terça-feira, setembro 27, 2016

domingo, setembro 25, 2016

Mete mais alto #480

COUNT BASIE - LIL' DARLIN'

quinta-feira, setembro 22, 2016

quarta-feira, setembro 21, 2016

Heavy Metal

Ontem vi o Batman & Robin do Joel Schumacher ao som do Blue Train do John Coltrane. O filme não deixou de ser uma palhaçada e o disco continuou genial. Moral da história: azeite e água não coiso.


Coitus interruptus

terça-feira, setembro 20, 2016

O pouco sofisticado vibra com o Alonso que se separou da Gisela na novela. o sofisticadíssimo titila com o divórcio de Jolie e Pitt. O azeite é o mesmo.

Deixei de usar a expressão "em águas de bacalhau". Agora só digo "nos Panama Papers".

O divórcio da Jolie é o novo Bellucci em Lisboa.

500 mil euros, 1 milhão... A malta dos offshores só não se está a rir porque nem dá por esta conversa toda.

segunda-feira, setembro 19, 2016

A curta-metragem GARATUJO está pronta!
Novidades em breve.

sábado, setembro 17, 2016

O texto que escreveu sobre o livro do arquitecto Saraiva é mais uma prova de que os pais do José Lemos Esteves são primos direitos.

quarta-feira, setembro 14, 2016

Muita gente perplexa com o facto de um dirigente da JSD estar na Casa dos Segredos. Qual é a novidade? Os jotinhas estão sempre isolados do que se passa cá fora.

A TRETA VIVE!

Começámos a escrever a Treta em - quê?, 98?, 99?, já nem sei bem - eu, o Eduardo Madeira e o Rui Cardoso Martins; a peça de teatro, a série de televisão, o programa de rádio, o filme, nova peça, com livros e dvd pelo meio. Hoje, o mundo mudou, mas a Treta é a mesma de sempre.
Nada se perde, tudo se transtorna, e eis que o ADN tretico se replica neste FILHO DA TRETA, com um Zezé revigorado depois de mês e meio atarrachado aos lençóis, um Júnior recém-desmontado da bicicleta (bem-vindo, António Machado), e um Toni sempre presente, não fosse ele um poeta da gravilha, um 'Jim Morriser' do asfalto, uma inspiração e referência agarrada ao peito.
Segunda-feira passada foi o ensaio solidário, o público gargalhofou a bom gargalhofar, e hoje dá-se a estreia que marca o início de mais um capítulo desta história que nunca mais acaba, porque a Treta é como as baratas e o Keith Richards.
Obrigado à Sónia Aragão pela dedicada encenação, à Sandra Faria e à Andreia Silva da Força de Produção pela irredutível vontade e carinho. Esta noite, FILHO DA TRETA sobe ao palco do Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, e a saga continua.

segunda-feira, setembro 12, 2016

Vejo muitos rebarbas com o excitex porque a Monica Bellucci comprou casa em Lisboa; mesmo assim, são menos que sportinguistas aos saltinhos porque o Cantona gosta do Sporting.

A Favola do Garatujo

A Favola da Medusa: terminámos, na segunda e terça-feira passadas, as gravações da banda sonora da curta-metragem de animação Garatujo, escrita por mim e realizada pelo Pedro Brito. 40 graus, ou mais, sem ar condicionado, a desafiar os limites de todos durante dois dias intensos. Não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado final.
Da esquerda para a direita: Miguel Martins, eu, Mário Rua, Pedro Brito e Ana Isabel Dias.

A estreia é na próxima quarta-feira; hoje é o ensaio solidário, cuja receita reverte para a Terra dos Sonhos, para o qual não vos posso dizer "vinde" porque já está esgotado. É correr para garantir uma das próximas datas.
 

domingo, setembro 11, 2016

Parabéns, Nuno Lopes, mais do que merecido!

A ideia de que a arte se faz com o coração é redutora. A arte que mais me toca é feita com a tripa, com maus fígados.


A gaiola da Berta estava escancarada e a granada foi aproveitar os últimos cartuchos de Verão.
#AquiTãoLonge

sábado, setembro 10, 2016

O networking também serve para erguer uma pilha de poias fumegantes e ter gente a apregoá-la como obra-prima da arquitectura. O efeito palmadinhas-nas-costas. Mas quanto mais a pilha de poias fumega, mais o palmadismo-nas-costas é visível e risível. Esta foi uma semana pródiga nessa merda. E eu já não tenho cu. Atenção que isto são tudo termos técnicos.
 

terça-feira, agosto 30, 2016

Sim, Miguel, em Agosto descurei muito o blog, só alimentei os antros do FB, do Twitter e do Instagram. Uma lástima.

Ajudar os bombeiros incendiando o palco. A Ana Bola diz que faz e faz, não é só fumaça.

Os meus amigos publicitários discordarão (pelo menos, os clientes deles discordarão de certeza), mas este é o tipo de publicidade de que gosto - aquela em que acaba o anúncio e não estou nem aí para qual é o produto publicitado. Spike Jonze + Ryan Heffington + Margaret Qualley + Sam Spiegel & Ape Drums 

sábado, agosto 06, 2016

Que os EUA tenham ganho medalha de ouro na modalidade de tiro é uma surpresa tão grande quanto ter a equipa dos refugiados no pódio da canoagem.

