4th of July
Jimi Hendrix
"The Star-Spangled Banner"
Live @ Woodstock 1969
Jimi Hendrix
"The Star-Spangled Banner"
Live @ Woodstock 1969
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Filipe
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3:31 PM
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Manuel Pinho era um pobre minotauro preso no grande labirinto que é este governo.
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Filipe
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8:44 PM
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Filipe
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7:19 PM
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Tópico: Blog, Fotografia
redobrada vénia a todos vocês que, estando presentes, tornaram possível a noite de caos e alegria que passámos juntos ontem. Pelo menos para nós foi, sem dúvida, inesquecível. Sois de uma fofalhuchufuchidão avassaladora. Obrigado.
(E obrigado também a quem colocou no You Tube grande parte do concerto de ontem; os videos estão reunidos nesta playlist)
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Filipe
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6:18 PM
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Tópico: Cebola Mol, Fim dos Cebola Mol, Música, Video, Web
Messer Chups
"Go Satan Go"
Vamp Babes Upgrade
2004
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Filipe
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4:44 PM
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"Não é fácil ser verde".
Gostava de ouvir isto cantado pelo Hulk.
Ou pelo Paulo Bento.
E por José Sócrates, em versão "Não é fácil ser humilde".
A propósito: verde é a cor escolhida no Twitter para marcar o repúdio pelo que se está a passar no Irão. Pintem o vosso avatar de verde, se acharem que faz alguma diferença. Mal não faz.
Um irrefutável alinhamento constelaico-sideral me fez colocar as actuações dos Devo no post anterior ao mesmo tempo que notícias de um novo álbum da devolution band chegavam ao outro lado da crosta terráquea. De Sydney, deu-me a novidade o João Paulo, nos comentários do post anterior: os Devo vão aliar-se a James Murphy (corpo e alma dos LCD Soundsystem, co-fundador da DFA Records) para lançar no próximo ano um novo longa-duração, o primeiro desde Smooth Noodle Maps, em 1990.
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Filipe
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1:22 PM
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Tópico: Blog, CD, Cebola Mol, Fim dos Cebola Mol, Música, Projectos
Uma das maiores bandas de todos os universos paralelos, de todas as realidades alternativas; multidimensional e transdemencial.
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Filipe
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1:26 AM
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Nós temos cinco sentidos:
são dois pares e meio de asas.
- Como quereis o equilíbrio?
DAVID MOURÃO-FERREIRA
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Filipe
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1:58 AM
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Tópico: Blog
Hawkwind
"Silver Machine" live
1972
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Filipe
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7:55 PM
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E eu que pensava estar a fazer o bem.
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Filipe
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8:26 PM
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Tópico: Blog
Beastie Boys
"Sabotage"
Ill Communication
1994
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Filipe
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1:59 PM
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Make The Girl Dance - "Baby Baby Baby" (2009)
Agora imaginem que à MFL lhe dava para festejar a vitória nestes preparos.
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Filipe
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3:28 PM
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1) A euforia social-democrata por estes resultados faz quase tanto sentido quanto a euforia da selecção por ter derrotado a Albânia.
2) Se a contagem dos votos tivesse sido feita por um Magalhães, aposto que tinha ganho o PS. Mesmo aparecendo escrito Partido Çossialista.
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Filipe
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3:24 PM
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Tópico: Blog
(Apanhado de alguns tweets com que fui acompanhando os resultados. A análise em tempo real, em 140 caracteres ou menos. Moderno.)
Hoje o PS levou mais bordoada do que Vital Moreira no 1.º de Maio.
Do Fórum Lisboa mandam dizer que se acabaram as mortalhas.
Mário Lino a sair do Hotel Altis e a descer a rua sozinho. Maioria absoluta? Jamais.
Calhe o embalo do PSD durar até às autárquicas, teremos a estrear em Lisboa "O Regresso do Menino Guerreiro".
Nuno Melo: "Paulo, esta vitória que aqui está é sua". Atenção, Nuno Melo, isto não são os Globos de Ouro.
Alguém tem o contacto dos responsáveis pela desmontagem relâmpago do estaminé socialista no Altis? Tenho aqui estantes para desmontar.
Mário Lino é como aquelas histórias que às vezes se ouve, "disse que ia comprar tabaco e nunca mais ninguém o viu".
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Filipe
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11:20 PM
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Tópico: Blog
É o fim dos Cebola Mol...
E precisamos de saber quem são os culpados!
Acusa-te sem medos e diz-nos porque o fizeste!
Lê o regulamento e envia para a UAU um video com 1 minuto e 25 Mb no máximo. Os melhores três videos ganham o novo álbum + Meet & Greet e bilhetes duplos para o concerto de lançamento no próximo dia 30.
A semana que vem traz feriados, eleições - tudo oportunidades para ir para a praia, assim o sol o permita. E, durante o relax, aproveitem e gravem o vosso video. Se chover, gravem em casa, ou na rua mas à chuva. É como quiserdes, o chão é o limite.
Toda a informação e regulamento aqui.
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Filipe
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4:48 PM
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Tópico: CD, Cebola Mol, Fim dos Cebola Mol, Música, Passatempos, Projectos

Só não o boto aqui porque o embedding foi disabled by request, mas fica o link.
Reparem aos 2m15s. A classe.
Rod Stewart em 1976, "Tonight's the Night".
Belo tema. Belo penteado.
