segunda-feira, junho 30, 2008

Hoje - Estreia - FOGO POSTO! - 22H45 na SIC Radical

E para falar um pouco do programa, eu, o Pina e os Alcómicos vamos estar esta tarde no Curto Circuito. Entretanto, eis algumas fotos que fui tirando com o telemóvel durante as gravações. Personagens que vão encontrar a partir de hoje, na SIC Radical. Cliquem nas imagens para vê-las em formato maior.

Eu e o Pina, nos papéis de Tavares e Leucádia.


Grande Lar da Terceira Idade: Alexandrino (Zé Beirão), Leucádia (Pina), Tavares (eu), Valdemar (Salvador Martinha), e Manel (Alexandre Romão).


Cabo Eco (Salvador Martinha), da Guarda Ambiental Republicana.

quinta-feira, junho 26, 2008

Fogo Posto! - tipo assim um trailer

As promos ao Fogo Posto! já estão a passar há algumas semanas na SIC Radical, e agora fizemos esta para Os Incorrigíveis, com alguns excertos do programa que poderão ver a partir de segunda-feira.

terça-feira, junho 24, 2008

Da falta de tempo e outras anomalias cósmicas

Tenho toneladas de novidades para contar mas - correndo o risco de me repetir - tenho tido o tempo tão ocupado que as oportunidades de falar do que tenho andado a fazer são poucas ou nenhumas. A maior parte dos meus dias (e noites) tem sido passada nas gravações do Fogo Posto!, programa do meu capanga José de Pina, realizado por mim e por ele. Estreia na próxima segunda-feira na SIC Radical e conta também com a participação dos Alcómicos Anónimos. Quando não estou a gravar, estou a escrever A Festa, junto com o Tiago Rodrigues e o Nelson Guerreiro, peça com estreia marcada para dia 3 de Julho, quinta-feira, no Teatro Maria Matos. O texto está fechado (ainda que susceptível de algumas alterações durante os ensaios), o que significa que já vou tendo tempo para, por exemplo, escrever este post, ou mesmo - e isto já numa lógica de total esbanjamento - tempo para respirar.

E já que falo em teatro: eu e o Eddie já acabámos de escrever aquela que será a próxima peça da Treta, intitulada A Verdadeira Treta. Escrita com o embalo do Filme da Treta 2, cujo guião também já está acabado, mas que só irá ser filmado para o ano (ainda não percebi bem porquê, mas diz que tem a ver com coisas lá da produção). A Verdadeira Treta estreia algures em Outubro, assim que houver uma data certa eu aviso.

Também o Má Onda tem exigido uma grande dose de esforço para que possamos cumprir prazos acordados em consequência dos contactos que fizemos durante o Input; e, claro está, tenho a escrita diária do Contra. Que, aliás, tem programa especial este sábado, todo ele dedicado à grande banhada que foi a prestação da nossa selecção, e que ensopou especialmente todos aqueles que usa(ra)m o nossa com ênfase e bandeira à janela. Decidi portanto dar conta de tudo isto não em texto, mas em mais um Snack TV, que fui gravando no decorrer destes meses. Vou disponibilizá-lo nos canais do costume assim que tiver tempo de editá-lo, o que, dado o panorama actual das coisas, pode ser lá para 2012. Vou tentar que seja um bocadinho antes.

segunda-feira, junho 23, 2008

"I think he's down there now, screaming up at us"


George Carlin
12/5/1937 - 22/6/2008

sexta-feira, junho 20, 2008

quinta-feira, junho 19, 2008

"I love words. I thank you for hearing my words. (...) They're my work, they're my play, they're my passion. Words are all we have really."


George Carlin condecorado com o Mark Twain Prize for American Humour.
Carlin, 71 anos, já emitiu um comunicado:
"Thank you Mr. Twain. Have your people call my people."

(via Chortle)

No video acima, George Carlin com o seu monólogo Filthy Words (1973), follow up a Seven Words You Can Never Say On Television (1972):

"I love words. I thank you for hearing my words. I want to tell you something about words that I uh, I think is important. I love... as I say, they're my work, they're my play, they're my passion. Words are all we have really.

We have thoughts, but thoughts are fluid. You know, [humming]. And, then we assign a word to a thought, [clicks tongue]. And we're stuck with that word for that thought. So be careful with words. I like to think, yeah, the same words that hurt can heal. It's a matter of how you pick them.