#Rio2016

sexta-feira, agosto 05, 2016

Ideia para filme: atleta sofre mutação genética depois de se banhar nas 'águas olímpicas' do Rio e torna-se um super-herói. Luta com o Temer. Perde. Fim.

A propósito das recentes declarações de Clint Eastwood, lembrei-me deste bit do brilhante Bill Burr no seu "I'm Sorry You Feel That Way", de 2014.

Se todos os indivíduos que insistem na graçola do "a minha vizinha da frente é toda boa, será que vou ter de pagar mais IMI?" vissem os seus impostos agravados, acabava-se a crise mundial, a fome no mundo, e o cabelo do Trump passava a ser Dusty Fleming.

O inventor do corrector ortográfico devia ir era para a porta que o ganiu.

Joey Ramone não morreu, vive no meu bairro, e é uma mulher.

Estranhei a viagem paga pela Galp ao secretário de Estado, olhando para Rocha Andrade pensava que o que lhe costumavam oferecer era presuntos.

quinta-feira, agosto 04, 2016

Vi há pouco o Suicide Squad


Nenhum texto que se escreva sobre Suicide Squad pode começar de outra maneira que não seja: Margot Robbie, faz-me um filho.

Tendo isto resolvido - queria tanto ter adorado este filme. Mas não aconteceu. E o providencial "O problema não és tu, sou eu", aqui não se aplica. O problema é mesmo do filme. Vamos a isto? Sem spoilers? Ok, vamos a isto sem spoilers. Mas atenção que, se querem ir completamente virgens para a sessão, então arredem-se de ler isto; não tem spoilers, mas não deixa de ser a minha visão.

Suicide Squad é o desastre que muitos apregoam? Não. Entretém? A primeira metade (que, atenção, também tem problemas à farta). O espectador envolve-se? Meh.

É a prova de que o problema nas adaptações da DC ao cinema não tem a ver com o tom sombrio (como se mais provas fossem precisas depois do inenarrável Green Lantern). Tem momentos de galhofa, mas é galhofa daquela de fazer um ligeiro esgar num dos cantos da boca; raras são as vezes em que deixamos escapar genuína gargalhada. O problema aqui, acima de tudo, é o argumento. Desgarrado, com problemas de estrutura e dinâmica incompreensíveis; previsível e, quando não é, é pelos piores motivos (já lá vou). A edição não ajuda: tendo em conta o que vimos nos trailers - qualquer um deles muito superior ao filme -, é de ficar boquiaberto com algumas das escolhas feitas na montagem. Já para não falar de que alguns dos momentos altos dos trailers nem sequer chegaram ao corte final (talvez que fiquem reservados para o blu-ray, mas essa é moda que não papo).

O elenco é bom, entrosado - pena que tenham pouca oportunidade de interagirem, que pouco lhes seja dado para fazer. Joss Whedon teria feito maravilhas com estes personagens, interpretados por este elenco (vamos esquecer que Whedon fez o Age of Ultron, ok? Pronto). Will Smith domina, como seria de esperar, e sem esforço aparente. É daqueles actores que, quase sempre, sobrepõe a sua personalidade ao personagem e ninguém lhe consegue levar a mal; antes pelo contrário. Margot Robbie domina, e mal posso esperar para ver o filme a solo que lhe está reservado. Viola Davis - num dialecto extraterrestre qualquer, Viola Davis significa "Aquela Que Parte a Louça Toda" e é exactamente isso que ela faz em qualquer papel que interprete. Aqui não é excepção: Viola Davis é Amanda Waller, uma transposição perfeita dos comics para o cinema (felizmente que o guião lhe dá o suficiente para brilhar). A surpresa: Jai Courtney. Pena é que o personagem que interpreta, Captain Boomerang, não tenha qualquer tipo de evolução durante a história. Desperdício.

E, por falar em desperdício: há personagens que pelamordedeus. Uns não estão lá a fazer nada, outros fazem coisas que não faz sentido que façam porque não há motivação nenhuma, nada que os tenha levado àquele momento. Verdadeiros Deus Ex Machina - acontece porque dava jeito. É coisa para fazer rasgar um pedaço da cadeira do cinema com as unhas, quando nos agarramos e torcemos no assento; reviravoltas completas dos personagens que acontecem sem construção, caídas do ar.

Cara Delevingne. Não me façam falar da Cara Delevingne. O que é aquilo? Quem é que a deixou fazer aquilo? Quem é que a pôs a fazer aquilo e disse "boa"? Não, Cara, assim não brinco. És fofa e tal mas pôrra, Cara.

Jared Leto tem uma abordagem interessante ao Joker. E não consigo dizer mais do que "interessante" porque neste filme ele está longe de ter uma posição de destaque. Funciona como love interest da Harley Quinn e não vejo problema nenhum nisso. Havemos de ter mais Joker Leto em filmes futuros. E o que o Jared fez aqui já bastou para me deixar com vontade de ver mais. Tirando aquela coisa dos 30 Seconds to Blargh, o Jared dá sempre grandes alegrias ao peeps.

