quarta-feira, novembro 15, 2017

Hoje é dia de JL. A ver se é um filme ou um spot de publicidade glorificado para vender merchandise. Se seguir os passos de WW, já não será nada mau.

Depois de uma triunfal tour europeia com os Paradise Lost, os ilustres Sinistro dão aquele que será o último concerto deste ano em território luso. Junto com os pigBall, nós, os Lâmina, abriremos a noite com um alinhamento especial, com particular incidência nos temas mais doom, a marcar o tom de uma noite de festa que se quer bem pesada. Este sábado, às 22h, no Le Baron Rouge - Rock Hangar. Faltar não é opção.

Hoje

terça-feira, novembro 14, 2017

O perigo das generalizações. Imaginem este tipo de discurso aplicado a uma raça ou género. Preconceito máximo. Parece o Ventura a falar de ciganos.

segunda-feira, novembro 13, 2017

Gente que, quando alguém aponta a completa evidência de que uma sarapitola perante visão alheia é diferente de uma violação, responde dizendo "ai agora hierarquizam-se abusos?!" - gente, tendes de ser fortes: é óbvio que se hierarquizam abusos. É. Óbvio. É assim que a justiça funciona. Bater uma sarapitola é diferente de violar. Dizer o contrário é um desrespeito completo e vergonhoso às vítimas de violação.

Deixar de desfrutar da obra de grandes artistas que foram também grandes filhos da puta é impôr a nós próprios um castigo por um crime que não cometemos.

domingo, novembro 12, 2017

Na senda do fim da impunidade do assédio, seria de esperar que os mesmos critérios aplicados ao mundo do espectáculo fossem-no também na política. No entanto, o que temos? Roy Moore que, entre outras acusações, terá violado uma garota de 14 anos. Consequência: carreira destruída? Ostracizado? Não: prepara-se para ser senador do Alabama, com grande apoio dos eleitores e da Fox News. Vai-se a ver e a tal "revolução" ainda está muito circunscrita.

Há de chegar o dia em que vou ver, à porta do Panteão, uma placa a dizer "Hoje há pipis".
#empreendedorismotop #websummit #websummit2017

sexta-feira, novembro 10, 2017

Subproduto de uma revolução que, não haja disso qualquer dúvida, é essencial e já vem tarde, esta de acabar com a impunidade dos assédios: o aproveitamento. Vejamos o que se passa nos EUA, e que alastra: o policiamento moral, feito pelos Republicanos, que esfregam as mãos de contentamento a cada nome que surge, usando-os como estandarte do "Vêem? Nós sempre dissemos que os artistas eram todos uns malandros". E, por outro lado, o frenesi supostamente justiceiro de quem quer impôr uma higienização do pensamento e das palavras. Infelizmente, é inútil, nesta fase, pensar que vai haver capacidade de discernimento.

Admirar a obra é uma coisa, admirar o autor, é outra. Percebi isso muito cedo e ainda bem. O que não falta são casos de artistas geniais que no privado eram/são uns valentes filhos da puta. Agora, é Louis CK, cujo trabalho admiro imenso, a ser acusado de assédio.
A comprovar-se (dificilmente não o será), terá de ser feita justiça. Mesmo que a sua carreia não acabe aqui, é de esperar uma longa travessia do deserto. Louis CK será então culpado de duas coisas: do assédio de que é acusado, e - menos grave mas também doloroso - do facto de nos privar, aos admiradores do seu trabalho, de mais rasgos de genialidade iguais aos que nos habituou.
Há uma onda avassaladora a acabar com as impunidades. No meio disto tudo, existirão exageros; a lucidez, o discernimento, são coisas que se atingirão durante o processo, não adianta querer impô-los à partida. Porque o que se está a passar é mesmo um tsunami. E já vem tarde.
Caíam os opressores, fique a obra, a que se conseguir ainda apreciar por entre as ruínas. À luz do pouco que ainda se sabe do caso de Louis CK (é certo que novos dados serão divulgados nas próximas horas), digo que me continuarei a rir com os seus solos de stand up, com as espantosas séries de que foi autor, que me continuarão a fazer pensar. E sei que, apesar de fazer essa distinção, entre a obra e o autor, de vez em quando (quão amiúde? Não sei.), vou dar por mim a abanar a cabeça e a dizer: "Foda-se, Louis, porquê, caraças, para quê? Como?".

quarta-feira, novembro 08, 2017

Zoltar, o Adivinho, bisavô de Sophia, a robot humanóide com Inteligência Artificial, está muito aborrecido por nunca ter sido convidado para o Web Summit.