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Filipe
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4:08 PM
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Sim, é verdade.
Estamos de volta.
Novo disco.
Concerto de lançamento dia 30 de Junho
Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa
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Filipe
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9:08 PM
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Tópico: CD, Cebola Mol, Fim dos Cebola Mol, Música, Projectos
"Time for you to leave."
R.I.P.
David Carradine
1936-2009
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Filipe
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6:46 PM
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Ainda na senda de posts levados pelo acto ignóbil dos trolls da Textamerica, eis os que me faltavam voltar a publicar acerca da edição do Fringe em 2006. Dois deles não consegui resgatar (os primeiros dois relativos à Underbelly) mas ficam as fotos. A de cima e esta aqui em baixo são dessa venue, fantástica, que, segundo sei, era, há muito, um banco, e todas aquelas catacumbas e recantos servem hoje como salas de espectáculo ou zonas de chill out.
Antes de se atirarem então aos re-posts que vos deixo aqui em baixo, talvez queiram ler ou reler os anteriores, aqui, aqui e aqui. Para saberem mais sobre a edição de 2007, vejam este video dos Alcómicos Anónimos, e, acerca da edição do ano passado, onde também estive com o Rui Sinel de Cordes, leiam aqui este texto dele. Informações acerca do festival este ano podem ser encontradas no site oficial.
Posto isto, seguem então os posts que consegui recuperar do meu velho e afundado blog no Textamérdica.
E quem sabe, um dia, chego mesmo a colocar online o videocast há muito anunciado acerca desta edição do Fringe? De que é que eu estou à espera? Porque é que ainda não o fiz? É um mistério tão grande para mim como para vocês, mas palpita-me que terá a ver com o facto de ainda não ter editado as horas de material em bruto que captei por lá, e com falta de tempo para lidar com tão ominosa tarefa. Mas um dia... *olhar sonhador para o céu* um dia...
Underbelly (3)
(publicado originalmente em Agosto de 2006)
Aspecto de uma das salas da Underbelly, a Belly Dancer, minutos antes do início de JESUS: THE GUANTANAMO YEARS. Seria também nesta sala que, no sábado seguinte, assistiria a SPANK!
SPANK! - You Love It!
(foto publicada originalmente à 1h43 de 20/8/06, texto às 21:42 de 28/8/06)
SPANK! é mais que um espectáculo - é uma rebaldaria que acontece na Belly Dancer, uma das salas da Smirnoff Underbelly, da meia-noite às três e tal da manhã. Pelo palco do SPANK! dois mestres-de-cerimónia apresentam todas as noites vários comediantes que ali vão promover os espectáculos que trouxeram ao Fringe, enquanto o público, implacável, divide o tempo entre o bar e as constantes provocações a quem está no palco. Sobreviver ao SPANK! não é pêra doce para um comediante. Na noite em que lá estive foi lançado o desafio da praxe: algum dos presentes que, apesar de não estar no Fringe, quisesse promover o seu espectáculo de comédia, poderia fazê-lo desde que se despisse em palco. Não foi uma visão agradável, a de um escocês em pelota, mas logo o público feminino tratou de fazê-lo desaparecer dali, com gritos de "Por amor de deus, veste-te!".
Um dos melhores 'stand-upistas' que por lá passaram foi TOM STADE (que tinha no Fringe o seu espectáculo TOM STADE: AND RELAX), com quem tive oportunidade de falar no fim do espectáculo (tipo porreiro, e uma esponja); e, pela bizarria do número, os nova-iorquinos HAPPY HOUR, com um humor físico simples mas eficaz.
O melhor da noite foi o senhor da fotografia, um neo-zelandês cujo nome não apanhei, mas ainda hei-de descobrir como se chama. O texto não tinha ponta de ligação com a actualidade: todo o material deste tipo era absurdo, fantástico, variando entre o sci-fi e um imaginário infantil. Muito do seu número baseava-se em humor físico, e de certeza que engoliu um sintetizador quando era pequeno - os efeitos sonoros que lhe saíam pela boca não podiam ter origem em nenhum organismo humano. Avassalador. E só não saíu do palco de forma gloriosa porque o público estava bêbedo demais para carregá-lo nos braços.
Olari-o' de Edinburgo
(publicado originalmente às 19:32 21/8/06)
Ora entao saudacoes daqui de Edimburgo. O post vai ter de seguir assim mesmo, sem acentos, que estes teclados brit tem as teclas todas trocadas. Estou a escrever-vos do Southern Cross, um simpatico web-cafe perto da Royal Mile, onde decorre a maior parte da accao. Tenho visto espectaculos do catano, mas hoje tive a triste experiencia de ver algo inenarravel, de uma companhia japonesa, chamada The Crime of Miss Debuko Qualquer-Coisa. Todas as (poucas) pessoas presentes na sala se entreolhavam, ninguem queria acreditar que aquilo estava a acontecer. Para esquecer, so que infelizmente tenho a sensacao de que as memorias daquele triste espectaculo me irao perseguir durante pelo menos alguns dias. Mas foi um pequeno preco a pagar pelos belos shows de stand-up, sketch-comedy, e teatro que tenho visto. Destaque para o tipo mais politicamente incorrecto que ja vi na minha vida, o australiano JIM JEFFRIES, que antes de se dedicar a comedia tomava conta de deficientes. E punha-os a fazer corridas numa sala fechada, onde eles mudavam de direccao de cada vez que iam contra os moveis. Depois conto-vos com mais pormenor. Excelentes tambem foram os PLASTIC COWBOYS, que o jornal oficial do Fringe, o The Scotsman, diz serem the next big thing. E eu tambem aposto nisso. Bom, e por agora e tudo, que tenho um espectaculo a minha espera.