Depois, há uma coisa em específico que acontece, e da qual eu não posso falar porque prometi que não ia spoilar nada, mas é uma cena que é tão, mas tão, mas tão avessa a tudo o que o personagem (não vou dizer qual) representa que, das duas uma: ou David Ayer não tem a mínima noção do personagem com que está a lidar (o que me parece impossível), ou achou que era extremamente subversivo pô-lo nesta posição. Se era essa a intenção, para mim não resultou. Aliás, a partir daí não consegui deixar de continuar a assistir ao resto do filme com um sentimento de desconfiança.

O antagonista? Vou dedicar tanto tempo a escrever sobre o antagonista quanto o argumento se dedicou a desenvolvê-lo.
Pronto, já está.

A sensação que fica: a experiência de fazer este filme foi do caraças, todos os envolvidos se relacionaram e criaram laços, sim senhores, e por isso é que parecem tão entrosados nos press junkets; mas isso não passa no ecrã, não está no filme, a história não permite a cumplicidade entre os personagens, a cumplicidade de que o filme depende. Não há construção. A própria banda sonora sofre com isso. Tanto hit a musicar o quê? A fórmula do Guardians of the Galaxy (que só é nova em filmes de super-heróis) funcionou porque estava a servir uma história, personagens bem escritos, bem desenvolvidos. Quando está ao serviço de uma coisa tão mal estruturada como este Suicide Squad, cai no vazio.

Enfim, que pena.

Se acho que devem ir ver o filme? Sim, deve ser visto, e deve ser visto em Imax. Não ver em Imax um filme pensado para ser visto em Imax é como ver um filme num smartphone. Disse.
Agora, o que fazem melhor é: logo a seguir a verem este Suicide Squad, assistam à longa-metragem de animação Batman: Assault on Arkham. É praticamente com os mesmos personagens (salvo algumas diferenças) e só não dá cinco a zero a este Suicide Squad porque este tem Margot Robbie. E eu, não sei se já vos disse, mas quero que a Margot Robbie me faça um filho. E tem de ser já, porque depois são nove meses de concepção e em Junho de 2017 já tenho apalavrado com a Gal Gadot engravidar dela quando sair o Wonder Woman.

quarta-feira, agosto 03, 2016

Tendo em conta o nome do Andanças, não estranho que o peeps que foi de carro tenha agora de andar a pé.

Vou ali babar-me e já venho.

Vergonha. ‪#‎chicosespertosgonnachicoespertar‬

A kabonguização das redes sociais

El Kabong, alter ego do Quick Draw McGraw, aka Pepe Legal, usa a viola de uma maneira pouco ortodoxa. Dó-Ré-Mi e todas as notas seguintes e intermédias passam a resumir-se a um kabong! sonante, com evidentes mazelas para o receptor da melodia que, normalmente, a recebe em cheio no toutiço. O que aqui temos é um caso evidente de algo que passa a ser usado de maneira diferente daquela para que foi originalmente concebido. O mesmo se passa com as redes sociais. Sendo que as frequento há mais de dez anos, tenho tido oportunidade de verificar o quanto têm mudado, em virtude não só das novas políticas de utilização por parte do fornecedores das diferentes plataformas, mas, acima de tudo, pelo uso que lhes vai sendo dado. Acontece que não tenho a certeza de querer usá-las em modo-kabong!; e até se podia dizer "mas cada um usa como quer: uns dedilham acordes, outros kabongam e assim é que é bonito", e sim senhores, muito bem - o problema é que usamos todos a mesma viola, e se os Pepes Legais da vida (que, é preciso dizê-lo, não são tão Legais quanto o Pepe), insistem em kabongar, vão acabar por dar cabo da viola e a malta deixa de poder sacar-lhe um Dó que seja. E isso é... qual é a palavra? Ah, sim: é uma merda.

Eu sou do tempo em que a desinformação ocorria fora das redes sociais.

terça-feira, agosto 02, 2016

Mete mais alto #478

Juhani Aaltonen / Reggie Workman / Edward Vesala - Prana - live at Groovy (1982)

Há passagens do "Há sempre tempo para mais nada" que não me largam, a actualidade tem conspirado em prol desta permanência.

“President has almost 100% control over launch of nuclear weapons in any circumstance/any condition he so chooses”

Buenos dias.

quinta-feira, julho 28, 2016

Lâmina: 666.ª feira, 13 de Março de 2015 no Musicbox Lisboa.

Confessem lá: não estavam nada à espera desta, pois não?

Nódoa:

Brevemente, excertos da nossa actuação no Jardim de Verão da Fundação Calouste Gulbenkian.

Escrever 10000000000 vezes na ardósia - o que sentes é o que sentes, não é um facto.

Mete mais alto #477

THE DOORS - STRANGE DAYS

♥♥♥

terça-feira, julho 26, 2016

Isto está a acontecer.