, preparem-se para nos próximos episódios descobrir que outros comportamentos típicos da terceira idade têm origem nesta febre das apostas. Entretanto, fiquem com o primeiro sketch, exibido na semana passada.


Hoje, não esquecer - o segundo episódio do Fogo Posto! vai para o ar às 22h45 (mais coisa, menos coisa) na SIC Radical.

Outros sketches do Fogo Posto! já disponíveis no You Tube:
Estardalhaço na esplanada
GPS para gajas
E se o assassino de John Lennon fosse português?

prédios ardem
no fim da avenida
é fogo posto

I am Jack's smirking revenge


A fazer riscos nas paredes com as unhas para contar os segundos que faltam para estrear
THE DARK KNIGHT


Os cartazes deste filme continuam a sair soberbos.

(cliquem na imagem para aumentar)

A rodar na FHfm


o meu mais recente vício, Midnight Juggernauts, com "Into The Galaxy", tema que aliás fecha o episódio de hoje do Fogo Posto! (22h45 na SIC Radical). Lembrete: os Juggernauts actuam no Alive! no próximo sábado, dia 12.

longas barbaças
na cidade do Porto
são os ZZ Top

ela avança
a cada retrocesso
um paradoxo

os moradores
desalojados hoje
não querem filmes

sexta-feira, julho 04, 2008

Mais barbaças


ZZ Top - "La Grange" e "Tush"
ao vivo em 1982
Dortmund, Alemanha
(quero uma guitarra daquelas)

Barbaças na Invicta


ZZ Top hoje no SBSR do Porto.
Quero uma guitarra daquelas.

quinta-feira, julho 03, 2008

A FESTA - estreia hoje


Até 27 de Julho
no Teatro Maria Matos
mais info aqui


"Se quiser, eu posso-lhe dar uma na boquinha...", VÍTOR SILVA TAVARES + ALBERTO PIMENTA

(momento de antologia no Câmara Clara, retirado do magnífico omeninomiguel.blogspot.com, a few of the favorite things do meu bom amigo Miguel Martins)

Money shot


quarta-feira, julho 02, 2008

A Festa

A FESTA

Lembrete

O 1.º episódio do Fogo Posto! repete hoje às 22h na SIC Radical, logo a seguir ao Daily Show.