Ah, so mais uma coisa - se quiserem deixar comentarios nao o facam aqui no Textamerica. Uma das razoes que me fizeram mudar para o Blogger foi exactamente a dificuldade que toda a gente tinha de deixar aqui as suas notas. Facam-no no Blogger, ou, se preferirem, enviem-me mails, que eu de vez em quando vou checka-los.
Entao abracos a quem e de abraco e beijedo a quem e de beijedo.
Rocket venues
(foto publicada originalmente às 19h46 de 22/8/06, texto às 21:10 de 28/8/06)
O único espectáculo que vi nas Rocket venues (Roxy Art House) foi ABIGAIL'S PARTY, pela HelKats Theatre Productions. A sala era mínima - não sei se conseguem perceber pela foto, mas o público estava praticamente em cima dos actores, todos muito novos e inexperientes, frescos demais para representar os personagens gastos e perversos deste óptimo texto da autoria de Mike Leigh. Mas como nunca tinha assistido à peça, não foi tempo completamente perdido, até porque, diga-se em abono da verdade, estavam ali alguns actores com bastante potencial, destaque para a jovem que interpretava Angela, e que cativou a audiência assim que entrou em cena.
E agora para algo completamente diferente: RON MUECK.
(texto publicado originalmente às 21:54 de 28/8/06)
O Fringe praticamente engole a cidade, mas a verdade é que nem só de Fringe vive Edimburgo em Agosto. A oferta é mais que muita, e é inevitável que muito nos passe ao lado. Embora em Portugal, foi a minha irmã que me avisou de que no Royal Scottish Academy Building (onde na noite anterior tinha dado de caras com SEAN CONNERY - saibam de tudo no SALVO ERRO VIDEOPODCAST, brevemente) estavam expostos trabalhos de Ron Mueck, australiano que refinou na Jim Henson's Creature Shop a sua arte de moldar a fibra de vidro e a resina. Fui assim ver de perto estátuas tão reais que passariam por seres vivos, não fossem os seus tamanhos diminutos ou gigantescos. A primeira exibição pública do trabalho de Ron Muek aconteceu em 1996, pela mão de Paula Rego, que incluíu um trabalho de Mueck, Pinocchio, na sua exposição de pintura Spellbound: Art and Film, na Hayward Gallery em Londres. Dos trabalhos expostos em Edimburgo este ano, os mais impressionantes serão talvez A Girl, de 2006 e In Bed, de 2005, pela dimensão e pelo detalhe. Até dia 1 de Outubro.
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4:35 PM
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Tópico: Blog, Escultura, Sketch Comedy, Stand-up Comedy, Teatro
Este é um dos casos de "estava mesmo a pedi-las". Enquanto outros talk show hosts usam o Twitter no seu dia-a-dia, como é o caso de Jimmy Fallon, que substituíu Conan O'Brien no Late Night, el gran Conando pega na aplicação mais badalada do momento para passar em revista os tweets das muitas celebridades que tweetam pelos entrefegos da web. Tudo falso, claro; não há registo dos tweets mencionados terem sido mesmo escritos. Um dispositivo que permite parodiar as personalidades referidas e a aplicação em si. Mais cedo ou mais tarde alguém tinha de fazê-lo, mas a verdade é que foram Conan e a sua equipa os primeiros a lembrarem-se. Uma rubrica que pode muito bem vir a ser recorrente no Tonight Show.
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Filipe
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3:38 PM
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Conan O'Brien estava habituado a receber Hollywood de visita. Agora mudou-se para lá. Chegou esta segunda-feira a L.A., que é o mesmo que dizer que começou a apresentar o Tonight Show. Para quem, como eu, coloca Conando nos píncaros como sendo o melhor talk show host de todos os tempos, é uma alegria piparótica poder voltar a vê-lo fazer aquilo que faz melhor. O grande desafio, mastigado durante os meses em compasso de espera para tomar o leme das mãos de Jay Leno, de conseguir cativar o público do prime time com o seu - e da sua equipa de escrita - humor desconcertante até agora reservado para o late night, parece mais que ganho (e havia dúvidas?): audiências galácticas de mãos dadas com grandes momentos de comédia, como aconteceu logo na abertura do 1.º programa.
No site do Tonight Show with Conan O'Brien (até dá gosto escrever o título) é possível assistir à entrevista ao primeiro convidado, honra dada a Will Ferrell, e à actuação da banda que estreou o novo set, os Pearl Jam. A entrada espampanante de Ferrell - já para não falar do coast-to-coast de Conan no arranque - é um exemplo do que o futuro reserva, agora que a equipa que nos trouxe pérolas aqua-eróticas como o Horny Manatee tem disponível um orçamento ligeiramentezito mais elevadeco do que quando estava no Late Night.
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Filipe
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3:05 AM
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Tópico: TV
Os visitantes mais antigos aqui do meu blog lembrar-se-ão certamente de todas as maldições que dirigi à gente do Textamerica quando me dei conta de que tinham apagado o blog que lá tinha antes de me mudar aqui para o blogspot, logo no início de 2006. Fiquei na altura de re-postar fotos e notas acerca da série Bocage que escrevi com o Mário Botequilha, e desde então já o fiz, mas faltavam ainda alguns posts.
