domingo, Agosto 31, 2014

"Don’t dream it, be it."

The Rocky Horror Picture Show (1975)

Mais gifs aqui.


Alice in Wonderland (1951)

Alphonse Mucha, 1901


Por momentos julguei que estava na Mealhada, junto aos matadouros, mas afinal é o Preço Certo Especial de Verão que está a gastar electricidade lá dentro.

Jack Kirby faria hoje 77 anos e 3 dias.

(click para aumentar)

Mete mais alto #392

Electric Moon
Inferno
2011

Está a dar o Preço Certo Especial de Verão na RTP, ou, como eu gosto de chamar-lhe, Bater no Fundo.

Mete mais alto #391

Causa Sui @ Dunajam 2014

Mete mais alto #390

Causa Sui
Euporie Tide
2013

Que. Álbum.

sábado, Agosto 30, 2014

Já vos apareceu aquela publicidade no You Tube em que um rapazote diz que em cinco segundos vai fazer qualquer coisa que nos vai levar a querer assistir ao resto do anúncio, e entretanto nesta conversa já se foram os cinco segundos, e nós clicamos no botão para ignorar o anúncio, e o rapazote não chega a ter hipótese de fazer nada, e nós nem sequer chegamos a saber o que estava a ser publicitado, e ficamos a sentir um quentinho por dentro e a pensar se os responsáveis por esta campanha terão sequer noção do belo flop que para aqui engendraram?

sexta-feira, Agosto 29, 2014

Mete mais alto #389

CAUSA SUI - TROPIC OF CAPRICORN

Deixo-vos boa música. Quereis Anselmos? Osga-se.

Mete mais alto #388

GALACTICKA - KUSKI

Mete mais alto #387

BUSHMAN'S REVENGE - AS WE USED TO SING (Sonny Sharrock cover)

Mete mais alto #386

SATURNIA - I AM UTOPIA

quinta-feira, Agosto 28, 2014

Mete mais alto #385

MINISTRY - JESUS BUILT MY HOTROD

Mete mais alto #384

ROB ZOMBIE - DEAD CITY RADIO AND THE NEW GODS OF SUPERTOWN

Andy Park


Gamora
Concept design de Andy Park
#GoTG

"This is a retreat, a vacuum, its virtue is that it lacks everything; deep-freeze for feelings. You can be numb and safe here, that's what you came for. Respect the delicate ecology of your delusions."

- Mr. Lies para Harper,
cena 3 do Acto III: Not Yet Conscious, Forward Dawning,
de ANGELS IN AMERICA - Part One: Millenium Approaches,
de Tony Kushner.

quarta-feira, Agosto 27, 2014

Acabo de saber que a miúda de 9 anos que nos EUA matou o instrutor de tiro com uma Uzi não era a Hit-Girl do Kick-Ass e fiquei baralhado.

Enquanto o dia foi passado à espera de um meet no Colombo que não aconteceu, a manhã teve esta premonitória Outra Coisa com um meet de políticos.

Video e respectivo anúncio em rodapé. Este tipo de publicidade no You Tube faz menos sentido do que ir vestido de avestruz a um funeral para promover uma marca de hambúrgueres.

Vejo muita gente revoltada com os banhos públicos mas ninguém se insurge contra continuarem a fazer videos com o telemóvel na vertical.

Não quero acabar o Verão sem ver um meet de banhos públicos com arrastão de selfies no final.

Continua a usar-se o termo "contribuinte" ou já é "vítima de roubo"?

segunda-feira, Agosto 25, 2014

Mete mais alto #383

Tudo verdade.

O slogan do Novo Banco é "Um bom começo". Desde "O trabalho liberta" à entrada de Auschwitz que não se via tamanho eufemismo.

Quando ouvi dizer que se levavam chaves de fendas para os meets, pensei que se tratava de facto de ajuntamentos de reparadores de aparelhos domésticos e afins.

Ontem houve merda num concerto do Anselmo Ralph. Agora esperem por um do Tony Carreira, com as encalhadas e as divorciadas todas à porrada para ver quem é a próxima feliz contemplada.

domingo, Agosto 24, 2014

Se Paulo Portas fizesse uma série na internet, chamava-se Paulo Porta dos Fundos.

sexta-feira, Agosto 22, 2014

A despudorada Lei da Cópia Privada

O que está em causa com esta Lei da Cópia Privada, aprovada hoje em Conselho de Ministros, é um verdadeiro retrocesso, uma tentativa despudorada de matar o suporte digital com a desculpa falsa de que se pretende proteger os autores.
A cópia privada (que não tem nada a ver com pirataria) é aquela que qualquer um de nós pode fazer de uma música ou filme que tenha adquirido legitimamente, de maneira a poder ver esse mesmo filme ou escutar essa mesma música em outros suportes digitais que possua. Com esta nova taxa, está-se a pagar outra vez por algo que já se comprou.
Acrescentemos a isto o facto de que, hoje em dia, a maior parte do que está guardado nos suportes digitais agora taxados - os tablets, os discos rígidos, os telemóveis - são fotografias e videos criados pelos próprios utilizadores. Ou seja, na prática vai-se estar a pagar não só pelas cópias privadas e legítimas mas também por conteúdo gerado. Cada fotografia de férias que tiramos, cada video de família que fazemos, está a ser taxado.
E porque é que o argumento de que esta taxa protege os autores é falso? Primeiro, porque o dinheiro alegadamente será distribuído por sociedades gestoras de direitos de autor. Ora, conheço inúmeros autores que gerem os seus próprios direitos, não estando de forma alguma vinculados a nenhuma sociedade. Como é que esses autores estão a ser beneficiados com isto? Segundo: imaginemos um músico, por exemplo. Quando grava as músicas que faz num suporte digital, está a ser taxado pelo seu próprio trabalho. E isto é válido para escritores (escrevem em suporte digital), cineastas (o video ocupa um espaço tremendo de memória); enfim, é válido para a maioria dos autores, que vêem-se assim numa posição em que estão a pagar pelas próprias obras.
Como é que alguém, no seu perfeito juízo, pode alegar que esta lei serve os interesses dos autores, é coisa que me escapa completamente. Quase que somos levados a pensar que este argumento é uma treta enorme, e que esta lei é, nada mais, nada menos, que um ataque inqualificável ao digital. Aliás, risquem o quase: é isso mesmo que está a acontecer.

