quarta-feira, abril 30, 2008

segunda-feira, abril 28, 2008

Mete mais alto #12 (quase dose dupla)

Duas belas dicas hoje do grande Álvaro Costa, no Bons Rapazes da Antena 3: Radiohead no Late Night w/ Conan O´Brien...

...e Prince no Tonight Show w/ Jay Leno. Mas este último já não se encontra no You Tube. É ir tentando, lá irá parar outra vez.

domingo, abril 27, 2008

sábado, abril 26, 2008

quinta-feira, abril 24, 2008

Almost Human Beatbox


Ela aí está, a prometida paródia ao anúncio com Joseph Poolpo.

segunda-feira, abril 21, 2008

MÁ ONDA no INPUT


Pois é, era esta a novidade fresca e bombástica que tinha referido mas não revelado aqui. O jornal Público deu conta da coisa na sexta-feira passada, o que levou alguns dos ilustres visitantes aqui do estaminé a enviarem-me mails de parabéns onde estranhavam eu ainda não ter falado disso. Falta de tempo, maifrenders: não só a logística para esta deslocação tem tomado o seu tempo, mas também muitos outros projectos em que estou envolvido não me deixaram ainda ter oportunidade de falar disto com a atenção que merece. Mas assim é: em Maio, eu e o Bruno Canas (também conhecidos por Não Há Rebuçado, nome da nossa produtora) vamos levar o nosso MÁ ONDA (Bad Vibe) a Joanesburgo - a primeira presença portuguesa em 30 anos de INPUT - para a edição deste ano da World Cup of Television. Agora estou sem tempo (lá está!), mas vou falar mais desta ida ao INPUT ainda esta semana. Posso dizer-vos, para já, que saber que vamos estar sentados ao lado de malta que tem um Emmy na prateleira está a deixar-nos uma pilha de nervos. Mas nervos daqueles bem catitas. Para quem ainda não viu, aqui ficam os teasers que colocámos online.



sábado, abril 19, 2008

Mete mais alto #11


Ah, Wendy James, Wendy James, Wendy James... 80s wet dream.

quarta-feira, abril 16, 2008

Mete mais alto #10

Tão fofo,

já tenho um hi5. Para aí a terceira conta que lá abro, por me esquecer sempre de que já tinha aberto uma anteriormente. Tamanha inactividade de contas ao ponto de esquecer que elas existem só vem reforçar a questão: para que serve um perfil no hi5? A ver então se não me esqueço desta. E se percebo para que serve.

Brevemente


O meu gémeo vitelino Eddie, a.k.a. Eduardo Madeira, andava com vontade de demonstrar os seus dotes de beatbox humana - ou quase humana -, e eu e o Bruno Canas (dupla de realização, produção e guerrilha que também responde pelo nome Não Há Rebuçado) metemos mãos à obra para concretizar este video que não tarda está pronto. Almost Human Beatbox - brevemente nos ecrãs das mais variadas dimensões, sempre perto de si. A irritá-lo. Nhó-nhó-nhi, nhó-nhó-nhi.

segunda-feira, abril 14, 2008

We could do it, it's right romantically


Death From Above 1979
"Romantic Rights"
You're a Woman, I'm a Machine
2004

domingo, abril 13, 2008

Pequim, 2008

No fim-de-semana de 5 e 6 de Abril, e para comemorar os 15 anos das Produções Fictícias, o semanário Expresso esteve repleto de material feito por malta ligada às PF. Há já algum tempo que não fazia um fotoon, pelo que me decidi a arregaçar as mangas e a fazer um. A intenção original era que este aparecesse na revista Única, parodiando o espaço habitualmente reservado à colecção de arte de um banco cujo nome começa por B, acaba em S, e tem um E pelo meio. Para acompanhar a imagem, escrevi também um texto, espécie de descritivo da obra e biografia do autor, Phileas Mann Grand-Sec, afinal um pseudónimo meu. Como o dito banco tem relações comerciais com a China (quem não tem, numa altura em que a maior parte das coisas que compramos tem um Made in China escarrapachado algures?), e não se julgava prudente cutucar os meninos (há quem não os queira cutucar), o meu fotoon e o meu texto acabaram na secção internacional. Não veio grande mal ao mundo por isso. Eniuei, aqui fica o dito fotoon (cliquem na imagem para aumentar o tamanho) e respectivo texto, tal e qual era suposto aparecer originalmente.