Ora acontece que, este fim-de-semana, estive a organizar e limpar catrefadabytes dos discos e dei de caras com as notas e fotos que consegui resgatar via Wayback Machine e que ainda não tinha voltado a publicar. Ei-las agora aqui, na íntegra, acompanhadas também de links directos para todas os posts acerca da série, organizadas por ordem cronológica. Das notas inciais e fotos tiradas durante as gravações, passando pela edição em dvd, até às nomeações no Festival de Televisão de Monte Carlo e à presença no Festival de Ficção Televisiva de La Rochelle, encontram tudo aqui.
> Baseado em factos reais
> Fotos 1 a 6
> Lunardi / Fotos 7 a 16 / Apresentação da série (videos)
> Making of
> Estreia
> Horários (1)
> Episódio 2 - Por Manteigui
> Episódio 3 - A Guerra dos Vates
> Horários (2)
> Episódios 3 e 4: as cenas cortadas
> Episódio 5 - O Almocreve das Petas
> 3 nomeações no Festival de TV de Monte Carlo
> Bocage compete com Donas de Casa Desesperadas e Extras
> Bocage leva tau-tau das Donas de Casa Desesperadas
> Edição em DVD
> Trailer
> Festival de Ficção Televisiva de La Rochelle (1)
> Festival de Ficção Televisiva de La Rochelle (2)
> Repetições
Aproveito também para deixar os links para alguns videos da altura:
Miguel Guilherme a falar sobre a Bocage; eu próprio a falar durante a apresentação da série, no Café A Brasileira; o Fernando Vendrell também durante a apresentação; e Miguel Guilherme a dizer um dos nossos poemas preferidos da autoria de Bocage: "A Frouxidão no Amor".
Posto isto, cá vão então os reposts:
Lunardi
(publicado originalmente às 18:55 de 15 de Setembro 2005)
Faltam cinco minutos para a recriação do histórico voo de balão de Lunardi. Tenho pena de não estar presente, mas não pude mesmo ir. A iniciativa é da Câmara Municipal de Setúbal e decorre no âmbito das comemorações do Dia de Bocage e da Cidade. O “balão de Lunardi” sobrevoará a Praça de Bocage em diversos voos, actividade aberta à população.
A ascensão de 1794 deu-se a partir do Terreiro do Paço, em Lisboa. A pintura que ilustra este post é de Julius Caesar Ibbetson, pintor inglês, e data de 1785. Refere-se a outra ascensão de Lunardi, esta aos céus da Grã-Bretanha, a 15 de Setembro de 1784, façanha que lhe valeu o posto de capitão dos exércitos de sua majestade, com direito ao uso da farda.
Vai haver outra recriação do voo de Lunardi para as gravações do episódio 4 do “Bocage”, onde o vate sadino se cruza com o aeronauta italiano. Quando discutimos com o Fernando Vendrell a viabilidade de recriar esta ascensão para a série, surgiu a questão do balão a utilizar. A nossa sugestão foi o balão da Remax. O Fernando passou para outro tópico.
Bocage - fotos (07)
(publicado originalmente às 16:18 de 7 de Outubro 2005)
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Últimos instantes antes do Fernando Vendrell dizer "Acção"; Bocage está prestes a arrebatar a audiência («...Toldam-se os ares / Murcham-se as flores; Morrei, Amores, Que Inês morreu») e a conquistar o seu nome arcáde, Elmano Sadino.
Bocage - fotos (08)
(publicado originalmente às 16:30 de 7 de Outubro 2005)
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Entre um take e outro, o Fernando Vendrell levanta-se da frente dos monitores e corre até ao plateau para dar indicações aos actores.
Bocage - fotos (09)
(publicado originalmente às 16:39 de 7 de Outubro 2005)
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Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno:
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura,
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno;
Devoto incensador de mil deidades,
(Digo, de moças mil) num só momento,
Inimigo de hipócritas e frades:
Eis Bocage, em quem luz algum talento:
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou cagando ao vento.
- Bocage
Bocage - fotos (10)
(publicado originalmente às 18:20 de 13 de Novembro 2005)
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Eu e o Mário Botequilha, ontem à noite, a meio caminho de nos tornarmos dois meliantes. A mim calhou-me o look mais piratesco, ao Mário aquela invejável falha na dentição. É que o Fernando Vendrell convidou-nos a fazer uns pequenos papéis no segundo episódio de «Bocage». Acho que qualquer autor tem o desejo mais ou menos secreto de aparecer, por um frame que seja, na série ou filme que escreveu, por isso não pensámos duas vezes antes de aceitar. Os nomes das nossas personagens são Ladrão 1 e Ladrão 2, nomes muito comuns na Lisboa do séc. XVIII. Quando criámos a cena em que estes dois fora-da-lei fogem com Bocage para o interior de um paiol que acaba por ser incendiado, nunca pensámos que iríamos ser nós a acompanhar o Miguel Guilherme nesta sequência de grande acção. Até me ia magoando. Mas também eu magoo-me a mudar uma cadeira de sítio.
