quarta-feira, julho 17, 2019

Tirei uma foto a um alfarrabista em Lisboa, com aquela aplicação que acrescenta uns anos, e apareceu-me um hotel.

segunda-feira, julho 15, 2019

Deveras supimpa, ter-me juntado ao Roberto Pereira e ao Frederico Pombares na escrita deste roast. Pusemos a carne toda no assador. Agora, tirem as vossas conclusões.

Vai, peeps, dêem-lhe com a alma, dêem-lhes a alma.

A Joana Amaral Cardoso escreveu um belíssimo artigo sobre O Menino da Lágrima, onde também dá conta da importância que teve no meu primeiro romance:
«Em 2013, Filipe Homem Fonseca pôs o chorão favorito do país na capa do seu livro Se Não Podes Juntar-te a Eles, Vence-os (2013), um retrato de uma sociedade distópica (...): “Lembrei-me de dar conta no livro de que havia um primeiro-ministro que nos tinha chamado piegas”, explica o autor ao P2. A história desemboca num manifesto intitulado Os Meninos da Lágrima (...) Isso origina uma milícia que usa “máscaras à semelhança dos Anonymous, com a cara do Menino da Lágrima. É um movimento revolucionário intitulado Os Meninos da Lágrima”.»
Se quiserem saber praticamente tudo o que há para saber sobre esses quadros, é seguirem o link.

domingo, julho 14, 2019

Também quis usar aquela app que nos envelhece; acho que vou ficar um pão.

sábado, julho 13, 2019

«Gente e lugares que deixam de ser aquilo que nos lembrávamos para passarem a ser aquilo que tentaremos esquecer; passarão um dia a escombro, essa condição que as mentes menos alerta confundem com construção pela metade.
A Menina Celeste fala sozinha, ouve-a quem quer:
- Esta ideia de que uma vida se preenche com obra feita e lugares visitados, como se o simples acto de existir não fosse suficiente, como se olhar mais do que três minutos para alguma coisa fosse um desperdício. Andam a dar cabo do ócio no quotidiano, para depois poderem vendê-lo como bem de luxo.
Uma cidade em obras é como uma cidade em chamas. Ambas em transformação. Num sentido, em direcção à cinza. Noutro, em direcção a quê? O futuro?»

in A IMORTAL DA GRAÇA

quinta-feira, julho 11, 2019

quarta-feira, julho 10, 2019

Joe Shuster, co-criador do Super-Homem, Lois Lane e Lex Luthor, entre outros, faria hoje 105 anos.

Este sábado, às 17h na Fnac Chiado, a última sessão de Sidekicks antes de irmos a banhos com o cuequedo por cima das calças, como manda a tradição super-heroística. Uma hora e picos de conversa sobre as obras de BD que mais nos marcaram, desta vez sem nenhum convidado porque estamos com muita vontade de botar faladura. Vinde que vai ser deveras catita. Tragam agasalhos que anda um frio que não se pode.

Tempo de “consagrados”: a “historiadora consagrada” Fatinha Bonifacho a verter falsidades e ignomínias, e “jornalistas consagrados” a defender o direito da senhora verter as barbaridades, com o argumento falacioso de que se trata de um exercício de liberdade de expressão. Falar em liberdade, seja do que for, relativamente a racismo e à xenofobia, parece-me um contra-senso, mas deve ser incapacidade minha por não ser “consagrado”.
Diacho, tanto “consagrado” a sair da toca.

terça-feira, julho 09, 2019

“The more you believe, the more you believe.”















American Gods S2E8
Um tratado.

segunda-feira, julho 08, 2019

sábado, julho 06, 2019

Como canta Caetano, “melhor que o silêncio, só João”.

Este foi o último álbum de João Gilberto que comprei e também, tanto quanto sei, o último de estúdio que gravou. Produzido por Caetano Veloso, em 2000, “João Voz e Violão” tem como capa uma fotografia de Camila Pitanga, em que a actriz pede silêncio com um gesto, para que se possa ouvir a inconfundível voz e o insuperável violão de que fala o título. No dia em que João Gilberto partiu, faça-se silêncio para escutar a imensa obra, em jeito de lamento mas também de celebração pelo tanto que nos deixou. Lamento e celebração: no fundo, bossa nova.

Morreu João Gilberto. O quanto a sua obra me acompanhou em determinados períodos da minha vida é imensurável. Obrigado não chega.

Passei os olhos pelo amontoado de fezes que é o texto dessa tal Fátima Bonifácio e percebi porque é que os tigres às vezes comem as próprias crias.

John Byrne celebra hoje o seu 69.º aniversário.

quinta-feira, julho 04, 2019

200 mil já viram. Sergei contente.

Stash of the day (yesterday).

Philippe Caza

As Aventuras do Pobre Pensionista

67 anos depois, a revista MAD chega ao fim.

EDIT: o spin - ah e tal que não acabou, vai é passar a ser revista de reprints de material 'vintage' (ah!) que já saiu anteriormente, com capas novas.
Ou seja: acabou.
Leiam aqui.

Tive oportunidade de vê-lo no ano passado, quando ainda faltavam alguns pormenores de pós-produção, e, quando acabou, aplaudi de pé. Está aqui um tributo fortíssimo à vida e obra de um dos artistas mais geniais que o nosso país já viu nascer, e uma celebração vibrante do talento de todos os envolvidos. É também um testemunho da visão e da persistência do realizador João Maia - eis que o seu VARIAÇÕES se concretizou, e não podia ter sido de melhor maneira.
Está quase a estrear.

terça-feira, julho 02, 2019

segunda-feira, julho 01, 2019

Hoje

Poetas do Povo (#303) / Tea For One, 1 Julho, 22h. Com: Ana Isabel Gonçalves, Miguel Martins (curadoria) e música de João Pedro Viegas. Host: Nuno Miguel Guedes e Alexandre Cortez.
A Tea for One foi uma micro-editora fundada por Miguel Martins em 2008 e extinta em 2016, após 36 títulos. Alexandra Lucas Coelho, André Tecedeiro, Filipe Homem Fonseca, Inês Dias, Marta Chaves, Rui Cardoso Martins — autores que publicaram os seus primeiros poemas em livro na Tea for One.
Álvaro Cunha, Jorge Fallorca, Patrícia Baltazar, Rui Caeiro, Vítor Silva Tavares — alguns dos muitos outros escritores que aí publicaram, para citar, somente, os que já não se encontram entre nós.
Na próxima segunda, o editor e Ana Isabel Gonçalves (co-responsável pelo programa Palavras de Bolso, da Antena 2), acompanhados pelo ditirâmbico sax soprano e pelo telúrgico clarinete baixo de João Pedro Viegas, ler-nos-ão alguns dos poemas que fizeram a história desse verdadeiro negócio da China que foi a T41, impiedosa émula da Igreja do Maná e do Grupo Espírito Santo.
Quem não aparecer atiçará a ira dos mais reputados académicos internacionais, como sejam os Professores Sidia, Mamadu, Karamba, Kajali, Heraba, Jelani, Tatoni, Cadri e Fofana, entre muitos outros especialistas em matérias tão complexas como o olho gordo e a amarração.

Capa de Frank Cirocco (lápis) e Terry Austin (tinta).
Junho 1984.

Capas de pulps: Lawrence Sterne Stevens























Setembro, 1940.

domingo, junho 30, 2019

Capas de pulps: Norman Saunders

O Aranhiço, impaciente, à espera que a Catarina Raminhos acabe de ler A Imortal da Graça para poder também deitar as teias ao livro.
(Obrigado, Catarina!)

Joe Pimentel