quinta-feira, setembro 19, 2019

Stephen Fabian, Alice from The Devil’s Bride, 1976

#StephenFabian #AliceFromTheDevilsBride #TheDevilsBride #AliceHume #SeaburyQuinn #JulesDeGrandin

Regresso às aulas, EUA.
O impressionante vídeo da Sandy Hook Promise.
A verdade nua e crua.

QUOTIDIANO DEATH METAL
Dica: não percam a segunda temporada de AGGRETSUKO. 10 episódios que mergulham ainda mais fundo na questão da hipocrisia inerente às relações humanas contemporâneas e da impraticabilidade dos novos códigos sociais. Um tratado moderno sobre aquele intervalo entre a tradição e a necessidade de mudança, onde não há espaço para crescer e hipótese de espirar. É admirável que uma série de animação onde os personagens são todos tão fofalhuchos consiga traduzir tão bem sentimentos de profunda frustração e tristeza. Vénias a Rarecho, que escreve e realiza.

Finalmente vi. Tendo em conta que não apreciei, de todo, os seus dois filmes anteriores, ter gostado muito deste ONCE UPON A TIME... IN HOLLYWOOD fez-me dizer “Bem-vindo de volta, Mr. Tarantino”.
Leonardo DiCaprio está irrepreensível (já em DJANGO UNCHAINED, a sua prestação foi a única coisa de que realmente gostei no filme) e Brad Pitt idem - que química absoluta, a destes dois actores.
Este é suposto ser o penúltimo filme de Quentin Tarantino - se assim for, de facto, é uma pena: a idade está a trazer-lhe uma maturidade muito interessante, sem indícios de perda de muitas características que são, para mim, as mais valiosas do seu trabalho, ao mesmo tempo que parece muito menos fascinado com os seus próprios diálogos verborreicos que, nos dois filmes anteriores, já me pareciam andar a roçar uma paródia de si próprio.
A crer na boataria, este filme vai ser, em breve, série da Netflix, com mais uma hora de material, o que me parece supimpa: quero muito passar mais tempo na companhia de Rick Dalton e Cliff Booth.

terça-feira, setembro 17, 2019

Sábado passado. Noite épica. Obrigado a todos os que vieram.
Fotos: Joana Azevedo

sexta-feira, setembro 13, 2019

Mike Grell faz hoje 72 anos.

quinta-feira, setembro 12, 2019

O FLO - Festival Literário de Ovar, conduzido por Carlos Nuno Granja e organizado pela Câmara Municipal de Ovar, começa hoje. No dia 15 estarei presente num debate com António Mota, moderado por Victor Oliveira Mateus. Vemo-nos lá, 18h00 no Jardim do Cáster.

Walter B. Gibson, o criador de THE SHADOW, faria hoje 122 anos.

Mete mais alto #593

quarta-feira, setembro 11, 2019

“Do yourself a favor, become your own savior.”
- Daniel Johnston
(1961 - 2019)

‪Art Spiegelman‬

segunda-feira, setembro 09, 2019

Copo meio-vazio: o que fazia falta era um Dave Chapelle em cada esquina.
Copo meio-cheio: Dave Chapelle é único e somos seus contemporâneos.
Necessário - imprescindível, urgente - e hilariante.

sábado, setembro 07, 2019

sexta-feira, setembro 06, 2019

Filhos da puta.

Vampirella

Artgerm / Boris Vallejo / Julie Bell
Click nas imagens para aumentá-las.

quinta-feira, setembro 05, 2019

quarta-feira, setembro 04, 2019

quinta-feira, agosto 29, 2019

Mete mais alto #592


King Gizzard & The Lizard Wizard
Nonagon Infinity
2016

Atentai!






















28 Outubro, 20h00 - 22h00
30 Novembro - 17h30 - 21h00
7 Dezembro - 17h30 - 21h00
Mais info aqui.

quarta-feira, agosto 28, 2019

💚

Jack KING Kirby faria hoje 102 anos

‪Pergunto encarecidamente aos idiotas que conheço - só os que conheço, os outros podem abster-se de falar -, e que apoia(va)m o Brexit, o que têm a dizer sobre esta suspensão do parlamento britânico.‬


in Jerusalem, Alan Moore

segunda-feira, agosto 26, 2019

Ora aí está outra série que eu quero ver.