Bocage - fotos (11)
(publicado originalmente às 23:43 de 13 de Novembro 2005)
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O chapéu: mais um passo dado pelas fantásticas equipas de caracterização e guarda-roupa da David & Golias no processo de me transformar num pilha-galinhas arruaceiro de há duzentos e tal anos atrás; mais uma camada, depois da peruca e do lenço, entre a atmosfera e o meu couro cabeludo. A comichão que isto dá é indescritível, daí a minha expressão franzida. Mal sabia eu que não ia poder coçar a cabeça nas próximas dez horas*. O pior estava, no entanto, para vir. Depois da coça monumental que eu e o Mário demos ao Bocage, barricámo-nos num paiol, ficámos encurralados pelo fogo, sufocámos com o fumo e, moribundos, fomos arrastados até ao exterior pela guarda. O resultado prático da gravação destas cenas de acção é que hoje tenho dores um pouco por todo o corpo. E a expressão bastante mais franzida do que nesta foto.
* Na verdade pude tirar a peruca durante a hora do jantar, mas omitindo esse facto tudo fica mais dramático.
Bocage - fotos (12)
(publicado originalmente às 21:45 de 20 de Novembro 2005)
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O guarda fardado na fotografia é o tenente José David, aliás o actor Bruno Bravo, que já tinha trabalhado com o Mário Botequilha há uns anos atrás numa peça de Samuel Beckett, «Cowboy Mouth». José David surgiu a partir de uma necessidade muito específica: o Intendente Pina Manique, enquanto personagem da nossa série, precisava de um contraponto, uma espécie de braço direito com quem o poderíamos pôr a dialogar acerca dos seus propósitos, planos e dúvidas; alguém que, através de um conflito mais directo do que aquele que o Intendente tem com Bocage, tornasse mais clara a evolução de Pina Manique ao longo da série. Foi então que decidimos dar mais ‘espessura’ a um guarda que, de outra forma, poderia ser interpretado por um figurante – José David passou a ter um papel decisivo na história de Bocage tal como a tentámos contar, através de uma relação de infância com o poeta, relação essa que não está documentada em nenhum compêndio de História, mas que imaginámos em função da narrativa da série (mais um caso de realidade Histórica vs. necessidade dramática, como já falei aqui. O conflito interior de José David que, se por um lado tem de obedecer às ordens de Pina Manique, mesmo as mais duras e implacáveis, também não consegue evitar ‘pisar o risco’ para, da forma mais discreta possível, ajudar o seu amigo de infância a sair dos inúmeros problemas em que se vê envolvido, dava a este personagem um potencial que não podíamos deixar de explorar. Uma narrativa evolui a partir de um conflito, e se um personagem apresenta à partida (por definição, neste caso) uma dualidade como a do tenente (mais tarde capitão) José David, há uma série de possibilidades que se abrem no seu desenvolvimento. Interessou-nos (e porque não nos podíamos nunca esquecer da sua função principal de servir como contraponto directo a Pina Manique) que a sua evolução fosse no sentido oposto à do Intendente. De futuro, procurarei falar mais deste personagem e do seu papel ao longo da série.
Bocage - fotos (13)
(publicado originalmente às 18:53 de 11 de Dezembro 2005)
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A melhor fonte de informação acerca das relações que Bocage teve com as suas diversas mulheres – e digo mulheres não no sentido de esposas, porque essas Bocage nunca as teve – é a sua poesia lírica, como aliás já tinha referido aqui. Este soneto
Não lamentes, oh Nise, o teu estado;
Puta tem sido muita gente boa;
Putíssimas fidalgas tem Lisboa,
Milhões de vezes putas têm reinado:
Dido foi puta, e puta d’um soldado;
Cleópatra por puta alcança a c’roa;
Tu, Lucrécia, com toda a tua proa,
O teu cono não passa por honrado:
Essa da Rússia, Imperatriz famosa
Que ainda há pouco morreu (diz a Gazeta)
Entre mil porras expirou, vaidosa:
Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiques pois, oh Nise, duvidosa
Que isto de virgo e honra é tudo peta.*
serviu-nos de base para construirmos a personagem de Nise, interpretada por Carla Bolito (na foto, ao lado de Carlos António, que faz o papel de Pirré, o ‘mosca’ – bufo – de Pina Manique). Partimos do princípio que a Nise a que Bocage se refere neste poema representa todas as putas que conheceu durante a sua vida, e, da mesma maneira que o poeta as juntou a todas para imaginar Nise, também nós o fizemos.
À medida que íamos criando a estrutura de cada um dos oito episódios que constituem esta série, fomos observando que, ao contrário das outras mulheres com quem Bocage se cruzou ao longo da vida (Manteigui, Gertrudes, Maria Margarida, para mencionar só algumas), Nise estava sempre presente, de uma maneira ou de outra. Para todos os efeitos, considerámos Nise como sendo a mulher da vida de Bocage. Isto porque, para um homem que nunca foi de uma só mulher, nada mais indicado que a mulher da sua vida fosse uma que não foi apenas uma, mas muitas.
*Este soneto inspirou várias paródias, entre as quais esta, da autoria de José Anselmo Correa Henriques:
Não lamentes, Alcino, o teu estado,
Corno tem sido muita gente boa;
Corníssimos fidalgos tem Lisboa,
Milhões de vezes cornos têm reinado:
Siqueu foi corno, e corno de um soldado;
Marco António por corno perdeu a c’roa;
Anfitrião com toda a sua proa,
Na Fábula não passa por honrado;
Um rei Fernando foi cabrão famoso
(Segundo a antiga letra da Gazeta)
E entre mil cornos expirou, vaidoso;
Tudo no mundo é sujeito à greta:
Não fiques mais, Alcino, duvidoso
Que isto de ser corno é tudo peta.
