quarta-feira, maio 24, 2017

segunda-feira, maio 22, 2017

domingo, maio 21, 2017

sábado, maio 20, 2017

quinta-feira, maio 18, 2017

Mete mais alto #533


Soundgarden
"4th of July"
Superunknown
1994

The Day I Tried To Live

I woke the same as any other day
Except a voice was in my head
It said seize the day, pull the trigger, drop the blade
And watch the rolling heads

The day I tried to live
I stole a thousand beggar's change
And gave it to the rich
The day I tried to win
I dangled from the power lines
And let the martyrs stretch
Singing
One more time around
Might do it
One more time around
Might make it
One more time around
Might do it
One more time around
The day I tried to live

Words you say never seem
To live up to the ones
Inside your head
The lives we make
Never seem to ever get us anywhere
But dead
The day I tried to live
I wallowed in the blood and mud with
All the other pigs
I woke the same as any other day you know
I should have stayed in bed
The day I tried to live
I wallowed in the blood and mud with
All the other pigs

And I learned that I was a liar
Just like you

O turista está para os empreendedores do cantinho "very typical we have wi-fi" como o hipopótamo está para o pássaro pica-boi. Estabeleceu-se uma amizade simbiótica em que o empreendedor-pica-boi se alimenta dos piolhos do turista-hipopótamo, e o turista-hipopótamo mantém-se limpo por causa do empreendedor-pica-boi. (...) O turista também grama do seu Fernando Pessoa. Também grama do seu Camões, mas do que grama mesmo é do seu Fernando Pessoa. Em T-shirts, em canecas, em estatuetas, em action figures que acendem os olhos quando se levanta o braço direito e esguicham água do chapéu quando se lhes puxa a perna esquerda. Também já ouviu dizer que há Fernando Pessoa em livro. Mas esse fica para a próxima vez que vier a Portugal.

(a propósito das férias de Madonna na Lisboa de Bellucci e Fassbender, recupero aqui o Não é Mau de 20 de Abril, "Dia do Turista" - ouçam na íntegra.)
http://www.tsf.pt/programa/nao-e-mau/emissao/dia-do-turista-6230019.html?autoplay=true

There's no time to keep it low
I've been deaf now I want noise
You stay down
But I won't be quiet
I'll hammer on until you fight

Sem palavras para além de um imenso obrigado.

Chris Cornell
1964 - 2017

Imperdível!

https://www.facebook.com/events/1120211468111492/





















Mind Mending Benefit | 18 Maio Sabotage Club

quarta-feira, maio 17, 2017

A ERC preocupar-se com o Shin Chan quando existe o Correio da Manhã é como um médico preocupar-se com ramela no canto do olho do paciente quando este tem uma viga de metal espetada no esfíncter.‬

A malta do Lisbon Studio só me dá alegrias!

Livro impressionante e imprescindível, para o qual me convidaram para escrever um prefácio, coisa que me muito me orgulha.

Do press release:

"Em finais de Maio, com lançamento no Festival de BD de Beja, CIDADES é o primeiro volume de uma colecção de antologias de histórias curtas pelos membros do The Lisbon Studio: sete histórias, oito autores e dois prefácios marcam o início desta série, num volume da melhor banda desenhada que se faz no nosso país!

“...É lícito dizer que as histórias são feitas da mesma substância que as cidades: há uma arquitectura de memórias trazidas para o papel, estruturas de fundações mais profundas que as dos prédios. A cidade está em constante mutação, e as memórias, aparentemente fixas em tinta, mudam de acordo com quem as lê, quem as interpreta. Uma história passada numa cidade muda tantas vezes quantas as que é contada, sendo que é contada de cada vez que é lida...” - do prefácio de Filipe Homem Fonseca

Com histórias de Joana Afonso, João Tércio, Dileydi Florez, Gonçalo Duarte, Filipe Andrade, Marta Teives e Pedro Vieira de Moura, Ricardo Cabral, e textos de Jorge Coelho e Filipe Homem Fonseca.

Capa de Filipe Andrade

Um lançamento G.Floy/ComicHeart"

Plasmatics, 1981


Fassbender em Alfama

Comprar uma ilha no Pacífico? Coisa de pobre. Quem tem dinheiro para gastar, é em Lisboa que vem gastá-lo, e assim é que é bonito. Nesta cidade alfacinha, os preços das casas estão tão altos que até uma despensa é maior símbolo de status do que uma ilhota nos trópicos. Hão-de vir cá parar todos, os ricos e famosos. Ao ponto de deixar de ser notícia. Notícia digna de abertura de telejornal há-de ser: cidadão português da classe média conseguiu comprar casa em Lisboa. Isso é que vai ser daquelas coisas que as pessoas até vão ficar malucas.
Ouvir aqui.

http://www.tsf.pt/programa/nao-e-mau/emissao/fassbender-em-alfama-8481941.html?autoplay=true

quinta-feira, maio 04, 2017

sábado, abril 15, 2017

Parece que foi ontem mas foi anteontem, mais exactamente há 20 anos. 15 de Abril de 1997, estreava HERMAN ENCICLOPÉDIA, programa em que tive o privilégio de me iniciar, com 22 singelos aninhos, na escrita para humor em TV, e logo para o Mestre Herman José, à frente de um elenco inacreditável, onde se contavam talentos como o José Pedro Gomes, a Maria Rueff, o Miguel Guilherme e o Joaquim Monchique. Sorte brutal, a de me juntar à equipa do Nuno Artur Silva, José de Pina, Rui Cardoso Martins, Miguel Viterbo, Nuno Markl, João Quadros, Maria João Cruz, Patrícia Castanheira; de ver chegar o Eduardo Madeira e o Henrique Dias, na escrita de um programa de sketches onde não havia limites, fruto da liberdade que o Joaquim Furtado e o Joaquim Vieira, na altura à frente da RTP, nos davam. Mais que colegas e companheiros de trabalho, fiz nas Produções Fictícias alguns amigos para a vida.
Foi uma época de muito trabalho, muita experimentação, muito risco; horas passadas de volta do Diácono Remédios, Melga & Mike, Lauro Dérmio - e ainda me lembro do espanto que senti, mais tarde, ao começar a ouvir nas ruas, nos cafés, as frases que, semanas antes, tínhamos escrito.
20 anos. Caraças, é que parece mesmo que foi ontem.

terça-feira, abril 11, 2017

A maior prova da importãncia das vacinas é que, por não haver vacina contra a ignorância, há gente ignorante ao ponto de achar que não se devem tomar vacinas.

Pensava que os putos hoje em dia era só kizombas, mas depois de ouvir o que se passou no hotel em Torremolinos, percebi que ainda há rock 'n' roll! Ainda há esperança.

segunda-feira, abril 03, 2017