segunda-feira, dezembro 10, 2018

sábado, dezembro 08, 2018

Junta-lhe um colete reflector e tens um cabaz de natal.

PAN quer alterar provérbios com animais

Dá para dizer "ide mamar na quinta pata de um bezerro" ou isso ofende os bezerros, nomeadamente os que têm cinco patas? Fica o pedido de esclarecimento.

terça-feira, novembro 27, 2018

No passado domingo, foi lançado, na Feria Internacional del Libro de Guadalajara, México, o n.º 93 da Luvina - Revista Literaria de la Universidad de Guadalajara, onde vem publicado um capítulo do meu próximo romance. Está em espanhol, numa bela tradução de Sergio Ernesto Ríos. O livro chamar-se-á A Imortal da Graça; a tradução da Luvina optou por Graça, la inmortal.
O romance sairá no princípio do ano que vem. Novidades em breve.
Entretanto, o link para o capítulo está aqui.

sábado, novembro 24, 2018

Mete mais alto #578


Beastie Boys live @ Glasgow, 1999

Triunfo geek - dar uma entrevista sobre comics para um jornal de futebol? Check!
Obrigado ao Miguel Cardoso Pereira pela agradável conversa para o jornal A Bola e à BD Mania por nos receber.

sexta-feira, novembro 23, 2018

Mete mais alto #577


Suicidal Tendencies
"Institutionalized"
Suicidal Tendencies
1983

Respondendo às questões de Monsieur Miguel Martins - aqui.

O Manuel Alegre devia explicar melhor essa de só quem percebe tourada é que percebe literatura, porque ouvindo o Helder Milheiro fica-se na dúvida se ele saberá ler.

Multiculturalismo: caguei para o White Album e para a Black Friday.

terça-feira, novembro 20, 2018

Chegou ao fim uma das obras maiores das últimas décadas: Mister Miracle de Tom King e Mitch Gerads. Goste-se ou não do 12.º e final número, e da releitura possível que traz à história, o resultado no seu todo atinge píncaros que fazem merecer cada louvor e prémio que a dupla tem recebido. Nem King nem Gerads optaram por soluções fáceis e conseguiram manter o tom e o estilo durante toda a série. Nunca deram respostas que podiam (poderão) ser respondidas pelos próprios leitores, no que espero seja uma contínua discussão acerca destes doze números de excelência. Este Mister Miracle consegue ser uma belíssima homenagem à cração original de Jack Kirby, alinhado com o espírito do tempo corrente e, em simultâneo, intemporal. Bebe da Silver Age e do mundano. É tão críptico como a própria natureza humana; e é aí, afinal, que poderemos obter todas as respostas. Ou não.
Notável.

segunda-feira, novembro 19, 2018

Então e o novo filme dos Coen? Aterrou na Netflix e deu aquela quentura típica de um Natal que chegou mais cedo. Seis histórias violentas, às vezes hilariantes, sempre pesaditas, passadas no Velho Oeste americano, com a visão única destes Mestres. Muito haveria a dizer sobre a excelência de The Ballad of Buster Scruggs, mas o mundo também passa bem se não for eu a dizê-las, até porque o tempo para outras coisas mais essenciais ao funcionamento do multiverso escasseia. Vede! Como se mais razões fossem necessárias, saibam que uma das histórias tem Tom Waits no papel do protagonista. Que iguaria!

O lendário produtor Raymond Chow deixou-nos no passado dia 2. Bruce Lee faria 78 anos no próximo dia 27. Apercebi-me disto só depois de ontem ter voltado a ver, pela enésima vez, FIST OF FURY (a.k.a. THE CHINESE CONNECTION) de 1972, o mais político, violento e trágico filme com o Pequeno Dragão. Filmaço!

O caralhinho, shôr Manuel Alegre.