Bocage - fotos (14)
(publicado originalmente às 18:59 de 11 de Dezembro 2005)
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Miguel Guilherme prepara-se para a gravação da primeira cena do quarto episódio: Bocage caminha com uma capa cheia de epístolas debaixo do braço. Está feito um maltrapilho - basta um olhar para se perceber que atravessa dificuldades financeiras. No sentido oposto vem um jovem que se saberá mais tarde chamar-se Baltasar Teófilo (interpretado por Pedro Lacerda, que nesta foto ficou com o rosto tapado pela câmara). Traz consigo vários livros de capa encarnada e aparenta algum nervosismo. Choca com Bocage e ambos deixam cair o que traziam nas mãos. Baltasar baixa-se imediatamente para apanhar do chão os seus livros e as epístolas de Bocage. Está com um ar ainda mais nervoso e olha para um lado e para o outro…
Bocage - fotos (15)
(publicado originalmente às 16:55 de 17 de Dezembro 2005)
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Não vos vou contar como é que termina a série, mas posso dizer-vos que a última cena a ser gravada foi aquela em que o padre Agostinho Macedo, interpretado pelo Manuel João Vieira, atira poemas de Bocage para a fogueira, poemas que, desta forma, ninguém chegaria a conhecer. O culto da queimada das palavras, tão caro ao Intendente Pina Manique (“Estes franceses não se comparam a Camões. Mas uma coisa tenho de conceder… são bem mais quentes na fogueira¬.”), aqui levado a cabo pelo invejoso padre-lagosta. Perverso. A foto não corresponde à preparação dessa cena que foi, aliás, gravada durante a noite, lá para as 5 e tal da manhã de 26 de Novembro.
Bocage - fotos (16)
(publicado originalmente às 16:58 de 17 de Dezembro 2005)
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Mário Botequilha em plena gravação da cena 8 do segundo episódio:
Ext/Tarde – Rua / Fachada da casa de Beckford (…) Bocage detém-se por um momento. Está abalado com o reencontro e com o que Manteigui lhe disse. Distraído, atira ao ar o amuleto que ela lhe deu para apanhá-la outra vez, mas uma mão suja intercepta o objecto a meio do percurso – é um tipo mal encarado, um Ladrão que está acompanhado de outro não menos façanhudo. O Ladrão 1 inspecciona o objecto que acabou de furtar a Bocage.
Ladrão 1: Um elefante? Que merda é esta? (…)
Tosca
"Honey"
Suzuki (2000)
&
Different Tastes of Honey (2001)
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Filipe
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São sobejamente conhecidos os problemas que Manuela Azeda o Leite tem na gestão da sua imagem. Mais a mais, Azeda o Leite não gosta de comícios, e uma líder partidária sem comícios é como um jardim sem cartazes das Europeias. Pensámos por isso que só teria a beneficar se consultasse uma especialista do look, uma diva do visual, alguém que calcule meticulosamente cada detalhe da sua imagem; alguém como Ana Malhoa.
E foi com esta ideia em mente que, depois de já termos convidado e tido o maior dos gostos em receber músicos e bandas como os Xutos e Pontapés, Moonspell, Sam The Kid, e Macacos do Chinês - só para mencionar alguns -, convidámos Ana Malhoa a estar presente no Contra Informação. Melhor ainda - a Ana aceitou. Muito cresceu a artista desde os saudosos tempos do Super Buereré, onde tinha sempre uma palavra de conselho ajuízado a dar às crianças deste país, e no próximo domingo vão poder vê-la a aconselhar Manuela Azeda o Leite sobre a melhor forma de se tornar mais sexy. O Pina gravou alguns segundos de imagens dos bastidores, nos estúdios da Mandala, onde podem ver Azeda e Ana Malhoa em neón-tigresse e a darem o chamado litro. Destaque para o fantástico trabalho da equipa de manipuladores, que fazem Azeda bailar como a líder extremamente sexy que Ana Malhoa está a ajudá-la a ser.
Este episódio do Contra Informação será novamente exibido na 4.ª feira à noite, que passará depois a ser o seu dia e horário habitual, visto que está de regresso às noites da RTP. Um regresso bem sexy, há que dizê-lo.
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Update (19:20) - Confirma-se: Ana Malhoa é capa do 3.º número da Playboy portuguesa que vai estar amanhã à venda. Promete-se "uma Ana Malhoa como nunca ninguém a viu". E, apenas dois dias depois, vai estar ao lado de Manuela Azeda o Leite que vai mostrar-se, também ela, como nunca ninguém a viu (e escusava de ver). É de uma super-bueréridade avassaladora.
