segunda-feira, maio 02, 2016

Marcelo, presidente quântico - ouvir aqui

27 anos de Disintegration

Eish, o Leicester coiso, que cena bué.

sexta-feira, abril 29, 2016

Adoro quando as pessoas se comportam como se o mundo funcionasse.


Ele é porrada nos uber, ele é jogo do Benfas - os fogareiros é que a levam direita.

A ler, para isto também não ser só pecos-pecos; às tantas ainda se falava com algum conhecimento de causa:
O mundo paralelo dos táxis

Depois das figuras, das agressões de que hoje, mais uma vez, alguns taxistas foram protagonistas, fica de novo provado que a maior ameaça aos táxis não é a Uber, mas sim estes espécimes abrutalhados do taxismo.
Os bons profissionais do táxi - que os há - não merecem isto. Se eu fosse a eles, ia mas era trabalhar para a Uber.

Um grupo de taxistas no Porto atacou um automóvel topo de gama porque pensou que se tratava de um veículo Uber.
Em notícias relacionadas, um vizinho meu que inventou um aparelho de comunicação à distância feito com duas latas de feijão e um cordel atacou o geek do bairro porque pensou que ele trabalhava na Apple.


Portanto, como pagam 80 mil biscas, ou la o que é, por uma licença, os taxistas têm direito a conduzir bêbados, a enganar clientes nos percursos e nas tarifas, a ser racistas e xenófobos, a ter viaturas imundas, a prestar um serviço de merda? É isso? Não são todos assim, pois claro que não, mas há bastantes. Há demasiados. Ainda há pouco um se queixava na TV: "Veja lá que na Uber até têm mulheres a conduzir." Mas pronto, pagou licença, tem direito a ser uma besta. Tem direito a agredir motoristas da Uber. Está legitimado. Concorrência, à séria, daquela que faz abrir a pestana? Os taxistas, coitadinhos, já pagam tanto, é deixá-los com o monopólio, é não exigir-lhes um serviço decente, porque eles não têm possibilidades financeiras para mandar lavar o carro que cheira a xulé, isso da higiene, da honestidade, é só para quem não gastou dinheiro em licenças.
Não, não é, peeps. A prova disso é que também há taxistas civilizados, honestos e competentes. Parem lá de tentar justificar a merda de serviço que parte dos taxistas presta com a conversa dos impostos que pagam e o diabo a sete. Até porque a malta da Uber também os paga, onde tem de pagá-los.
Pôrra. Mentalidadezinha de merda.

Precisava de um táxi, mas estão todos na manifestação, vou ter de ligar para a Uber.
__________________________________________________________

UPDATE - 18h33:
E cá está.

quinta-feira, abril 28, 2016

Amanhã

vamos estar na Casa Fernando Pessoa.

_.I..

Lojas de conveniência a fechar às 22h? Isto para mim está ao nível de um recolher obrigatório.


O livro do Gustavo Santos é campeão de vendas. Há muita gente a comprá-lo sem ser para servir de forro à caixa de areia dos gatos. Um Guru Santos, milhares de pessoas que lêem Guru Santos. Cada vez que alguém goza com ele, o Gustavo ri-se, porque anda há mais tempo a gozar connosco.

quarta-feira, abril 27, 2016

NÃO É MAU
RIP Shakespeare e Prince























Aqui 

AQUI TÃO LONGE
TEMPORADA 2

A segunda temporada começa hoje às 22h na RTP1.

AQUI TÃO LONGE
TEMPORADA 1

Todos os 16 episódios da primeira temporada:

T1E01 (exibido a 29/3) - Portugal acorda em choque
T1E02 (exibido a 30/3) - Letra de menina
T1E03 (exibido a 31/3) - Tempo perdido
T1E04 (exibido a 1/4) - Vestido preto
T1E05 (exibido a 5/4) - O gato de Schrödinger
T1E06 (exibido a 6/4) - O caminho menos tomado
T1E07 (exibido a 7/4) - O escritório
T1E08 (exibido a 8/4) - A gaiola aberta
T1E09 (exibido a 12/4) – A filha pródiga
T1E10 (exibido a 14/4) – Roupa suja
T1E11 (exibido a 15/4) – Amanhã esquecido
T1E12 (exibido a 19/4) – Quando nos toca a nós
T1E13 (exibido a 20/4) – Um pássaro na mão
T1E14 (exibido a 21/4) – Cortina de fumo
T1E15 (exibido a 22/4) – Cá se fazem
T1E16 (exibido a 26/4) – A bomba relutante

terça-feira, abril 26, 2016

- Hoje muda tudo.