#無限の住人

A partir do manga de Hiroski Samura, Takashi Miike trouxe-nos em 2017 o delirante Blade of the Immortal. Naquele que foi anunciado como o seu 100.º filme, o Mestre Takashi não deu quaisquer sinais de abrandar o ritmo de estilizado derrame de hemoglobina. Vénias. E destaque para as interpretações da jovem Hana Sugisaki e, em especial, de Takuya Kimura.

domingo, novembro 18, 2018

Stan Lee & Steve Ditko


(click para aumentar)

“Aquela fase” da Hammer.
The Satanic Rites of Dracula, 1973

segunda-feira, novembro 12, 2018

Mil milhões de obrigados não seriam suficiente.
Excelsior!

domingo, novembro 11, 2018

Do baú: a Bahamut Zine, do excelso Ricardo Campos; número de Março-Abril de 1992 (n.º1), que inclui entrevista aos Neurose, a primeira banda de que fiz parte!

sexta-feira, novembro 09, 2018

Peeps, atenção que a nossa repimpolhante peça só vai estar em cena em Lisboa até dia 25 deste mês, e os bilhetes estão a desaparecer que nem manteiga em focinho de cachorro! Por isso, apressem-se, porque depois o Zé Manel Taxista e a sua trupe seguem para o Porto!

quinta-feira, novembro 08, 2018

Se fosse “apenas” um filme de guerra, OVERLORD seria incrível, com uma sequência de abertura absolutamente esmagadora. Se fosse “apenas” um filme de terror, demonstraria uma eficácia muito para além do que badaladas produções recentes têm oferecido. No conjunto, é uma insana hora e meia que pega o público pelos colarinhos e o abana violentamente até ao último minuto. Julius Avery, Billy Ray e Mark L. Smith, numa produção da Bad Robot de JJ Abrams, trazem-nos este verdadeiro festim de acção e gore, com personagens bem cozinhados, servidos por um elenco de se lhe tirar o chapéu. Atenção a Mathilde Ollivier - palpita-me que vamos ouvir falar muito nesta moça.

quarta-feira, novembro 07, 2018

segunda-feira, novembro 05, 2018

Às tantas, há um diálogo no filme sobre o carácter formulaico de muitos hits musicais. Curiosamente, esse carácter, esse repousar na fórmula, será, talvez, o maior pecadilho de Bryan Singer em todos os filmes que faz. O mesmo neste Bohemian Rapsody; e Dexter Fletcher (não creditado), que acabou o filme depois do afastamento de Singer, não terá conseguido melhorar esse aspecto. Dito isto: Rami Malek é irrepreensível como Freddie Mercury, e o filme é, não só, um deleite absoluto para os fãs de Queen, mas também garantia de conquista de mais admiradores futuros. Os minutos de recriação da actuação da banda no Live Aid, em 1985, fazem valer a pena. Mais que uma homenagem, é uma verdadeira celebração de Freddie Mercury e dos Queen. Impossível não nos comovermos com tudo aquilo, em especial ao ouvir toda a gente numa sala de cinema a cantar em uníssono. Bonito e elegante. Mais biopics destes precisam-se.

Delícia. Das páginas da Archie Comics chega-nos Chilling Adventures of Sabrina: um primeiro episódio dinâmico que não dá tempo para respirar, rapidamente vicia e obriga a uma sessão de binge. Destacam-se os episódios escritos pelo criador dos comics e responsável pela adaptação televisiva, Roberto Aguirre-Sacasa, e realizados por Rob Seidenglanz. Kiernan Shipka (de Mad Men), no papel de Sabrina Spellman, é prova de um casting muito bem feito, mas os grandes louvores vão para Michelle Gomez, Miranda Otto e Lucy Davis. Esqueçam a versão adocicada dos 90s/early 00s: isto é horror teenager de categoria, com piada, sustos, e doses supimpas de empowerment feminino, comme il faut numa história de bruxas. Ainda só vi metade desta primeira temporada, por isso não sei se a série decai (como aconteceu, por exemplo, com Maniac) ou se tem um fecho muito abaixo do par (como Haunting on Hill House), mas, para já, é um deleite. Só o genérico é coisa que apetece comer às colheres.