Já perguntei no ano passado e não obtive resposta; por isso, repito: voluntários da Web Summit, trabalhar de borla também conta como empreendedorismo?

terça-feira, novembro 07, 2017

Tula Lotay

Assim que se falou na lei que permite aos donos dos restaurantes deixar entrar animais de estimação, pensei imediatamente que o Nuno Markl podia agora levar a almoçar fora os seus 7 cães, 9 gatos, 15 coelhos, 11 camaleões, 750 bichos da seda, o casal de periquitos, e o porco-anão. E escrevi este sketch para o DDT - Donos Disto Tudo, supimpamente interpretado pelo Eduardo Madeira e pelo Heitor Lourenço. Ora vejam, até porque é hora de almoço e isto pode inspirar-vos a levar o podengo a almoçar.

‪Há um encontro internacional de utilizadores do Tinder, parece que se chama Web Summit.‬

‪Ser empreendedor é agarrar as oportunidades: malta que, nos anos passados, gozava com a web summit e este ano, tendo sido convidada, foi lá ao beija-mão.‬

‪Diz que o bilhete mais caro para a web summit custa 5 espíritos de equipa e um baby grow.‬

Duas horas a pensar que estava na web summit e afinal estava numa sessão da igreja universal. Bem que estranhei o fraco sinal de rede.

Vou só deixar isto aqui.

sábado, novembro 04, 2017

Primeira foto de um porg em Star Wars.

sexta-feira, novembro 03, 2017

Divertido. Boas sequências de acção, toneladas de eye candy. Hulk subaproveitadíssimo (a maneira como todo o épico Planet Hulk é aqui desperdiçado até dói, mas isso são outros trezentos). Jeff Goldblum é Jeff Goldblum - portanto, charmoso e hilariante; Cate Blanchett, belíssima, ameaçadora, incrível - provavelmente, o melhor vilão de um filme Marvel/Disney. Tecer mais louvores que isto é manifesto exagero. Taika Waititi (de quem sou fã) fez um filme à sua imagem, e conseguir isso numa super-produção destas é de se lhe tirar o chapéu. Mas, no que respeita a este universo, prefiro a abordagem dos manos Russo. Venha Infinity War.
#ThorRagnarok

Air Lino: Janeiro na RTP 1

O Lino (Rui Unas) é o tipo de profissional que inspira total confiança logo ao primeiro olhar. Ei-lo ao lado da excursionista Lúcia (Ângela Pinto), sempre acompanhada de um dos seus inúmeros netinhos.
Foto: Miguel Madeira

1986, a série: Janeiro na RTP 1

Eva Luísa Fisahn é Patrícia em #1986asérie.

Air Lino: Janeiro na RTP 1

Lino e Maria das Dores (Rui Unas e Natália de Sousa) em plena conspiração.

Air Lino: Janeiro na RTP 1

Nesta imagem não se vê, mas o contexto em que a dança entre o Lino (Rui Unas) e a Anita (Dânia Neto) está a decorrer é um verdadeiro triunfo de mise-en-scène conduzido pelo excelso realizador Francisco Antunez.

Air Lino: Janeiro na RTP 1

Nesta foto do Miguel Madeira, de há umas semanas, o director de fotografia Miguel Manso e o operador de câmara Sérgio Correia, perto desse bólide que é o autocarro da Air Lino Excursões.

Air Lino: Janeiro na RTP 1

Rui Unas (o nosso Lino) a escangalhar-se todo ao nível da galhofa. Reparem na pinta daquele penteado. É ou não é o tipo de indivíduo que inspira confiança imediata? Ui.
Foto: Miguel Madeira

Air Lino: Janeiro na RTP 1

Nesta foto do estimadíssimo Miguel Madeira, eis Dânia Neto (a nossa Anita) ao volante do bólide mais bólide de todos os bólides: um autocarro de excursões para a Terceira Idade.

1986, a série: Janeiro na RTP 1