Esta noite na RTP 1, o 16.º episódio.
Final da primeira temporada de AQUI TÃO LONGE.
Absolutamente imperdível.
Já em antestreia na RTP Play.

segunda-feira, abril 25, 2016

#TchauQuerido

Olho para a Paula Teixeira da Cruz e só me lembro do mugshot do Nick Nolte.

É preciso mostrar, todos os dias, que o 25 de Abril não foi uma revolução acima das nossas possibilidades.

sexta-feira, abril 22, 2016

Andam a morrer muitos artistas este ano. Mas a prova de que podem continuar a trabalhar depois de mortos é que o Axl Rose vai para os AC/DC.

quinta-feira, abril 21, 2016























Prince morreu. Dia triste. Mas esta noite no Além vai haver Party como se fosse 1999.

NÃO É MAU
Fechem as vossas contas de mail


Aqui

14

O episódio 14 de AQUI TÃO LONGE, que será exibido esta noite na RTP 1, já está disponível na RTP Play.

segunda-feira, abril 18, 2016


Texto meu, publicado no número de Novembro de 2015 na revista Somos Livros. A frase "A fome, matou-a com a pontuação de frases estudadas, cuspiu na cara dos infractores, governantes de mais nada a não ser de si próprios, exploradores, conspiradores, esclavagistas.", tendo em conta o gesto de Jean Wyllys ontem, fez-me sorrir.

O TEMPO QUE VIAJA NO HOMEM

Deixou-se afogar numa frase. Tinha uma relação íntima com as palavras. Sentindo sede, lia a palavra

Água

escrita numa folha, às vezes sobre a pele, a própria ou a de alguém que pudesse sentir como sua, e desapareciam-lhe todos os desertos do mundo e da boca.

A cada página, um beijo dado, uma montanha escalada, uma estátua erguida. Livros houve que fizeram dele o maior pintor de todos os tempos, mesmo que fora dos livros não fosse capaz de distinguir um traço de uma cor, eram conceitos esquivos.

A fome, matou-a com a pontuação de frases estudadas, cuspiu na cara dos infractores, governantes de mais nada a não ser de si próprios, exploradores, conspiradores, esclavagistas.

Mais que viajar no tempo, fez o tempo viajar em si, foi o primeiro organismo unicelular, a flutuar no líquido amniótico do planeta, um mar de esperanças, de probabilidades, de fantásticos acontecimentos e rotineiras evoluções. Foi a água que nos divide, foi muitos em simultâneo, tempos infinitos e díspares com diferentes traduções, cada caminho uma linguagem. Foi a vitória genética a caminhar sobre a terra e a perfeição aquática que se instala nas profundezas, foi o pássaro que se fez levar pelas correntes aéreas, o azul da natureza na sua etérea condição.

Subiu às árvores e tocou o dia, seguiu a matilha e uivou à lua, os seus dias foram horas que foram séculos que foram milénios, andou de pé, um passo de cada vez, dois apoios sobre o verde, a terra molhada e depois seca, foi o caminho que seguiu, todos os que pôde seguir, não decidiu onde estar, escolheu tudo e o paralelo de tudo. Num frenesi evolutivo, descobriu o fogo. Pedra lascada, inventou a roda, construiu cidades, foi todas elas, os impérios que ergueu, as civilizações que fez cair, foi a agridoce extinção, foi perpétuo. Morreu, renasceu, foi ressurreição e fim trágico, doce, esperado, adiado, inevitável.

Foi povos inteiros em jornada pelos continentes, caminhou sobre as placas tectónicas quando ainda estavam juntas, foi as profundezas, foi o tremor a rasgar o solo, foi a incerteza de gente que se viu afastada, a ânsia do regresso, de uma descoberta, foi fascínio e medo. Foi todos os bravos que atravessam os oceanos para chegar ao outro lado, foi os mares e o chão, foi a brisa que dá a volta ao mundo, foi o próprio planeta, feito de pó das estrelas, foi o sol, todas as constelações, o insecto esmagado na palma da mão, a sua e todas as outras. Foi guerreiro e foi a guerra, o assassino e a vítima, a morte e o choro de todos os bebés, os nascidos e os eternamente por nascer, foi a civilização que grassa e conquista terreno sem dó nem piedade, foi todos os sentimentos que assombram os apaixonados, os prisioneiros, os condenados.