«Pequim 2008»

Autor – Phileas Mann Grand-Sec (Gronelândia, 1954)

Data – 2008

Técnica – Instalação com 5 monges tibetanos e cordel

Dimensões – 5 x 1,72m / 67 kg

E.M. Cioran (1911-1995), filósofo do tédio e do êxtase, dizia que o pessimista deve inventar para si mesmo, a cada dia, outras razões para existir. E não houve maior pessimista que Phileas Mann Grand-Sec, falecido na semana passada quando um bloco de granito (peça fundamental daquele que seria o seu próximo trabalho, uma reflexão profunda e âmbígua acerca da aspereza, o arbítrio e o capricho) lhe desabou sobre a cabeça. Não deixa de ser irónico que tenha sido a arte de Phileas – mais influenciado pela insolência característica de Kristian Von Hornsleth do que pelos conterrâneos Jan Mayen e Kalaallit Spitzbergen – a provocar a sua morte. «Pequim 2008» esteve exposta durante 4 horas na galeria belga Walter Van Beirendonck, até que as autoridades locais foram obrigadas a interceder para salvar a vida dos cinco monges tibetanos que compunham a peça.
A provocação sempre foi uma constante na vida e na obra de Phileas Mann Grand-Sec. Tinha apenas 7 anos quando, à revelia de sua mãe, se estreou nas lides artísticas, convencendo uns amigos Inuit a disfarçarem-se de tapetes à base de pele de urso polar e a deitarem-se na sala de jantar. Pretendia com esta instalação denunciar o extremo mau-gosto da sua família em matéria de decoração de interiores. A madame Grand-Sec, que já não andava bem da tensão arterial, sofreu um colapso que a deixou cega de um olho, pormenor que o jovem Phileas aproveitaria mais tarde para o único trabalho seu a ser exposto no nosso país, “Mãe Camões”.
As últimas palavras de Phileas Mann Grand-Sec, enquanto agonizava no chão da Walter Van Beirendonck, não foram suas, mas de Samuel Beckett (pelo menos em parte): “O tempo que temos para passar na terra não é tão longo para que o utilizemos em outra coisa além de nós mesmos, por isso haja alguém que me traga uma aspirina".

Filipe Homem Fonseca

sábado, abril 12, 2008

Super Heroes Are My God

Fabesko é uma artista francesa, nascida em 1970, cujo imaginário é povoado por amigos de longa data como o Batman, a Wonder Woman, o Aranha, o Goldorak, e Prozac. Como se estes não fossem motivos de sobra para a sua obra parecer feita de propósito para mim (tirando o Prozac, que nunca tive o prazer de ingerir), a exposição que está até dia 8 de Maio na Galeria de São Bento intitula-se "Never On Time". E, segundo diz quem melhor me conhece, é mesmo muito difícil eu chegar a horas; não faço de propósito, mas há sempre qualquer coisa que me faz atrasar.
A visita à galeria é obrigatória. Quando virem o soberbo Super Heroes Are My God, espécie de Última Ceia protagonizada por versões infantis e distorcidas do kryptoniano mais famoso do mundo, do Daredevil, do Goldorak, e demais compinchas, saibam que foi adquirido por este que vos assina (como não podia deixar de ser, vou deixá-lo lá até ao fim da exposição). A obra é deste ano, pelo que não há imagem disponível online que possa aqui postar. A ilustrar este post está uma retirada de outro belo quadro - este sem título - que poderão também ver na Galeria de São Bento, em Lisboa, ao pé do ISEG.

