'Inda vem tão quente da fornaça que até solta faúlhas: ei-li-o, o cartaz do FILME DA TRETA, esse safardanas!

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Tópico: Cinema, Conversa da Treta, Filme da Treta, Projectos
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A propósito do início da terceira temporada de THE RICKY GERVAIS SHOW, o mais escutado podcast de sempre, leiam esta entrevista a Ricky Gervais, onde ficamos a saber mais acerca do ícone Karl Pilkington.
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Como não tenho carta de condução - sou uma lástima, pois sou -, os únicos maquinões que posso estampar são os computadores. E foi o que aconteceu.
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Por falar em sequelas - SUPERMAN RETURNS é, assumidamente, uma sequela de SUPERMAN II (1980), filme com realização atribuída a Richard Lester, mas que também inclui muito material filmado por Richard Donner, uma vez que, segundo julgo saber, a ideia inicial era que tudo aquilo fosse só um filme (daí o aparecimento de Zod, Ursa e Non em Krypton, no início do primeiro filme, quando são condenados à Zona Fantasma). No entanto, o tom de SUPER-HOMEM: O REGRESSO é, sem sombra de dúvida, muito semelhante ao do primeiro, o de Richard Donner, de 1978. Não esperem portanto super-vilões getting physical, como o General Zod e sua pandilha, mas também não é preciso: o Lex Luthor de Kevin Spacey é mais que suficiente, uma prestação que comete a proeza de ofuscar a de Gene Hackman nos filmes anteriores. Pré-SPOILER (acabei de inventar a expressão - é um facto sobre o filme que não revela nada, mas indicía algo de importante que lhe está relacionado): a maneira como Lex Luthor obtém o dinheiro no início do filme é deliciosa.
Kate Bosworth como Lois Lane não me convence. No entanto, acho que teve mais a ver com o facto de, neste filme, a própria personagem não encaixar naquilo que normalmente associamos a ela, do que propriamente com a interpretação de Kate. Se nos filmes anteriores, em que Lois era interpretada por Margot Kidder, encontramos sempre uma repórter decidida e segura de si, neste regresso deparamo-nos com uma Lois Lane dividida, confusa, sem saber exactamente o que pensar, sentir, ou fazer. Ela até cumpre as ordens que lhe são dadas, coisa impensável na Lois a que estamos habituados. Que diabos - terá sido a maternidade que a amaciou?
A miúda do filme - apesar de aparecer muito pouco - é a namoradinha de Lex, Kitty Kowalski, interpretada por Parker Posey. Pré-SPOILER: um homem sabe sempre quando uma mulher está a mentir, quanto mais um Super-Homem (ai sim?).
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Mas foi o tema escolhido para single nos EUA, "Knights of Cydonia", que me fez acreditar, ainda antes de uma audição mais atenta, estarmos na presença de um dos trabalhos mais inspirados da banda inglesa. E, tendo em conta a tal importância das primeiras impressões, tenho de admitir que o videoclip realizado por Joseph Kahn contribuiu em muito para esta rendição imediata - é, na minha opinião, um dos melhores videoclips de sempre, e, sem dúvida, um dos mais hilariantes. Uma espécie de mash-up da mítica série KUNG FU (1972-75), protagonizada por David Carradine, com os comics de Jonah Hex editados entre 1985 e 1987, em que o cowboy é atirado para o século XXI (numa altura em que o séc. XXI ainda era sinónimo de armas de raios laser, robots e naves espaciais), um universo que Joss Whedon dificilmente desconheceria quando criou FIREFLY.
Joseph Kahn foi também responsável, entre outros trabalhos, pelo video "Toxic" da Britney Spears; mas não lhe levem isso a mal. Sejamos justos - o video é bem melhor que a musiqueta, e tem o mérito de ter mostrado a jovem Britney de uma forma que nunca antes tínhamos visto, e que, a julgar pela baixeza de forma que a moça apresenta actualmente, dificilmente voltaremos a ver (atenção que há Personal Trainers, pagos a peso de ouro, que fazem milagres). Falo obviamente das cenas em que Britney aparece nestes preparos:

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Entretanto, o meu iMac está entregue nas mãos de quem percebe do assunto, e parece haver a possibilidade de recuperar pelo menos parte da informação. Se fosse uma pessoa dir-se-ia que ficou internado de hoje para amanhã nos cuidados intensivos.
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Tópico: Horror iNominável, Projectos, Tech, Videocast, Web
Agora estou a usar o portátil, onde por acaso escrevi a maior parte da série BOCAGE, e ao qual raramente volto quando estou a trabalhar em casa. Mas não tenho outro remédio, porque o meu iMac finou-se. Foi esta tarde, por volta das cinco, enquanto fazia algumas alterações na montagem do último episódio d'O HORROR iNOMINÁVEL. Durante a gravação do ficheiro, o sacrista deu em emperrar, forçou-me a deitar abaixo o sistema, e - puf!, foi a última vez que vi o meu G5 com vida. Parece ser um problema com o disco de arranque, mas só amanhã é que vou saber aquilo que realmente me interessa: conseguirei salvar toda a informação que está lá dentro? Claro que tenho backups, mas não de tudo. Faltam-me coisas importantíssimas, como a tradução para inglês da minha peça AZUL A CORES, em que estou a trabalhar faz algum tempo, o fotoon que tinha praticamente concluído para O INIMIGO PÚBLICO desta semana (estive até há meia hora a refazê-lo de raíz, e lá consegui terminá-lo a tempo), e os masters de alguns episódios do HORROR, nomeadamente este último, que é suposto ir on line amanhã. É suposto, e vai mesmo, dê por onde der - isto porque já tenho uma versão montada e alojada num servidor que, apesar de ter uns pequenos problemas de ritmo na montagem (foi enquanto gravava a versão já corrigida que se deu o aparente falecimento do iMac), pode muito bem ser disponibilizada amanhã, mantendo o ponto de honra de estrear um novo episódio na data anunciada. Depois, tenho imensos apontamentos soltos, esboços de peças, contos, ideias, montes de coisas desorganizadas, à espera que lhes pegue com mais atenção, material de que nem sequer me lembro, tudo espalhado pelos refegos de um disco rígido que, só amanhã, irei saber se tem safa. Por agora, é melhor nem pensar nisso. Dedos cruzados, os dos pés e tudo.
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Tópico: Horror iNominável, Projectos, Web