Foi cliente num café de bairro e sentou-se sem exigir nada a ninguém, trouxeram-lhe um copo de água escrita que não soube agradecer, o empregado ficou à espera de um qualquer pedido que nunca veio, um bolo, um galão, um pão de leite misto com um pouco de manteiga, só uma das metades barrada, caprichos do pequeno-almoço ou do lanche a meio da tarde, hábitos que ajudam a matar o tempo e o bicho. Nada, nunca pediu nada, nem silêncio nem outro ruído que não fosse o ocasional estilhaçar de uma chávena no chão ornado de guardanapos e migalhas.

Deixou-se afogar numa frase e esqueceu-a por momentos que duraram uma vida. Quando lhe perguntaram qual era, nunca soube o que dizer. Viveu bem assim, até fechar o livro.























SUPERMAN: AMERICAN ALIEN (Vol I) 6
Escrito por Max Landis
Arte de Jonathan Case
Capa de Ryan Sook

AQUI TÃO LONGE - 11 episódios exibidos, rumo ao final da 1.ª temporada.

Obrigado a quem tem acompanhado a série, muitas mais surpresas estão ainda no prelo. Quem ainda não viu, pode pôr-se a par na RTPplay, onde estão todos os episódios disponíveis.
Envio daqui um grande beijo à Natália Luiza, pela fantástica direcção de actores, e a todo o incrível elenco. Grande abraço aos incansáveis Nuno Marvão, ao Jorge Cardoso, e a toda a equipa da SP Televisão, pelo concretizar desta visão.
Obrigado à RTP pela aposta, nesta série e em todas as que aí vêm. Saber que se vai acabar o ano com sete ou oito séries originais é uma estreia que se quer repetida nos anos vindouros.
Amanhã, novo episódio de AQUI TÃO LONGE. O melhor está ainda para vir.

E ainda dizem que o Carnaval só dura três dias.
#impeachment 

Pela família, por deus, pelos militares... Mas já algum destes deputados votou pelo poder de Grayskull?
#Impeachment

domingo, abril 17, 2016

Acho um exagero este impeachment de Isabel dos Santos, ela não me parece uma má vocalista para os AC/DC.

Impeachment? Só se for do Axl Rose.

sexta-feira, abril 15, 2016

♥ ϟ ★ Flaming Lips - David Bowie's Space Oddity

À atenção do BE: porquê "Nação" e não "Naçã"? Onde está a igualdade de género? Não deveria ser "Naçãnhe"? "Naçãle"? Sei lá. Pensem nisto.

11

AQUI TÃO LONGE - Hoje à noite na RTP1, o episódio 11; já disponível online.

NÃO É MAU
Cerveja vaginal

Aqui

quinta-feira, abril 14, 2016

Há um universo paralelo em que o designer do Cartão da Cidadania proposto pelo BE é o Pedro Arroja.

10

Hoje à noite na RTP1, mas já em antestreia na RTPplay - o episódio 10 de AQUI TÃO LONGE. O cerco aperta-se.

terça-feira, abril 12, 2016

Está para morrer a figura pública a propósito da qual, nas ditas "homenagens", ninguém dê o golpe d'asa da auto-promoção.

9

É hoje exibido na RTP1 o episódio 9 de AQUI TÃO LONGE, mas já podem vê-lo online na RTP play.
A todos aqueles que dizem que a série é muito negra e dura - ainda não viram nada.

segunda-feira, abril 11, 2016

domingo, abril 10, 2016

Aconteceu ontem

A Favola da Medusa‬ @ Serra da Arrábida
Da direita para a esquerda: Swala (voz), George Haslam (sax), Mário Rua, (bateria) Miguel Martins (vários instrumentos), Benoit (sax), e FHF (guitarra).

Foto: Roque
Philtralhada: Phil

no meu HÁ SEMPRE TEMPO PARA MAIS NADA (2015)

Se fosse refugiado, levava na mochila um visto gold.
#‎ESeFosseEu‬

sábado, abril 09, 2016

Há aquelas t-shirts: "Fui passar férias a X e só trouxe esta t-shirt". O Expresso é: "Vasculhei os Panama Papers e só vi o BES."

O BES está para os Dossiers Panamá como o Bibi para o Caso Casa Pia.

sexta-feira, abril 08, 2016

AQUI TÃO LONGE
Episódios da segunda semana

T1E05 (exibido a 5/4) - O gato de Schrödinger
T1E06 (exibido a 6/4) - O caminho menos tomado
T1E07 (exibido a 7/4) - O escritório
T1E08 (exibido a 8/4) - A gaiola aberta

8

AQUI TÃO LONGE - o episódio 8 passa esta noite na RTP1 mas já está disponível na RTPplay.
Duas palavras: Imper. Dível.