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Filipe
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12:53 PM
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Tópico: Contra Informação, Imprensa, Música, Projectos, TV, Video
Aranha e Tulipa
Realizado por Kenzo Masaoka
Escrito por Michiko Yokoyama
Música de Ryutaro Hirota
+ info aqui
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Filipe
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6:20 PM
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Mas a Friday Night Fever não se fica pelo post abaixo. Se estão em Coimbra, ou na disposição de lá ir (o que nunca é demais porque "Coimbra tem mais encanto na hora da despedida" mas tem um encanto do camandro na hora em que lá se chega), então saibam que depois de três meses no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, e de ter passado pelo Centro Cultural de Ílhavo, pelo Cine-Teatro Messias na Mealhada, pelo Coliseu do Porto, o Teatro Municipal de Faro, o Fórum Cultural do Seixal, o Cine-Teatro de Torre de Moncorvo, o Cine-Teatro Pax Julia em Beja, o Teatro-Cine de Pombal, o Teatro Virgínia de Torres Novas, o Cine-Teatro de Estarreja, o Centro Cultural de Lagos, o Auditório Municipal de Lagoa, o Cine-Teatro Paraíso em Tomar, o Teatro Municipal da Guarda, o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, o Teatro José Lúcio da Silva em Leiria, a Casa das Artes de Famalicão, o Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, Auditório da Lavra, Centro de Congressos do Porto Santo, Centro das Artes Casa das Mudas em Calheta, Teatro de Vila Real, Teatro Municipal de Bragança, Auditório da Casa da Cultura de Seia, Centro Cultural de Angra do Heroísmo, Multiusos de Guimarães, Cine-Teatro de São Brás de Alportel, Centro Cultural do Cartaxo (e de certeza que me estou a esquecer aqui de qualquer coisa), A Verdadeira Treta vai estar hoje pela segunda noite no Teatro Gil Vicente em Coimbra. A Tour da Treta continua depois sábado e domingo no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Moita, e depois segue para Évora, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Aveiro, Águeda e Estremoz. Mais pormenores aqui.
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Filipe
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6:45 PM
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Tópico: Conversa da Treta, Projectos, Teatro, Verdadeira Treta

6.ª à noite com muita acção: às 22h no Santiago Alquimista estreia o espectáculo Black Label do Rui Sinel de Cordes e, a partir das 23h, no Underground Lisbon, a Enchufada apresenta A Última Seita, com DJ sets do Nuno Lopes, Buraka e Trouble, e actuações dos Orelha Negra e dos Macacos do Chinês. Macacos que lançaram há pouco tempo o seu álbum de estreia, Ruídos Reais, e estiveram há umas semanas no Contra Informação para interpretar - junto com José Trocas-Te, Manuela Azeda o Leite, Cassete Jerónimo, Paulo Tortas, e Franscisco Trotskã - uma nova versão que escrevemos para eles do tema "Rolling na Reboleira". Check it out.
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Filipe
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6:10 PM
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Tópico: Contra Informação, Música, Projectos, Stand-up Comedy, TV, Video

O José Soares, excelso twitterer e director da Take, desafiou-me para escrever um artigo sobre o Star Trek de Abrams que estreou há pouco, e ele aí está, no número da Take que deu hoje à estampa - ou, mais correctamente, e porque estamos a falar de uma publicação online, deu hoje ao pixel. Também tem X-Men, coberturas dos festivais IndieLisboa, Black & White, da Festa do Cinema Italiano, e muito mais em cerca de 70 páginas que podem ler directamente aqui ou fazendo download do .pdf.
O mais curioso nisto é que tudo aconteceu via Twitter; eu o José Soares nunca chegámos a falar pessoalmente ou mesmo através dessa via old school que é o telemóvel. Isto a tecnologia é uma coisa do catano, qualquer dia os taxistas chamam-se todos Scotty e teletransportam-nos de um lado para o outro da cidade.
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Filipe
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5:18 PM
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O trailer do espectáculo do Rui Sinel de Cordes que estreia amanhã!
Mais aqui.
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Filipe
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12:09 PM
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Tópico: Stand-up Comedy, Video

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Escrevi esta curta-metragem de animação há uns anos valentes, tipo 1998 ou 1999, não sei precisar. Foi realizada pelo Pedro Brito - que conhecera nos nossos tempos do IADE, mas com quem nunca antes tinha colaborado - e a música é do Maestro Nick Nicotine IV. De 2004, ano de estreia, para cá, passou por uns quantos festivais dentro e fora do país (alguns deles aqui nesta lista), e agora a Animanostra colocou-a online. Podem vê-la com melhor qualidade de imagem se a virem directamente na página do You Tube e escolherem a opção HD. E reparem na voz do juiz - sou eu já a treinar para aquilo que seria, anos mais tarde, a voz do Tavares do Grande Lar da Terceira Idade do Fogo Posto.
Sem Respirar 2004
Realização e Grafismo: Pedro Brito
Argumento e Conceito: Filipe Homem Fonseca
Produção: Humberto Santana
Música: Maestro Nick Nicotine IV
Animação: Pedro Brito, João Ferreira, Rui Filipe e Rui Gamito
ANIMANOSTRA
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Filipe
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4:55 PM
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Tópico: Animação, Cinema, Projectos, Sem Respirar
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Qwasers of Stigmata, anime a estrear em breve no Japão. Na Academia Ortodoxa de São Mihailov, umas jovens místicas amamentam os heróis para que estes ganhem super-poderes. Não é uma série hentai, é mainstream, para as massas. Como se mais provas fossem necessárias de que os japoneses estão muito à frente. Muuuito à frente.