(Foto: Carlos Barria / Reuters)

Aposto que WANDAVISION vai ser nestes moldes: depois de ter perdido o Vision em INFINITY WAR (filme), e de não o ter recuperado em ENDGAME (filme), Wanda - tal como em HOUSE OF M (o comic de Brian Michael Bendis e Olivier Coipel) - entra em delírio e restrutura a realidade, dando origem a um quotidiano familiar onde ela e o Vision vivem juntos e com filhos (à semelhança do comic THE VISION, de Tom King, Gabriel Hernandez Walta e Jordie Bellaire). O nome da série, WANDAVISION, fica assim perfeitamente claro, uma vez que retratará a visão que Wanda tem de um futuro a dois com Vision. Mark my words.

sexta-feira, agosto 23, 2019

Bela surpresa, esta, a de entrar na Fnac Chiado e encontrar A Imortal da Graça em destaque. Obrigado à Sandra Oliveira pela escolha e pelas palavras.

Mete mais alto #591


King Gizzard & The Lizard Wizard
Infest the Rats' Nest
2019

quinta-feira, agosto 22, 2019


Chega hoje às salas de cinema VARIAÇÕES, do João Maia. Não só uma tremenda homenagem à persistência de António Variações, na maneira como o acompanha no ultrapassar dos diversos obstáculos, como à do próprio Maia, que tantos anos e complicações enfrentou até conseguir concretizar esta pérola. Neste biopic, persiste a sua visão, e o resultado é, todo ele, feito de uma intimidade respeitosa e inimitável. Eufórico e inspirador, carrega também uma tristeza profunda, uma alegria sofrida. Como a vida. Como o Fado, do qual Amália Rodrigues, adorada e idolatrada por António, é expoente máximo; não é surpresa a presença quase espectral que a figura tem no filme, sabendo da influência enorme que teve na vida e na carreira de António Variações.
VARIAÇÕES é especial, não só, mas também, porque escolhe mostrar um período específico da vida de António Ribeiro, nunca visto nas televisões nem nos palcos: aquele em que o artista batalha para conseguir atingir os objectivos a que cedo se propôs. Todo o filme gira à volta dessa vontade e dessa resistência, e cria uma ficção inspirada na realidade que mostra o artista quando tem de mostrá-lo mas concentrado-se, sempre, no homem por detrás da imagem que dele se tinha e tem publicamente. Sendo um personagem tão querido do público português - pelo menos, de umas certas gerações -, era certo e sabido que muitos pseudo-savants teriam um sentimento de propriedade muito grande pelo filme, não no sentido de o acarinharem mas de projectarem nele a imagem do que acham que um filme sobre António Variações deveria ser. A lógica (se é que assim se pode chamar) destes críticos de pacotilha sobrepõe-se à capacidade de ver o filme pelo que escolhe ser: uma escolha carregada de sinceridade e virtuosismo na maneira como não se deixa agarrar por fogos de artifício e purpurina e se concentra nas características mais humanas do personagem. Existe, por parte das vozes mais críticas, uma obsessão pelo retratar do cliché 'sexo e drogas' (como, aliás, já havia acontecido no biopic dos Queen) que só não me parece incompreensível porque é certo e sabido que o espírito voyeurístico fomentado nas redes sociais e na chamada reality TV já arrasou, nestas mentes, qualquer tipo de possibilidade de compreensão do que é um biopic. Tantos exemplos há de filmes ditos biográficos que escolhem um segmento e um segmento só da vida do retratado. A escolha de um ponto de vista, de um foco num determinado percurso - tratado com os devidos mecanismos ficcionais - onde as qualidades mais marcantes do retratado são visíveis, é marca de uma abordagem madura. VARIAÇÕES é um exemplo, e um tremendamente bem conseguido, dessa maturidade; é emocionante e generoso. Não compreender o espaço em que se move este biopic revela, de certa forma, uma incapacidade de perceber cinema.
Vénias ao Sérgio Praia pela representação daquele que, estou certo, há de ficar como um dos grandes papéis da sua carreira. O mesmo para o Filipe Duarte - que química tremenda a que tem com Sérgio. Os momentos mais comoventes acontecem exactamente quando os dois partilham o ecrã (ou a tela, como lhe quiserem chamar). Vénias a todo o elenco e toda a equipa, do produtor Fernando Vendrell a todos os músicos que trouxeram a sonoridade dos 80s ao filme (Olá, Vasco); eis a homenagem devida a António. Parabéns a todos, parabéns e obrigado.
VARIAÇÕES é uma celebração que deve ser celebrada.