There are some people that aren't into all the words. There are some people who would have you not use certain words. Yeah, there are 400,000 words in the English language, and there are seven of them that you can't say on television. What a ratio that is. 399,993 to seven. They must really be bad. They'd have to be outrageous, to be separated from a group that large. All of you over here, you seven. Bad words. That's what they told us they were, remember? 'That's a bad word.' 'Awwww.' There are no bad words. Bad thoughts. Bad Intentions.

And words, you know the seven don't you? Shit, Piss, Fuck, Cunt, Cocksucker, Motherfucker, and Tits, huh? Those are the heavy seven. Those are the ones that will infect your soul, curve your spine and keep the country from winning the war. (ler tudo aqui)

quarta-feira, junho 18, 2008

terça-feira, junho 17, 2008

sexta-feira, junho 06, 2008

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Do you want fast?

Foi arrasador. É sempre. Mas a actuação deles em Junho do ano passado no SBSR encheu-me mais as medidas. Essa foi, aliás, de todas as vezes que vi Metallica ao vivo, a que achei melhor. Das vezes que cá vieram só perdi o concerto do Rock in Rio em 2004, e ainda hoje coloco ferros de passar a ferver em cima da mão para me castigar por isso.

O ano passado ignoraram quase por completo todo o material que produziram depois dos três primeiros álbuns (quatro, se incluirmos The $5.98 E.P.: Garage Days Re-revisited), salvo excepções de peso como "Sad But True", "One" e o incontornável e até nada-chateável "Enter Sandman". Passaram em revista quase na totalidade essas pérolas de ostra gorda que são Kill'em All (1983), Ride The Lightning (1984) e Master of Puppets (1986). O público reage melhor aos temas mais antigos, e os Metallica sabem disso. Já o que pensam disso, não sei dizer.

De qualquer maneira, ontem, foi a partir do momento em que James Hetfield perguntou "Do you want old stuff? Do you need old stuff?" que os gritos da assistência mais se fizeram ouvir. Sim, a maioria dos presentes, se não todos, precisavam de ouvir old stuff. Desesperadamente. Temas como o "Creeping Death", que os Metallica, como já é habitual, tocaram a abrir o concerto depois da intro "The Ecstasy of Gold" (os ecrãs aqui devem ter falhado, pois, ao contrário do que costuma acontecer, as imagens de "O Bom, o Mau, e o Vilão" não passaram). "No Remorse", "Welcome Home (Sanitarium)", "One", "Master of Puppets", "Wherever I May Roam" e, a fechar, "Seek & Destroy", foram os momentos altos do concerto, com os Metallica a terem não só as letras mas também os riffs e solos de guitarras acompanhados pela voz do público. Como também já é da praxe.

Depois também ouve muita cantoria durante o "Nothing Else Matters", porque - como fez notar o Alx, que foi comigo assistir ao concerto naquela que foi a sua estreia nos Four Horsemen ao vivo - "estamos no Rock in Rio".

A energia que vem do palco é sempre imensa, de todos eles. Por muito que gostasse de Jason Newsted, estou rendido ao poder do baixo e da presença de Robert Trujillo. Foi a segunda vez que o vi actuar, terceira, se contar com a vez em que, ainda com os Suicidal Tendencies, o vi a fazer a primeira parte dos Metallica, da primeira vez que estes cá vieram, a 16 de Julho de 1993 no antigo Estádio de Alvalade. Kirk Hammett é a personificação da coolness, de quem nunca se suspeitaria ter vendido a alma ao diabo, não fosse a rapidez demoníaca com que toca guitarra. Lars Ulrich é - não há outra maneira de pôr a coisa - um baterista que é uma besta. No bom sentido, no melhor dos sentidos. E James Hetfield, não só um dos melhores guitarristas-ritmo de sempre dentro e fora do metal, está desde o princípio ao fim a tocar para o público, a actuar para nós, e em troca só pede que dêmos tanto ao concerto quanto eles os quatro, lá em cima, estão a dar. E que é tudo, mesmo que tenham ficado por tocar alguns temas que iam saber bem ouvir.

"Do you want fast?", perguntava Hetfield a certa altura.
Claro que queremos, rapazote. Bring it on.

quinta-feira, junho 05, 2008