quarta-feira, abril 09, 2008

terça-feira, abril 08, 2008

Hellboy 2


O Carlos Gonçalves, cinturão negro photoshopista e visita assídua aqui do Salvo Erro, deixa o alerta para as imagens de Hellboy 2: The Golden Army que estão disponíveis no I Am Bored. O primeiro papou-se bem, venha o segundo: Guillermo del Toro movimenta-se neste território com o à-vontade próprio de quem é tão fã de comics que até tem a sua própria loja, Mike Mignola está directamente envolvido no projecto, e Ron Perlman... bem, Ron Perlman está sempre bem. Não esquecer que ele se conseguiu safar até mesmo no papel de Vincent, a.k.a. O Monstro d'A Bela e do Monstro, nos velhos tempos em que Linda Hamilton não tinha os bíceps que ganharia para Terminator 2, mas usava umas gabardines com uns chumaços medonhos próprios dos 80s.

Outra razão para querer muito ver este segundo filme da série é, como não podia deixar de ser, Selma Blair.

A personagem Liz Sherman, neste filme menos Maga Patalógica e mais Black Widow. 'Nuff said.


Na imagem de cima, Abe Sapien, interpretado por Doug Jones, actor que só tem encontrado sucesso quando veste a pele de freakazóides deste calibre. O sucesso intergaláctico, esse, espera-o quando concretizar aquilo que FF2 serviu para lançar, e que é a longa-metragem toda ela dedicada ao Surfista Prateado. Entretanto, poderá My Name Is Jerry fazer alguma coisa pela sua carreira fora dos fatos de látex? E tenho muita curiosidade em ver Legion, de Scott Charles Stewart, senhor envolvido na criação dos efeitos especiais de filmes como Piratas das Caraíbas, The Host, Superman Returns, Sin City, e Marte Ataca! (através de The Orphanage), onde Doug Jones alinha ao lado de Dennis Quaid. O facto de a sua personagem ser referenciada como Ice Cream Man não deixa antever, assim à partida, nada de muito promissor. A não ser que se trate de qualquer coisa do género de um Marshmallow Man, mas não creio.

Atenção também a Luke Goss (a primeira foto deste post é com ele e Perlman), que abalou o mundo nos anos 80 com os Bros e, já esta década, voltou a fazê-lo com a sua interpretação de Nomak em Blade II. Este último revi há pouco tempo, agora o video dos irmãos Goss há algum tempo que não lhe pregava olhos e tímpanos em cima...

...e sinceramente passava mais algum sem fazê-lo. Já agora, escusava também de vos ter feito passar por isto, mas nem só de coisas bonitas como entidades demoníacas vive este blog.

Para recuperar, uma última imagem sacada de Hellboy 2:

Digam lá se não parece saída directamente da pena de Mignola. Pois parece.

Já agora, quando forem ao I Am Bored ver o resto das imagens, olhem com atenção para a 15.ª e digam lá o que é que faz lembrar.


Nirvana - Negative Creep, 23 de Junho 1989

domingo, abril 06, 2008

The Boemerang skit


In De Gloria era o nome de um programa humorístico exibido na Bélgica entre 2000 e 2001. O equilíbrio entre o verosímel e o absurdo está de tal forma bem conseguido neste sketch que ainda hoje continua a haver quem jure a pés juntos que se trata de uma situação real. Alguns minutos lendo as caixas de comentários das inúmeras cópias do video existentes na web provam isso mesmo. Um dos momentos televisivos mais hilariantes de que há memória, de entre verdadeiros e falsos. De louvar não só o texto e a prestação dos actores, mas também a capacidade notável da assistência em conter o riso. Clap clap clap.

quinta-feira, abril 03, 2008

O Filho do Requeluso


Via 5dias.net
(e pelamordedeusetodosossantinhos, oiçam-me o mp3)

terça-feira, abril 01, 2008

15 anos


PF: the early years. O Markl explica.