Mais info aqui
Mantenho este blog há alguns anos e nunca fui de enveredar por caminhos confessionais, daqueles em que o coração se abre e damos por nós a escrever coisas que não dizemos nem sequer aos que nos são mais próximos. Mas vou ter de fazê-lo agora e confessar algo que me esmaga o tórax. Outro dia estava a jogar God of War: Chains of Olympus para a PSP e não conseguia derrotar Caronte, o barqueiro do Inferno. Tive de mudar do modo Hero (Normal) para Mortal (Fácil) e só assim fui capaz de passar de nível. Pronto, já disse. Não me orgulho disto. Mas está feito, está feito. Não me apontem o dedo. O que é que fariam no meu lugar? Eu não queria, não queria, fui obrigado, será que não percebem? Agora deixem-me em paz com a minha vergonha. Não olhem.
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Filipe
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Beastie Boys
"Ch-Check it Out"
To The 5 Bouroughs
2004
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Filipe
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3:07 AM
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Os mui talentosos Ana Ribeiro, Joana Marques e Roberto Pereira escreveram este espectáculo para o Luís Franco Bastos, metade homem, metade alien dotado de uma capacidade sobrenatural para encarnar voz e comportamento de virtualmente qualquer ser humano (e também de Chewbacca), todo performer. Cinco noites durante este mês, a partir das 22h00, no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz. Be there.
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Filipe
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5:38 PM
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Tópico: Stand-up Comedy
Barack Obama no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca.
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Filipe
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8:57 PM
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Tópico: Blog, Stand-up Comedy

"Bravo, Ambrósio."
(Imagem: Forbidden Planet, 1956)
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Filipe
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4:40 PM
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Tópico: Blog, Cinema, Fotografia

Fui ontem ver o novo Star Trek. E fiquei a saber como é que se ressuscita um franchise gasto e se coloca um imaginário até agora reservado aos fãs mais empedernidos à disposição de um público novo e mais abrangente. Coloca-se essa missão nas mãos de J.J. Abrams, Damon Lindelof, Alex Kurtzman e Roberto Orci. Uma produção grandiosa, um casting perfeito, realização e montagem nervosas, e um argumento linear e centrado nas personagens, brilhante na maneira como abre todas as possibilidades para o futuro da série, sem no entanto fazer tabula rasa de tudo o que está para trás. E para a frente. Porque este Star Trek - para todos os efeitos, o 11.º filme do franchise - é, em simultâneo, uma prequela, uma sequela e um reboot. Star Trek II - The Wrath of Khan era o que de melhor tinha sido feito no universo da velocidade warp e do teletransporte. Até hoje. Preparem-se para uma viagem numa montanha-russa cósmica com este novo Star Trek, que vai até onde nenhum homem antes se atreveu a ir. Mais notas sobre este portento, para breve.
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Filipe
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9:38 PM
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Para início de conversa, digam lá se não é provavelmente o melhor cartaz de espectáculo que já viram.
(cliquem na imagem para aumentar)
Em Agosto passado, quando eu e o Rui Sinel de Cordes estivemos pela segunda vez no Edinburgh Fringe, demos especial atenção a um género de humor em particular, violento, brutal, sick comedy, if you wish. Ele apresentou-me a Brendon Burns, eu apresentei-o a Jim Jeffries. Respectivamente o grande vencedor do Fringe do ano passado, e um convidado já habitual do festival, com direito a dois shows diferentes no mesmo dia, um da tour presente e outro de retrospectiva das tours anteriores. Ambos os comediantes encheram salas de mais de mil pessoas, praticamente todos os dias do mês, e isto num evento que reúne mais de 2000 espectáculos diferentes. Assisti com gosto à determinação crescente do Rui em fazer o seu espectáculo a solo com o tipo de humor de que mais gosta, com que mais se identifica, e a cada um dos passos tomados nessa direcção. Do Preto no Branco, programa que tem na SIC Radical, até este Black Label, 5 datas de stand-up comedy no Santiago Alquimista. A meu ver, já cá faltava quem apostasse neste registo. Encarnar quem se pretende criticar (já discorri longamente sobre isto aqui, a propósito de Borat) é um mecanismo eficaz mas de domínio complicado, e a sua descodificação por parte do público exige deste a consciência de que está a assistir a qualquer coisa que ultrapassa a ironia. É dos registos onde a persona mais se confunde com a real personalidade do comediante. O Rui preparou, nos últimos meses, uma persona consistente, uma imagem adequada ao conteúdo e direcção do seu humor. Fotos como esta -![]()
- são esclarecedoras: ao dilacerar de forma hilariante e feroz cada um dos alvos das suas piadas, a 'vítima' principal é o próprio Rui. E se dúvidas ainda restassem, o cartaz não deixa margem para mais: o Rui dispõe-se a ser crucificado pelos nossos pecados, com muita galhofa à mistura. Não vou de forma alguma perder este espectáculo, nem vocês devem. Mas atenção, o Rui é o primeiro a lembrá-lo: "Este não é um espectáculo apropriado para crianças. Devem por isso deixá-las no carro."
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Filipe
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3:55 PM
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Tópico: Blog, Stand-up Comedy, TV
Portanto, este jornal chama-se i, usa o i como prefixo para as suas encarnações (ionline, p.e.), mas não tem nada a ver com a Apple. 'Tá boa.
Um dia que o i tenha um podcast, como se vai chamar? iPod?
Se Miguel Esteves Cardoso sair do Público e passar a escrever para o i, vamos passar a chamá-lo iMEC?
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Filipe
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3:18 PM
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