quinta-feira, Agosto 21, 2014

Mete mais alto #382

Nunca mais é Setembro para este disco vir aos rebolões.

O melhor filme do Batman jamais feito, quer de animação, quer live action, é de 1993.

Melhor. Banho público. De sempre.

Diz o Paulo Querido, sobre a taxa sobre dispositivos electrónicos que permitam gravação; e é isto mesmo:

"É mentira. Nenhum autor ficará protegido nem verá nenhum direito seu protegido. É apenas mais um imposto disfarçado. Com a agravante de ser um imposto que não se destina a redistribuir pela comunidade, mas apenas a garantir por mais uns anos os lucros de uma indústria tão pequena quando poderoso é o seu lóbi nos sistemas mediático e jurídico, uma indústria anacrónica e que é um contrapeso, um travão à livre expansão das indústrias culturais emergentes."

Goucha domina.

Fight the power

Um indivíduo agora nem sequer pode enfiar um balde de água pela cabeça sem ter as madonnas da superioridade moral a cascar. Organizem-se numa Hidro-Polícia. Rebentem as fuças aos putos que andam a brincar com bisnagas. Dêem tau-tau às moças peladas que desperdiçam baldes e baldes de água quando se esfregam nos capots para lavar os carros. Espanquem as pessoas que deixam o copo de água a meio em vez de o beber todo.

Só espero que o pessoal que anda aí todo indignado com o desperdício de água por causa dos banhos públicos não deixe a torneira a correr quando está a lavar os dentes. E não ande de carro para não poluir. E leve lancheiras aos picapaus-carecas em vias de extinção para eles comerem uma bucha. É que, de contrário, estão só a ser hipócritas e burros. Acaba por ser mais grave o desperdício de oxigénio do que o de água.

Converseta. Sempre quero ver o que é que os autores vão ganhar com esta bambochata.

Hoje tivemos connosco o Dr. Chewbacca

para nos falar da nova trilogia da Guerra das Estrelas.























Ouvir aqui.

quarta-feira, Agosto 20, 2014

Sunset - aqui.

Mete mais alto #381

Ainda a propósito dos 124 anos de H. P. Lovecraft:
The Music of Erich Zann", dos germânicos Mekong Delta, álbum conceptual de 1988 baseado no conto homónimo de Lovecraft. Quando tinha 14 ou 15 anos, ouvi-o até gastar a fita da cassete onde o tinha gravado.

O Batman aderiu ao banho público.

Batman accepting the ALS Ice Bucket Challenge.






















(arte de Jim Lee, 2008)

Manuela Ferreira Leite inventou os banhos públicos

Intrigado com isto dos banhos públicos, decidi consultar uma autoridade em assunto de antanho, a doutora Manuela Ferreira Leite. Invoquei-a e a doutora fez a fineza de me revelar as origens Históricas dos banhos públicos, segredos que me encarreguei de fixar em palavras mortais, carregadas de um espírito milenar que baixou esta manhã no Luís Franco-Bastos.
Se não ouviram, ou querem voltar a ouvir, cliquem aqui.

Repost

Porque isto tem mesmo de ser visto.

Na senda do aniversário de Lovecraft:























“I cannot think of the deep sea without shuddering at the nameless things that may at this very moment be crawling and floundering on its slimy bed, worshipping their ancient stone idols and carving their own detestable likenesses on submarine obelisks of water-soaked granite. I dream of a day when they may rise above the billows to drag down in their reeking talons the remnants of puny, war-exhausted mankind—of a day when the land shall sink, and the dark ocean floor shall ascend amidst universal pandemonium.”

- H.P. Lovecraft
in Dagon,
conto escrito em Julho de 1917
e publicado pela primeira vez em Novembro de 1919
na The Vagrant.

Fantastic Four #67


(click para aumentar)

Outubro 1967
Primeira aparição de Him (Ele; mais tarde, Adam Warlock) fora do casulo.
Criado por Stan Lee e Jack Kirby, desenvolvido de forma magistral por Roy Thomas e Gil Kane e, anos mais tarde, por Jim Starlin, na incomparável The Magus Saga.

Isto aconteceu.
E eu não fui.
Eu não fui.
Poupem-me a este sofrimento.
Lancem-me aos crocodilos.


Se existe verdadeira magia no mundo, este evento deve ter sido a coisa mais extraordinária desde o nascimento do último unicórnio.

Mete mais alto #380

Alexey Voytenko - "The music of Erich Zann" (2009)

Inspirado no conto homónimo de Lovecraft.

Isto.

#banhopúblico